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lunes 04/12 - Fac. Derecho / Sala 15
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Lunes 04/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 15 |
Terra de ninguém ou comunidade tradicional de pescadores artesanais (#1436)
José Guilherme Machado Ávila 1
1 - IFPR.
Abstract:
A ilha do Superagui (Litoral do Paraná – BR), habitada por uma comunidade de pescadores artesanais por gerações e gerações, adentrou a uma problemática de conflitos territoriais com órgãos ambientais, com a promulgação da ilha em Parque de proteção ambiental nos anos 1989 com o intuito de preservar a mata atlântica e espécies ameaçadas de extinção, entretanto desde a criação do Parque a população nativa não foi bem consultada sobre as novas determinações que tangem o seu território, isto implicou em mudanças no modo de vida destes habitantes como proibições do uso dos recursos naturais da mata como madeira e cipós utilizados na construção de canoas, plantas medicinais e carne de caça, e utilização do solo para pequenas plantações de subsistência, tais pescadores durante anos e anos trabalharam com a terra e com o mar, utilizando os recursos naturais de forma sustentável, preservando a mata e suas espécies. Este artigo tem como objetivo depurar os conflitos territoriais da terra e do mar, entre os pescadores artesanais e os órgãos ambientais, e os conflitos entre a pesca artesanal e a pesca industrial, verificamos estes conflitos em trabalho de pesquisa de campo qualitativa, através de entrevistas com os pescadores e moradores da Ilha. O Movimento dos Pescadores Artesanais (MOPEAR) é um marco de resistência pela continuidade do modo de vida da comunidade que sobrevive prioritariamente da pesca, que sofreu a opressão dos órgãos ambientais na demarcação do seu território terrestre e limitações no uso do mar e atividade pesqueira, a pressão ambientalista e a indústria do turismo disseminaram um discurso poderoso sobre as novas gerações na tentativa de fazer estes se esquecerem do passado conflituoso e da cultura da pesca e expurgarem estes a uma nova vida no continente.    

 
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Sociabilidade, formação política e construção de agenda de atuação: os eventos de catadores de materiais recicláveis organizados no Brasil entre 2013 e 2015 (#1444)
Rosina Pérez Menafra 1
1 - Universidade Federal de Rio de Janeiro.
Abstract:
Este artigo aborda as formas de mobilização de catadores de materiais recicláveis no Brasil, seu papel na formação das bases do principal movimento organizado do país – o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis- e na definição de uma agenda de atuação que busca envolver e incidir nos diversos atores inseridos na temática da reciclagem e dos resíduos sólidos. Partindo de observações e entrevistas reunidas em encontros e seminários de catadores entre os anos 2013 e 2015 no Brasil, e materiais de imprensa e de divulgação do movimento na internet, buscamos entender esses eventos internos enquanto espaços de sociabilidade e de construção coletiva da categoria, seu impacto na formação política dos catadores e a oportunidade que oferecem de aproximar a organização das bases. O artigo fará uma descrição da agenda anual de eventos organizados por catadores em parceria com outras instituições, principalmente do que concentra maior participação, a Expocatadores, no qual tivemos oportunidade de participar em duas edições ao longo da pesquisa. Trata-se de um espaço que tem como premissa geral o protagonismo dos catadores e que combina a realização de debates e painéis, com momentos culturais e de “mística” onde participam convidados do âmbito empresarial, político e gestores públicos. A Expocatadores é ao mesmo tempo um episódio contencioso que coloca os catadores em interação com outros atores, uma demonstração pública de força e um evento de construção interna, que promove a socialização de trabalhadores sem trajetória prévia de mobilização e participação em torno de uma liturgia própria dos movimentos sociais. Do ponto de vista da pesquisa, a relevância da análise deste espaço radica na oportunidade que oferece de presenciar o movimento em ação: o posicionamento dos catadores nos debates, a definição de temáticas a tratar e dos parceiros destacados mostram a dinâmica para além dos discursos e dos posicionamentos mais institucionais da organização. O presente artigo procura dar continuidade a reflexões desenvolvidas em pesquisa de doutorado em curso sobre experiências de articulação de trabalhadores pobres e desestruturados, sem tradição de organização e participação, em sujeitos coletivos com capacidade de atuar em defesa dos seus interesses e lutar por direitos e reconhecimento.

 
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A ascensão do conservadorismo no Brasil: surgimento e atuação de movimentos sociais conservadores (#1445)
Francisco Mesquita De Oliveira 1
1 - Universidade Federal do Piauí - UFPI.
Abstract:
Este trabalho tem por objetivo analisar o surgimento e atuação de movimentos sociais conservadores na sociedade brasileira do início do século XXI. Diante do fato da ascensão do conservadorismo no Brasil, como surgem e se estruturam os movimentos sociais conservadores? Quem são os participantes desses movimentos? Quais são suas bandeiras de luta? E quais as consequências de sua atuação no governo da presidente Dilma? No âmbito das ciências sociais, pós os anos 70 até o final do século XX, os movimentos sociais no Brasil ficaram conhecidos como atores sociais progressistas, defensores da sociedade civil, dos direitos humanos e dos direitos de cidadania. Segundo TOURAINE, 1989; DOIMO, 1995 e; GOHN, 1997, essa premissa norteou grande parte dos estudos sobre ações coletivas no Brasil, num contexto sociopolítico de forte crise econômica nos anos 80, governos autoritários e neoliberais mais tarde. Foi este o ambiente de emergência e atuação dos atores sociais considerados progressistas. Porém, nos anos 90 esses atores parecem ceder lugar às Organizações Não Governamentais (ONG), que assumem o protagonismo no desenvolvimento de ações de políticas públicas em parceria com o Estado e fazem surgir à participação cidadã na gestão pública, de maior democratização do Estado. Com ascensão dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT) em âmbito federal, em 2003, os movimentos sociais e ONGs se voltam ainda mais para ação colaboracionista com o Estado, por meio da participação institucional, de parcerias e de convênios. Isto deixou parte dos movimentos sociais mais dependente dos governos e arrefecidos. Porém, nova crise econômica e altos índices de desemprego retornam ao Brasil, setores da classe média, elites política e econômica insatisfeitas com as políticas petistas e embaladas na onda do conservadorismo mundial animam-se e fortalecem a retomada de movimentos sociais conservadores. Esses atores, com apoio de setores das elites política, econômica e midiática (SOUZA, 2016; CHAUI, 2016; LOWY, 2016), juntam-se e saem às ruas em centenas de milhares no ano de 2015, período pré-eleição para presidente da república, e em 2016, no pós-eleições presidenciais, empunhando bandeiras de oposição ao governo da Presidente Dilma, oposição ao Partido dos Trabalhadores, articulados num discurso de anticorrupção e impõe o impeachment a presidente em agosto de 2016. Ao contrário dos movimentos sociais do final do século XX, de pauta progressista e democratização do Estado, os do inicio do século XXI apresentam-se um espectro conservador, elitista e defensores de políticas neoliberais. Metodologicamente, esta é uma pesquisa documental, que privilegia técnicas de metodologia qualitativa. Buscar-se-á, com este trabalho, apresentar considerações indicativas da ascensão e atuação do conservadorismo na sociedade brasileira e suas implicações na relação sociedade civil e Estado, a partir da ação de movimentos sociais.

 
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Acerca de la organización barrial Tupac Amaru: notas sobre un rumbo colectivo de lucha por la dignidad (#1462)
Cesar Ipucha 1
1 - Universidad Nacional de General Sarmiento.
Abstract:
    por César Ipucha[1]   La propuesta aquí presentada se inscribe en un trabajo más amplio  que se desarrolla en la U.N.G.S., como parte de un proyecto de investigación denominado “Malas prácticas: estudio de casos significativos de economía popular y solidaria en Argentina y América Latina”; con el objeto de construir un aporte que, en los planos teórico, metodológico y empírico, logre aproximarse al análisis, problematización, visibilización y puesta en valor de diferentes experiencias en curso. Puntualmente este trabajo es sobre la “Organización Barrial Tupac Amaru”. No es posible aproximarse a su comprensión sin avanzar en la identificación de algunos rasgos identitarios de los protagonistas, siendo clave la definición  dada por la organización en torno al reconocimiento de sus integrantes como “trabajadores” que luchan por salud, por educación y por trabajo.  Cobra relevancia la recuperación de prácticas sociales que son emblema y bandera de las luchas de muchos pueblos originarios, dentro de lo que se denomina la “cosmovisión andina”.  Asimismo, tomaré diferentes aspectos que dan cuenta de una cantidad de rasgos distintivos de esta organización y que se constituyen en “puertas de entrada” para su caracterización y análisis: Formas organizativas propias: evidenciadas en estructuras tendientes a promover la consolidación de una identidad colectiva arraigada en una territorialidad fundante, que genera pertenencias pero también rechazos o impugnaciones desde otros ámbitos y espacios sociales y políticos. Transformaciones en el espacio urbano/rural: atento al impacto que tienen las obras de la Tupac, observable por los rangos de efectividad en relación al uso de los fondos públicos, al tiempo que se organiza a los vecinos, reconfigurando sentidos del trabajo y avanzando en formas colectivas de satisfacción de las necesidades. Escala alcanzada: La expansión de la Tupac se puede observar en la mayoría del territorio jujeño, teniendo una presencia insoslayable tanto por su envergadura material, como también en términos organizativos territoriales. Aprendizajes y potencialidades: La propia conformación y desarrollo de la Organización Barrial Tupac Amaru nos presenta una diversidad de aristas que, en términos de aprendizajes, potencialidades y posibles límites, habilitan diferentes reflexiones a ser realizadas, respecto a lo construido pero también en torno a posibles horizontes futuros. sobre todo pensando en un escenario actual en el que es posible que los recursos del Estado se extingan con un nuevo gobierno nacional hostil a la Tupac y un gobierno provincial que considera a la organización como a un enemigo.   [1]                         [1] Lic. en Ciencias de la Educación. Especialista en Economía Social y Cooperativismo. Maestrando en Economía Social (UNGS). Docente e Investigador de U.N.Lu y U.N.P.A

 
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Luta, resistência e atuação dos ativistas da segurança alimentar e nutricional em São Paulo/SP, Brasil (#1526)
Silvana Maria Ribeiro 1; Jaqueline Dourado Lins 1; Christiane Gasparini Araujo Costa 1; Jessica Vaz Franco 1; Cláudia Maria Bógus 1
1 - Faculdade de Saúde Pública/USP.
Abstract:
Diante do quadro de insegurança alimentar identificado no Brasil, que tem convivido com sobrepeso, obesidade, doenças crônicas não transmissíveis, além das forças econômicas predominantes no universo alimentar do país – a monocultura, a indústria de fertilizantes químicos, a indústria alimentícia e farmacêutica, entre outros, que impactam negativamente a saúde humana e ambiental, as políticas promotoras de saúde desempenham importante papel em seus diversos âmbitos (local, estadual e global) e, encontram-se dentro de processos desafiadores quando elaboradas de forma intersetorial e com participação ativa da sociedade. Este trabalho apresenta o histórico (2004 a 2015) de atuação, ativismo e resistência de um grupo da cidade de São Paulo – SP – Brasil, que milita em prol da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) que é uma política promotora de saúde, bem como os resultados desta militância. Destaca-se que 2004 foi marcado pela reativação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e 2015 foi o ano das Conferências Municipais, Estaduais e Nacional, organizada por representantes da sociedade civil e dos órgãos governamentais que se reuniram com o propósito de elaborar diretrizes das políticas e dos planos nos níveis municipal e estadual em consonância com a Política e o Plano Nacional. Os dados coletados (análise documental, entrevista semiestruturada com informante-chave, observação participante e revisão bibliográfica) apontaram avanços na política de SAN no município, graças à atuação dos ativistas que resistiram à falta de prioridade política por parte do governo estadual. Desde a reativação do CONSEA, este grupo segue firme na construção da política municipal, de forma autônoma e de acordo com as diretrizes da política nacional, sem depender do Conselho Estadual e, assim, vem influenciando o CONSEA com concepções e proposições, além da viabilização de novos espaços de participação. A falta de alinhamento de ideias e a distância entre os Conselhos Municipal e Estadual de SAN fez com que o estado e o município ficassem atrasados na construção do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) pela falta de incorporação da temática por parte do governo estadual. A luta e a resistência dos ativistas promoveram um movimento popular disseminador de força e ??poder em todo o estado. A escuta ativa e o acolhimento das demandas sociais se deu por parte da Prefeitura que contribuiu para o fortalecimento do tema, a partir da criação do SISAN  Municipal, por meio da lei  nº 15.920, de 18/12/2013, que estabelece os componentes municipais do SISAN, criado pela Lei Federal nº 11.346, de 15/09/2006, culminando na elaboração da Política e do Plano Municipal (2016/2020) de SAN, com destaque para a criação da Câmara Intersecretarial (CAISAN Municipal); adesão do município ao SISAN em 2015 e a elaboração do Primeiro Plano Municipal de SAN, o PLAMSAN da cidade de São Paulo. As autoras agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pelo apoio financeiro.

 
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O GLOBO GIRANDO PARA A DIREITA: o MBL (Movimento Brasil Livre) e as manifestações de protesto de 2015-2016 no Brasil. (#1539)
Gilmara Vicente De Oliveira 1;
Isabelle Azevedo 1
1 - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Abstract:
Esse artigo analisa o MBL (Movimento Brasil Livre), que atuou de modo significativo durante as manifestações de protesto no período compreendido entre 2015 e 2016 no Brasil, iniciando o lapso temporal desde o surgimento do grupo até o impeachment da então presidenta da República Dilma Rousseff. Há várias organizações consideradas da ala à direita que continuam a atuar pelo país, mesmo após a saída da presidenta Dilma. Muitas delas pregam a democracia como fim maior, mas, na verdade, suas atuações transparecem modos de cunho fascista. O MBL promoveu algumas manifestações enquanto estratégia, que ocorreram em determinadas cidades brasileiras, tendo início na capital paulista e se espalharam pelo resto do país. A linhagem política do MBL e os meios utilizados para o enfrentamento às propostas do governo do Partido dos Trabalhadores estão contidas em seus documentos e panfletos. A organização realizou passeatas, reuniões com parlamentares do poder legislativo nacional, convocações por meio da internet (redes sociais e canais do youtube), sendo que grande parte dessas ações teve o respaldo de coordenadores vinculados ao grupo em muitas cidades do Brasil. O MBL durante o período analisado é ainda uma organização de direita, que se autodetermina liberal, mas age com base em ideias neoliberais, próprias, além de ideias fascistas, defendendo-as em nome de um país livre. Palavras-chave: Manifestações de protesto à direita. Movimento Brasil Livre. Teoria do Estado liberal. Fascismo.     

 
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Movimiento Estudiantil Chileno: prácticas, significados y acciones que dan origen al ciclo de la movilización social (#1545)
Natalie Sofía Rojas Vilches 1
1 - Universidad Complutence de Madrid.
Abstract:
Este texto se basa en una investigación doctoral en curso sobre el ciclo de movilizaciones estudiantiles 2006-2011-2016, partiendo desde la premisa que en Chile a lo largo de su historia, los movimientos sociales han cumplido un rol fundamental dentro de su devenir político, constituyéndose como un factor gatillante en la conquista de una serie de derechos sociales durante la primera mitad del siglo XX. La hipótesis central de este trabajo es que la movilización estudiantil chilena, pone fin al ciclo político de la transición (post-dictadura) y abre el ciclo político de la movilización social. Para abordar esta premisa es necesario conocer las acciones, prácticas, significados, imaginaros, contexto, factores socio-políticos y repercusiones en la política institucional y en la relación institucionalidad-ciudadanía llevadas a cabo por el movimiento estudiantil, en la medida en que pone de manifiesto una problemática estructural de la sociedad chilena, bajo la consigna EDUCACIÓN PÚBLICA, GRATUITA Y DE CALIDAD, abordando además los periodos de latencia y reflujo y el cómo se da inicio al ciclo de la movilización en el Chile de la post-transición a la democracia. Es una investigación de tipo cualitativo, obteniendo la información a través de entrevistas en profundidad desde un enfoque interpretativo del objeto a estudiar, pudiendo acceder al fenómeno en su escenario natural de manera inductiva, capturando la realidad social desde una perspectiva comprensiva El sustento teórico del estudio se sostiene sobre el concepto de  Movimientos Sociales desde Tarrow, Touraine y Melucci, pasando por visibilidad y latencia de Melucci y la Estructura de Oportunidades Políticas de Tarrow. Otra arista es la que trabaja Donatella Della Porta y Mario Diani situando a los movimientos sociales como una respuesta a los problemas sociales emergentes, por ende, buscan la democratización de la vieja política, buscando ser el complemento con la democracia representativa, apostando por mayor participación ciudadana. Los hallazgos preliminares de esta investigación resultarán un aporte al conocimiento de las dinámicas del movimiento estudiantil chileno, en donde sus participantes construyen una identidad colectiva desde su auto-reconocimiento como protagonistas del conflicto, enfrentados a un Estado y a una ciudadanía observadora-pasiva. Utilizan para ello diversas dinámicas de movilización (pacíficas como violentas)  caracterizadas por el uso de su creatividad (performance), mediante la cual buscan alcanzar su objetivo central.            

 
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Similitudes y divergencias en el uso de TICS para la protesta social: los casos chilenos del movimiento estudiantil y el movimiento "No+AFP" (#1549)
Felipe Gonzalo Matus Valenzuela 1; Natalie Sofía Rojas Vilches 2
1 - Universidad de Chile. 2 - Universidad Complutence de Madrid.
Abstract:
Conforme se ha masificado el uso de Internet, las Tecnologías de la Información y Comunicación (TICs) se han consolidado como un nuevo repertorio para la protesta social. La evidencia empírica provee de bastantes antecedentes que ratifican la existencia de una nueva forma de activismo, enmarcado en la disputa mediática por posicionar contenido asociado a luchas y reivindicaciones, hallándose en contraposición a la comunicación hegemónica de los medios y sectores que ostentan el poder político. El movimiento estudiantil chileno de la última década (2006 – 2016) se ha compuesto por generaciones cada vez más mediatizadas. La temprana socialización en torno al uso de internet facilitó el rol de este medio y sus plataformas como espacios de organización, difusión y convocatorias de la acción colectiva. Dicha tendencia adquiere un carácter global: desde la “Primavera Árabe” en 2010 al “15M” español, o el #YoSoy132 mexicano, se da cuenta de una aprehensión cada vez mayor de los movimientos sociales al uso de medios digitales de comunicación. La revisión teórica respecto al tema ha tendido a distinguirse en al menos dos corrientes. La primera apunta al denominado “determinismo tecnológico” y prepondera el rol de las Nuevas Tecnologías a un nivel de matriz explicativa de los nuevos ciclos de protesta de la última década. En tanto que la segunda corriente, mucho más mesurada, le otorga al uso de TICs un papel mediador y facilitador entre la acción colectiva y sus procesos comunicativos. De ahí que la formulación de hipótesis se plantee como un desafío no menor para el estudio de la acción colectiva, en primer lugar, porque sugiere las directrices teóricas y epistemológicas desde donde se construye una investigación y, en segundo término, porque en su formulación se proyectan eventuales técnicas de recopilación de información, las cuales podrían no dar cuenta cabalmente del objeto de estudio. Esta ponencia propone una revisión teórica y empírica en materia de acción colectiva y uso de TICs como nuevo repertorio de protesta, presentando dos hipótesis de trabajo confeccionadas por los investigadores presentantes en sus respectivas tesis de doctorado y magister (sobre Movimiento Estudiantil Chileno y la movilización “NO + AFP), buscando con ello presentar los avances y conclusiones preliminares de sus investigaciones, develando mecanismos, debates teórico-metodológicos y hallazgos empíricos en el uso de TIC´s en las nuevas formas de movilización en el Chile de hoy.  

 
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Análise dos "movimentos sociais" em perspectiva classista (#1550)
Eliel Machado 1
1 - UEL - Universidade Estadual de Londrina.
Abstract:
A despeito de toda produção teórica sobre os chamados “movimentos sociais”, dentro e fora do marxismo, é preciso constituir uma teoria que os relacione mais sistematicamente com as classes sociais. Esta é uma equação ainda não completamente resolvida, embora vários intelectuais tenham se debruçado sobre ela, mas, em geral, eles os têm circunscritos ao âmbito dos oprimidos e dos explorados. Mesmo assim, carece-se de uma teoria que explicite as suas determinações de classe e que, ao mesmo tempo, incorpore os movimentos burgueses (frações não hegemônicas) e dos médios burgueses ao escopo teórico geral. Provavelmente, a maior dificuldade dentro do marxismo para se relacionar “movimentos” com “classes dominantes” não hegemônicas é de natureza teórica, já que “empiricamente” elas se “movimentam”, p. ex., com o surgimento da UDR brasileira. No que se refere aos “movimentos dos oprimidos” (LGBTs, negros, antiglobalização etc.), geralmente se negligencia as suas determinações de classe (econômica, política e ideológica) e se privilegia sobretudo as suas demandas, como se estas fossem descoladas daquelas. De igual modo, isto se repete em relação aos movimentos do médio capital. Como os marxistas têm privilegiado movimentos cujas demandas se relacionam ao trabalho (emprego, terra, salário) ou à reprodução da força de trabalho (moradia, saúde, transporte, mulheres etc.), os demais permanecem num plano secundário e carecem de categorias teóricas mais precisas. Em vista disso, a principal contribuição teórica que propomos é oferecer alguns subsídios que supram estas lacunas: 1. Que se relacione as demandas/bandeiras dos movimentos dos oprimidos às suas determinações de classe; 2. Que se considere a possibilidade de as frações dominantes não hegemônicas também se organizarem em movimentos. Para uma melhor compreensão da nossa proposta, faz-se necessário definirmos qual é o entendimento que temos de “movimentos sociais” e qual é a sua articulação com as classes sociais: entendemo-los como representações defasadas de classe, do mesmo modo que os partidos políticos para Poulantzas; e em relação à articulação com as classes, defendemos a hipótese de que, teoricamente, os “movimentos” podem pertencer a todas elas, à exceção das frações hegemônicas. Isto se deve, de um lado, à autonomia relativa das instâncias e, de outro, às “práticas de classe”, reconhecidas ou não pelo Estado burguês. Neste sentido, eles são, em última instância, o efeito “empírico” da luta de classes numa determinada formação social, ao lado dos sindicatos e dos partidos. Como estes últimos, eles são a expressão das “práticas de classe” dentro dos limites impostos pelas próprias estruturas na cena política. A rigor, trata-se, portanto, de “movimentos de classe” que, no senso comum acadêmico e/ou fora dele, recebem genericamente a denominação de “movimentos sociais”.

 
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Las Bartolinas en el campo multiorganizacional del MAS-IPSP: la lucha por la representación política (#1563)
Luciana Jáuregui Jinés 1
1 - FLACSO.
Abstract:
El trabajo busca responder a la pregunta: ¿cómo se transformó la identidad política étnico clasista y de género de la Confederación Nacional de Mujeres Campesinas Indígena Originarias de Bolivia “Bartolina Sisa” en el proceso de articulación al MAS-IPSP (2004-2014)? Y en concreto analiza ¿cómo se desplegaron las diferentes aristas de la identidad política de las Bartolinas en distintos episodios de contienda política al interior del campo multiorganizacional del MAS-IPSP? El trabajo se inserta en los debates sobre la relación entre partidos y movimientos sociales y problematiza los cambios inherentes al proceso de institucionalización de los movimientos sociales.

 
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Cherán: la construcción de un proyecto político alternativo en tiempos del neoliberalismo (#1569)
Germán Rodrigo Del Río Gómez 1
1 - Universidad de Guadalajara.
Abstract:
En el contexto de la implementación en México de las políticas neoliberales, han tenido lugar de manera frecuente los casos de despojo y privatización de territorios comunitarios. Ante tal situación, comunidades y distintos grupos han configurado diversos “proyectos políticos alternativos” para hacer frente a los efectos de tales políticas. Esto ha dado lugar a que se generen formas de organización social y política que no necesariamente se encuentran supeditadas al dominio de la racionalidad económica y, en general, al orden hegemónico global. Tomando en cuenta lo anterior, se considera necesario poner atención en el modo en que dichas situaciones han tenido lugar. Primero, para describir los contenidos específicos de tales proyectos políticos; y segundo, para explicar los procesos que han posibilitado su construcción así como su reproducción interna, de tal modo que, hasta el momento, hayan logrado hacer frente tanto a las políticas neoliberales directamente como a las consecuencias indirectas de las mismas (como el crecimiento y fortalecimiento del crimen organizado). El estudio de estos procesos se considera importante en el marco de lo que actualmente se ha considerado una crisis civilizatoria y en donde aparentemente, en la práctica, existen pocas alternativas al capitalismo y a la democracia liberal-representativa. Con lo anterior, se presenta un acercamiento teórico-metodológico que permitió conocer los procesos socio-culturales que han facilitado la construcción y el sostenimiento del proyecto político de Cherán, en Michoacán, configurado a partir del levantamiento que tuvo lugar en el año 2011 en el que se expulsaron a los talamontes, al crimen organizado y a los partidos políticos, y en el que se ha adoptado un gobierno conforme a usos y costumbres. En ese sentido, se partió del supuesto de que el surgimiento, la construcción y reproducción de un proyecto político como el que tiene lugar en Cherán desde hace cinco años, se explicaría por una serie de prácticas socio-culturales que los sujetos de la comunidad han llevado a cabo desde poco antes del inicio del movimiento hasta la fecha y que les han permitido generar cierto consenso en la población (en los términos de la teoría de la hegemonía de Laclau y Mouffe) derivando en un gobierno alternativo. Así, en la ponencia se presenta un estudio de caso donde se explican los procesos que han permitido la configuración del proyecto político a partir de la observación de las “prácticas semióticas” al interior del movimiento, entendidas como procesos constructores de significado en los que las prácticas de los agentes interactúan con su lenguaje y otros sistemas simbólicos, y que tienen consecuencias políticas.

 
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Movimiento social: movilizador de resistencia y empoderamiento de las mujeres rurales en el Departamento del Atlántico, Colombia (#1611)
Ligia Esther Cantillo Barrios 1
1 - UNIVERSIDAD DEL ATLANTICO.
Abstract:
Las mujeres trasgredieron la impronta cultural patriarcal y judeocristiana que las excluye y margina. Por sus derechos han realizado acciones colectivas de organización y movilización social. Las rurales sufren doble discriminación por su sexo y origen, así, en el departamento del Atlántico han gestado un movimiento social, como resistencia para mejorar las condiciones de vida, empoderándose personal y colectivamente. El objetivo de esta ponencia, es señalar la importancia del movimiento social de mujeres rurales como factor de resistencia y empoderamiento. La misma surge de la investigación que realiza la autora: “Historia del movimiento social de mujeres rurales en el departamento del Atlántico”, la metodología es cualicuantitativa con enfoque etnográfico y técnicas que se utilizan son, encuestas y entrevistas. Los avances señalan que las mujeres rurales participan en diferentes organizaciones sociales (mixtas/mujeres). Se organizan entorno a necesidades familiares y comunitarias, logrando interlocución, reconocimiento estatal y social como sujetas de derecho, gestoras sociales y empoderamiento. Posicionaron el tema en las agendas públicas y privadas para su intervención social. Construyeron un movimiento social para la movilización, articulación, alianzas y experticias buscando justicia social y la equidad de género. Reconocen la inseguridad social producto del conflicto armado y su papel como conservadoras de la biodiversidad. Jelin (1987) afirma que la toma de conciencia del movimiento de mujeres, tiene doble lectura: Primero, reconocer su presencia en las luchas colectivas, que algunas veces se han independizado y han constituido movimientos propios de mujeres y segundo, afirmar la nueva realidad de su mayor presencia en lo público y con una creciente identidad de género. Con “la lucha colectiva” e “identidad de género” han generado resistencia no solo como derecho por la supervivencia, también, han elevado la calidad de vida y enfrentar los distintos tipos de violencia. Para Locke la resistencia tiene fines desde la comunidad política y las acciones producidas por pueblos y comunidades para mantener las condiciones básicas de sus culturas. López (2004) señala que la vida resiste en las orillas, y es el espacio, donde las mujeres se refuerzan sobre sí mismas, poniéndose a prueba, trasformando y gestando alternativas de salida, no solo como una fuerza ejercida contra otros, también para regenerar y transmutar la ética del cuidado; así, sus acciones se traducen en resistencia y creatividad. El empoderamiento es un proceso de largo alcance, Longwe y Clarke (1997) indican que permite obtener y mantener mayor acceso a recursos y bienestar y que requiere el involucramiento de los grupos objetivo para reconocer y superar sus propios problemas y que identificar las desigualdades entre hombres y mujeres es la clave para la trasformación. En conclusión, con la organización, las mujeres trascienden de las necesidades prácticas a las estratégicas y transforman las mentalidades estructurales de hombres y mujeres es una necesidad para la justicia social con equidad de género.