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martes 05/12 - Fac. Derecho / Sala 14
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Martes 05/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 14 |
Autogestão na produção habitacional e trabalho social: entre tensões e afirmações (#3776)
Cíntia Fidelis 1
1 - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Abstract:
O presente artigo tem como objetivo apresentar algumas reflexões emergidas da prática profissional junto ao movimento de moradia, mais especificamente junto às Comissões de Acompanhamento de Obra, Comissão de Representantes e Comissão Ampliada, ambas pertencentes ao Projeto Habitacional de Interesse Social por meio do Programa do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida - Entidades. Este ensaio é resultado de reflexões, estudos e pesquisas desenvolvidos por meio da prática profissional e como parte da dissertação de mestrado com o objetivo de discutir e apontar as expressões, possibilidades e tensões presentes no cotidiano profissional relacionando com a base teórica metodológica e operativa que orienta o exercício profissional do assistente social, do ponto de vista das relações de trabalho e nas possíveis mediações construídas no desenvolvimento do trabalho técnico social em processos autogestionários de produção do habitat. Para situar o lugar em que concretiza as ações do trabalho social do referido estudo é importante localizar os sujeitos deste e sua interação com a política de habitação, destacando o Programa Minha Casa Minha Vida – Entidades. O projeto em questão refere-se ao financiamento de 1104 unidades habitacionais, por meio do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades, na modalidade autogestão e administração direta e que envolve três associações proponentes, são elas: Associação Dos Trabalhadores Sem Teto da Zona Noroeste, responsável por 404 UH, Associação Anjos da Paz da Vila Santista, responsável por 400 UH e Associação Por Habitação Com Dignidade, responsável por 300 UH. Na produção autogestionária, a própria comunidade gerencia a produção da solução relacionada à sua habitação. A União Nacional por Moradia Popular define autogestão como; “ações em que a produção de moradias, ou a urbanização de uma área, ocorra com o controle dos recursos públicos e da obra pelos movimentos populares, pelas associações e cooperativas”. A forma de autoconstruir o processo não diz respeito à construção da moradia em si, tem a ver com o envolvimento dos sujeitos coletivos no processo e nas instâncias participativas que envolvem decisões para além do espaço da obra. Destacamos ainda que, o processo de autogestão não é algo pronto, definido, ou algo que é replicado em diferentes projetos como um modelo de organização, significa uma forma de conceber, planejar e produzir habitações de interesse social e que pressupõe um elemento fundamental no processo, conta com a “participação” dos sujeitos em todas as etapas do projeto. Compreendemos que esta prática possibilita aos participantes entender e perceber seu contexto, as determinações sociais, políticas e econômicas e a própria realidade. Nesta dinâmica, os sujeitos são protagonistas da luta, das conquistas e realizações, da própria história. Este movimento exige o esforço que parte do individual, mas tem como foco, a dimensão coletiva.  

 
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Cuando nuestro norte está en el sur: las tensiones de construir un discurso de derechos humanos desde abajo para los movimientos sociales (#3784)
Matías Pérez Volonterio 1
1 - Universidad Nacional Autónoma de México.
Abstract:
Actualmente en la mayoría de las sociedades occidentales los derechos humanos se han posicionado como un discurso referente en la arena pública. Este hecho ha llevado a que los actores que participan de ésta hagan referencia constante al mismo para alcanzar sus fines. En esta ponencia expondremos el análisis de las consecuencias del uso del discurso de derechos humanos para los movimientos sociales, desde la perspectiva de la colonialidad en diálogo con otras tradiciones de pensamiento crítico. Partimos de la hipótesis de que al interior de dicho discurso conviven dinámicamente una mirada colonial con una perspectiva flexible que podría articularse con caminos de liberación, las cuales abren la puerta para que se produzcan procesos de colonialidad del ser, así como reformulaciones desde la zona del no ser, cuando el discurso es utilizado por los movimientos sociales. Iniciamos el análisis en la constatación de un sistema mundo-patriarcal-moderno-colonial, que comienza a desarrollarse durante la conquista de América por Europa y se funda en la colonialidad del poder: un sistema global de desigualdad y dominación basado en la raza. Ligado, a su vez, a la colonialidad del saber que destaca el método analítico racional como la única forma válida de conocimiento. Al articularse estas dos formas de colonialidad, se configura la colonialidad del ser, conformada por zonas del ser y no ser. La zona del ser es habitada por el sujeto privilegiado del sistema mundo colonial: el varón blanco, heterosexual, burgués y racional. En contraposición, en la zona del no ser se ubican quienes históricamente han sufrido la interseccionalidad de opresiones sobre sus cuerpos. Sobre la zona del ser, pero amparado en la idea de neutralidad, se construyó históricamente el discurso de derechos humanos. Por tanto, al apropiarse los movimientos sociales contrahegemónicos de este discurso, abre la puerta para que se tensionen conflictivamente las zonas del ser y del no ser. Por un lado, basado en el potencial colonial de la dimensión hegemónica del discurso de derechos humanos el mismo puede contribuir a reproducir y reforzar una subjetividad colonizada en los movimientos subalternizados que tiende a ubicarlos en la zona del ser. Como contracara, el uso de los derechos humanos por los movimientos sociales puede abrir la puerta para que desde cuerpos disidentes el contenido hegemónico presente en los derechos humanos se desplace para dar lugar a otras formas de ser, sentir y pensar. Basados en este marco presentaremos un análisis cualitativo centrado en el estudio comparativo del caso de luchas por el derecho a la alimentación en México y Brasil. La apuesta es entender desde un caso concreto cómo se materializan dichas tensiones, así como las potencialidades y limitaciones de habitar desde lugares disidentes el discurso de derechos humanos.

 
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O movimento feminista colombiano e a inclusão do enfoque de gênero na construção de uma “paz eterna e duradoura”: uma análise do Acordo de Paz na Colômbia (#3787)
Pedro Barbabela De Mello Vilela 1
1 - PUC Minas.
Abstract:
O presente artigo busca analisar como a articulação dos grupos de mulheres na Colômbia no enfrentamento à violência de gênero influenciou no processo de deliberação do governo colombiano no que se refere a inclusão de um enfoque de gênero nos acordos de paz assinado entre as duas partes do conflito: as FARC e o governo. Ademais, busca-se analisar as ações de segmentos conservadores, principalmente aqueles ligados às igrejas evangélicas, que tiveram papel fundamental na reação contrária à centralidade da perspectiva de gênero. A hipótese do trabalho parte do entendimento de que por serem um grupo que sofreu diretamente com as ações violentas de ambas as partes durante o conflito, as mulheres começam a pressionar o governo enquanto grupo organizado, o que pode ser observado pela crescente entrada de mulheres em cargos políticos e por uma resposta mais imediata às demandas do segmento. Para desenvolver o presente artigo será empregada a análise de conteúdo de documentos produzidos pelo governo colombiano (como reports e os próprios acordos de paz) e por organizações de mulheres (como a Sisma Mujer) para compreender a centralidade da violência contra as mulheres no conflito e as ações estatais de combate a violência. Ademais, busca-se realizar entrevistas semiestruturadas via skype com indivíduos que trabalham diretamente com o tema em secretarias, conselhos e ministérios do governo colombiano, além de mulheres ativistas de organizações não governamentais.O esforço de despatriarcalização do Estado perpassa uma tentativa de inclusão de um enfoque de gênero que pudesse gerar justiça e reparação às mulheres vítimas do conflito. Porém, ao trabalhar com o gênero como fator central para a resolução do conflito, grupos conservadores se põem contrários a este movimento por temerem perder o status social. Palavras chave: Movimentos de mulheres. Enfoque de Gênero. Acordos de Paz. Colômbia.

 
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La queja encarcelada. Alcances de las teorías de la acción colectiva en el estudio de las demandas carcelarias (#3827)
Carolina D'amelio 1
1 - Universidad Nacional del Litoral.
Abstract:
  El siguiente trabajo se enmarca en la tesina de la licenciatura en Sociología donde se propone abordar las demandas carcelarias de los privados de la libertad de la Unidad Penitenciaria NO 2 de la ciudad de Santa Fe, que surgen como resultado de la interacción con las autoridades competentes. Se analizan los procesos de demandas a partir del análisis de las condiciones que posibilitan la demanda ,las formas en que se  despliegan y el  impacto  que tienen las mismas  en la vida carcelaria. El objetivo principal del trabajo es la  realización de una lectura de las demandas carcelarias, desde la teoría de los movimientos sociales y las acciones colectivas para pensar la clave explicativa que estas teorías pueden aportar a dichos procesos, que han sido objetos de estudio privilegiados de la sociología del encarcelamiento. Esta rama, que se desprende de la criminología,  se ha preguntado desde sus inicios los factores que afectan la naturaleza del orden en las cárceles. El  punto de partida de estas reflexiones , surge de la clásica pregunta: ¿Por qué en un ambiente extraño u hostil, en el que el número de prisioneros supera al de guardianes, los primeros no derrocan a los segundos? Frente a las explicaciones basadas en la administración y la ruptura de la sociología del encarcelamiento, en las que la acción tiene carácter reactivo a desajustes sistémicos, se aborda la acción en clave de “acción colectiva proactiva”. Estas teorías  ponen el foco en las personas que llevan adelantes las demandas y proponen un carácter político y estratégico de la acción, como sus  efectos en la constitución de un actor colectivo.   En primer lugar, el trabajo busca identificar las condiciones que posibilitan la emergencia de las demandas carcelarias. En un contexto como el carcelario donde abundan las privaciones,  las demandas, sin embargo, no son producto directo de la necesidad. En este sentido las condiciones que afectan surgimiento de demandas  dependen de otros factores asociados  a los contextos políticos-institucionales  de la Unidad Penitenciaria NO 2,  las relaciones particulares que se desarrollan  entre los internos y las autoridades; y   los  recursos disponibles, tanto materiales ,simbólicos  y sociales.  En segundo lugar, se busca  diferenciar las modalidades de realización de las demandas, describiendo los diferentes repertorios- estrategias utilizados por los privados de la libertad.  Una de las hipótesis sobre la que se pretende echar luz es que el desarrollo de diferentes procesos de demandas (formales/ informales, individuales/colectivos) depende de los recursos-oportunidades-redes que poseen las personas privadas de su libertad. Pensando en un marco conceptual flexible , como una caja de herramientas,  intentamos  recuperar aquellos conceptos que nos permitan no solo el análisis de acciones de demandas colectivas, si no también individuales. 

 
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Luchas sociales en Uruguay. Problemas y desafíos ante las transformaciones de la hegemonía progresista. (#3842)
Diego Castro Vilaboa 1
1 - Universidad de la República. Estudiante del Doctorado en Sociología de la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, México.
Abstract:
En esta ponencia me propongo presentar algunas reflexiones vinculadas a la modalidad de constitución de la hegemonía progresista en Uruguay y su impacto en las luchas y movimientos sociales, las mismas derivan de la investigación en curso “Movimientos antagonismo en México y América Latina”[i]. Primero, es necesario señalar que para comprender la conformación del consenso hegemónico progresista uruguayo es imprescindible tomar en cuenta el proceso histórico de las luchas sociales en el país y su estrecha relación con el Frente Amplio desde la década del sesenta y setenta como fuente de legitimidad social. Por otro, aquellos elementos que conformaron las bases materiales del “pacto distributivo”, por medio del cual por un determinado tiempo creció el empleo y los salarios a la vez que lo hacían las ganancias del capital. Dicho pacto se sostenía en el auge de los precios de las comoditties y el aumento de la inversión extranjera directa. Sumado a este proceso general, observamos un fenómeno que denominamos “confusión” (Castro et al, 2014) que imperó en los movimientos sociales frente al nuevo escenario que supuso la victoria del Frente Amplio en el 2005, esta relación estuvo signada por la notoria recuperación del empleo y el salario real, y la articulación de variados mecanismos de institucionalización del conflicto social, que implico en varios casos la pasivización (Modonesi, 2016) de las luchas. No obstante, en la actualidad, debilitado el precio internacional de las comoditties las condiciones materiales para sostener el pacto distributivo se resquebrajan. Así como las posibilidades de alianzas regionales, con Argentina y Brasil. Frente a las primeras señales adversas de la economía el gobierno tomo medidas mayormente sobre el trabajo y las políticas sociales (presupuesto educativo y de salud, tarifas públicas, pautas gubernamentales para los consejos de salarios del sector privado y ajustes impositivos), frente a ello en los últimos dos años se concentraron una serie de acciones colectivas para limitar y/o impugnar las medidas más regresivas. Esto supone cierta reactivación incipiente del carácter antagónico de los movimientos sociales uruguayos. En un escenario de cambios regionales y avances conservadores se instalan nuevos desafíos. En todo caso, será necesario que el protagonismo político concentrado en la esfera gubernamental sea retomado por los movimientos, en un doble esfuerzo por defender los derechos conquistados y reabrir horizontes de transformación que disputen los sentidos conservadores de las fuerzas en pugna.                   [i] Proyecto PAPIIT 302716, coordinador Dr. Massimo Modonesi (UNAM)

 
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As bandeiras de luta do MTST Movimento dos Trabalhadores Sem Teto no Brasil. (#3845)
Jean Isidio 1
1 - UEG Universidade Estadual de Goiás.
Abstract:
 AS BANDEIRAS DE LUTA DO MTST MOVIMENTO DOS TRABALHADORES SEM TETO NO BRASIL. Temos como objetivo compreender quais são as bandeiras de lutas do MTST Movimento dos Trabalhadores Sem Teto no Brasil. A construção de práticas políticas dos movimentos sociais urbanos surgem à partir de demandas sociais ocasiondas pelas mudanças ocorridas no modo de produção capitalista. Tais transformações alteraram radicalmente a arquitetura da cidade e passou a segregar grupos sociais específicos de trabalhadores sem teto que não conseguem adquirir a própria moradia. Tal cenário de exclusão tornou-se, com o passar do tempo, um terreno fecundo para emergir movimentos sociais articulados que reivindicam o direito a moradia urbana. Analisar a trajetória de militância política, a atuação  o MTST e a luta pela moradia urbana são eixos centrais de reflexão em nossa pesquisa. Contudo, estamos diante de um objeto e uma problemática de pesquisa que precisa alargar o campo de estudos teóricos que observe de perto esse fenômeno social e retire daí experiências coletivas que são vitais dentro do campo da Sociologia dos Movimentos Sociais. Nesse sentido, foram selecionadas as produções teóricas que contribuíram fundamentalmente para a reflexão social sobre os movimentos sociais urbanos, cabe destacar os trabalhos de Bottomore (1970), Melucci (2001), Gohn (2012), Touraine (1977),  Frank & Fuente (1989), Castels (1980), Lojkine (1985),  Viana (2015), dentre outros foram acionados aqui afim de evidenciar o referencial teórico em debate.

 
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Tema de la investigacion: mecanismos de influencia de la Federación de Juntas Vecinales como actor político estratégico, considerando si ésta organización política es grupo de presión o movimiento social. (#3854)
Juan Acahuana 1
1 - universidad publica de El Alto.
Abstract:
  El presente trabajo de investigación, pretende mostrar la importancia, y seguimiento de hechos coyunturales de una organización social que marcó puntos de inflexión en su trayectoria política, social, en diferentes etapas y acciones colectivas pormenorizadas; nos referimos específicamente de la Federación de Juntas Vecinales de la ciudad de El Alto, que representa a todas las juntas vecinales de cada distrito y zonas barriales. En el ámbito de la política nos permite analizar y describir, la realidad social y política enlazada con la gestión pública que construye misiones satisfechas, en términos categoriales de la ciencia política y sociología, la influencia al que se tiene en relación con el Gobierno Municipal a partir de la construcción de planificación, programas.   Por la misma razón, la temática guiará a entender el fenómeno político de comportamiento social, en términos de asamblea comunitaria, ¿toma de decisión?, por tanto se formula la siguiente pregunta para la investigación: ¿cuáles fueron los mecanismos de influencia de la Federación de Juntas Vecinales en torno al Gobierno Autónomo Municipal de El Alto? Su participación política y situaciones en las cuales la sociedad contribuyen directa o indirectamente en la incidencia política coyuntural, frente a las instituciones estatales, para ello, se determinará a la Federación de Juntas Vecinales como actor político, que se desenvuelve como ¿grupo de presión o como movimiento social?, es decir, se establecerá los comportamientos colectivos social y representativo. Sin embargo es importante, recordar cuales son los niveles de participación de los representantes, de la FEJUVE[1] En la gestión pública del Gobierno Autónomo Municipal de El Alto, según las instancias normativas ambas partes desarrollan un trabajo colectivo, en términos de toma de decisiones que les incumbe la realización de la planificación y elaboración de políticas públicas. Como se podrá ver en el apartado del resumen sobre la FEJUVE, de la ciudad de El Alto, una organización que con el transcurso del tiempo jugó un papel muy importante en las luchas sociales a nivel local que configuran el orden político imperante, su participación y de qué manera influye las juntas vecinales frente al gobierno municipal de El Alto.   [1] Federación de Juntas Vecinales, organización social de la ciudad El Alto-Bolivia, fundada en los años 60º como instrumento de intervención entre la sociedad civil y el Estado, para canalizar demandas locales y regionales Entendemos el valor que tiene la contribución de la memoria cultural, lo que el objeto han pensado acerca de la realidad ya que nos ayuda a comprender mejor el mundo y por tanto a nosotros mismos; así como el diálogo es la construcción del conocimiento la comunicación y convivencia entre iguales, constituyen el fundamento de nuestro pensamiento y moldean nuestra forma de sentir y percibir la realidad.

 
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Mudanças no sindicalismo rural brasileiro e o surgimento de novas categorias específicas de representação política (#3920)
Everton Lazzaretti Picolotto 1; Luis Fernando Moraes do Nascimento 1; Anna Victoria Silva Guerra 1
1 - Universidade Federal de Santa Maria.
Abstract:
O sindicalismo dos trabalhadores rurais no Brasil é um dos ramos com o maior número de sindicatos (cerca de quatro mil) e um dos únicos que tem registrado aumento de filiações nas últimas décadas (17% em 1992 para 24% em 2012). Este sindicalismo vem passando por mudanças expressivas nas últimas décadas, marcadas pela emergência de novas identidades que lutam por reconhecimento de sua diversidade, por projetos de desenvolvimento e pela constituição de formas próprias de representação política. O objetivo deste trabalho é analisar as mudanças ocorridas no campo sindical com a emergência de novas identidades políticas, projetos e organizações sindicais específicas de agricultores familiares e de assalariados rurais. O trabalho baseia-se na análise de documentos e em entrevistas com lideranças das organizações sindicais. O sindicalismo rural brasileiro for regulamentado na década de 1960, seguindo o modelo do sindicalismo corporativista urbano. Foi estruturado na forma de representação paralela entre patrões e trabalhadores. O sindicalismo dos trabalhadores rurais foi organizado na forma de Sindicatos dos Trabalhadores Rurais (STRs) ao nível dos municípios, nas Federações de Trabalhadores na Agricultura (FETAGs) nos estados e na Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (CONTAG), órgão sindical superior em nível nacional. Toda a diversidade de grupos sociais e de situações de trabalho rural foi enquadrada na categoria eclética de trabalhador rural, sejam eles assalariados, pequenos proprietários, posseiros, entre outros. Desde os anos de 1980 vem ocorreu certa “implosão” da categoria trabalhador rural e a emergência de diversas identidades políticas como organizadoras de novas opções organizativas e projetos para o mundo rural, tais como: sem-terras, empregados rurais, fumicultores, suinocultores e, mais recentemente, agricultores familiares. Foi a partir dos anos de 1990 que a Contag passou a operar mudanças internas quando assumiu a agricultura familiar como seu público prioritário e adequou o seu programa político para a construção de um Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável centrado na agricultura familiar, secundarizou outras bandeiras tradicionais, como a reforma agrária e os direitos trabalhistas. No entanto, na representação da agricultura familiar tem enfrentado concorrência de outras organizações sindicais e não sindicais, tais como a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (FETRAF), criada em 2001, o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), criado em 1996, entre outras que mobilizam agricultores sem terra, segmentos de agricultores de base familiar e de populações tradicionais. Desde 2015 também passa a contar com a coexistência de uma organização própria de assalariados rurais: a Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados Rurais (CONTAR). Esta situação nos faz levantar a hipótese do desenvolvimento de uma situação de pluralismo sindical no campo brasileiro. Existem diversos atores concorrendo em um “campo de forças” por projetos políticos e de agricultura, recursos e a representação dos diversos segmentos de trabalhadores do campo.

 
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Cicloativismo e a luta pelo direito a cidade no Brasil (#3938)
Fernando Barcellos 1
1 - Universidade Federal Fluminense.
Abstract:
O trabalho tem como hipótese que ação dos cicloativistas tem impactos na sociedade e nas ações governamentais, tendendo a absorver em algum grau as demandas dos cicloativistas. O objetivo reconhecer a participação cicloativistas dentro do campo dos movimentos sociais que influenciam os campos temáticos e de formulação de políticas em torno das questões ambientais, sociais e urbanas.   O objetivo é alinhar semelhanças e diferenças na ação cicloativistas em conflitos dentro dos Estados; perceber semelhanças e diferenças ação cicloativistas entre os Estados, buscando especificidades. Ainda no campo dos conflitos socioambientais, a pesquisa objetiva explorar concepções e manifestações dos Cicloativistas sobre natureza, clima, cidades, desigualdades sociais e planejamento urbano. Pretende-se levantar ações ligadas a questão climática e de poluição do meio ambiente que os cicloativistas se envolveram. No que se refere à luta pelo direito à cidade, a pesquisa tem como objetivo perceber diferentes concepções de direito, buscando noções de democracia e justiça. Pretende-se perceber princípios de justiça hegemônicos que influenciam o habitus jurídico da cultura Cicloativista. Para isso, a pesquisa buscará conhecer diversas formas de ação cicloativistas frente Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, nas esferas locais, estaduais e nacionais. A pesquisa pretende resgatar a participação dos cicloativistas na inserção da mobilidade por bicicleta nos planos governamentais brasileiros, em especial, no Plano Nacional de Mudança do Clima, na Política Nacional de Mobilidade Urbana, na política Nacional de Mobilidade por Bicicleta, na Conferencia das Cidades, na formulação de leis de transito, planos diretores etc. Pretende-se resgatar em que medida, na visão dos cicloativistas, as ciclovias representam o instituído e ou anunciam o instituinte na realidade do transporte por bicicleta no Brasil. No que se refere aos objetivos ligados ao campo temático dos movimentos sociais, a pesquisa tem como objetivo estudar aspectos em comum dos cicloativistas na America Latina. Pretende-se resgatar redes internacionais de cooperação e produção de saberes. Com isso, acredita-se ser possível apontar campo político de atuação, ou não, que se configura na America Latina, influenciando o campo mais geral de pautas dos movimentos sociais.   Com isso, será possível perceber habitus incorporados e perdidos, assim como culturas políticas e jurídicas que se consolidam. Estudar as formas de expressão dessas demandas, através de estudos, atos públicos, documentos, congressos, boletins e jornais. Conhecer as tensões inerentes ao processo de organização e ação dos cicloativistas, buscando como ele foi socialmente constituído e negociado ao longo do tempo. Analisar  indefinições na constituição de diretrizes, possibilidades descartadas e sendas escolhidas. Dentro desse repertorio de ações, pretende-se resgatar e analisar noções, categorias e conceitos utilizados pelos grupos cicloativistas, buscando relacoes com os conflitos e lutas estao inseridos.

 
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Desafios da intervenção social destinada a pessoas imigrantes no Québec, Canadá, em contexto de políticas públicas neoliberais (#3944)
Arthur Pecini 1
1 - Universidaté de Montréal.
Abstract:
Nossa apresentação visa discutir os desafios organizacionais e obstáculos para a prática de intervenção social no âmbito de organismos comunitários (não governamentais) na área da integração profissional destinada a pessoas imigrantes no Québec, Canadá. Ela faz parte de uma revisão bibliográfica no quadro de um projeto de doutorado em Antropologia que trata das estratégias e práticas de trabalhadores sociais num contexto de sub-financiamento e de conflito entre orientações governamentais e valores que animam a prática da intervenção social no âmbito dos organismos comunitários. O Canadá recebe em torno de 250.000 imigrantes por ano e a província do Québec recebe entre 45.000 e 50.000 imigrantes, dentre os quais, 60 % são “trabalhadores qualificados”, selecionados por suas competências profissionais e pela capacidade que têm de contribuir ao desenvolvimento econômico e social deste país (Statistiques Canada, 2014). Embora estes imigrantes tenham um nível de educação maior que a população nativa, eles encontram dificuldades para se inserir ao mercado de trabalho (Fourcier et Handal 2012; Germain & Trinh, 2010). Com o objetivo de contribuir para a inserção profissional dos imigrantes, o governo quebequense destina serviços sociais para pessoas imigrantes desde 1991, quando um acordo é assinado com a instância federal em que se estabelece o repasse de fundos para seu financiamento (Chicha et Charest 2008). Se até os anos 2000 os serviços sociais oferecidos pelo governo quebequense eram centralizados em instituições públicas, esse quadro se altera com o contexto de austeridade econômica e a adoção de políticas públicas neoliberais e de governança que estabelece regras e critérios para a gestão destes serviços. Embora o governo reconheça os organismos comunitários como parceiros que guardam uma certa autonomia crítica frente ao Estado e a capacidade de definirem os valores e objetivos das intervenções, os organizadores destes organismos manifestam preocupação quanto à “autonomia” relativa de suas ações. Baseados em valores de solidariedade, de justiça social e de luta pelos direitos dos cidadãos, os organizadores comunitários questionam suas atuações enquanto fornecedores de serviços públicos e terceirizados pelo Estado (Reichhold 2010). À partir de uma revisão de pesquisas sobre os desafios da oferta de serviços sociais que visam a integração profissional num contexto de políticas públicas neoliberais, nossa apresentação visa a explorar os efeitos destas políticas públicas sobre a autonomia relativa que os trabalhadores sociais têm de se manterem próximos aos valores e missões dos organismos comunitários, bem como os efeitos sobre o trabalho destes atores et sobre as trajetórias de inserção ao mercado de trabalhos dos usuários dos serviços.

 
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Tendências e desafios das lutas sociais no Brasil e na América Latina: para qualil estágio da luta de classes? (#3951)
Tássia Monte Santos 1
1 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
A busca pela apreensão das principais tendências contemporâneas das lutas e dos movimentos sociais, no Brasil e na América Latina, consiste no objetivo central da nossa problematização, neste ensaio, que ora apresentamos como síntese pontual de uma longa, desafiadora e atualíssima problemática teórica e histórica do tempo presente. À análise dos movimentos e lutas sociais, em particular dos países latino-americanos, consideramos a condição econômica dependente e a diversidade da formação histórico-social dos países dessa região continental; a debilidade democrática que marca a relação histórica entre Estado e Sociedade civil; a configuração e resvalação da luta de classes na agenda dos direitos sociais; e por fim, o papel dos sujeitos coletivos na conquista e expansão da cidadania, bem como na busca pela construção de uma sociedade realmente democrática. No contexto de barbárie global em que vivemos, especialmente, na infernal periferia capitalista, onde a desigualdade social chega a níveis brutais e insuportáveis, as contradições sociais tendem a dinâmicas extremas e, por vezes, imprevisíveis. Em geral, tais contextos podem favorecer tendências ideo-políticas apáticas, obscurantistas, polarizadas em forças sociais conservadoras, ou no seu oposto, isto é, numa reação progressistas e ou anti-sistêmica, postulada por setores populares. Quando em ambiências históricas eclodem forças sociais politicamente organizadas e, que, em polos opostos, acirram a luta por hegemonia, as contradições inerentes ao sistema capitalista se explicitam num nível mais elevado, pois transpõe o nível da naturalização, seja para o nível corporativo, seja na perspectiva catártica. Ressaltar, assim, a importância das lutas e dos movimentos sociais em torno da ampliação e consolidação de direitos (políticos, sociais e humanos), significa enxergar o sentido histórico fundamental que a luta de classes determina e opera nas mais diversas conjunturas e contextos históricos. Situá-los na dinâmica contemporânea de crise do capital e buscar apreendê-los nas expressões particulares que ganham, no Brasil e na américa latina, é uma tarefa crítico-ontológica desafiadora e central, na medida em nos parece uma condição teórico-metodológica essencial para enxergar os potenciais políticos organizativos e a manifestação dos níveis de consciência da luta de classes. Ademais, as práticas organizativas dos mais diversificados movimentos sociais e as lutas sociais postuladas por esses organismos podem, em determinadas conjunturas, servir de termômetros imediatos para medir o nível de correlação de força da luta de classes, ou apontar para qual direção as lutas sociais presentes no interior da sociedade concorrem.  

 
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Visibilizar la protesta: resultados y efectos del poder estudiantil en Argentina y Chile (#3961)
Gabriela Gonzalez Vaillant 1
1 - Universidad Católica del Uruguay.
Abstract:
Hay grandes debates en torno a las variables que explican la posibilidad de los movimientos sociales de obtener concesiones y logros como resultado de los procesos de movilización colectiva. La noción de “éxito” dentro de los movimientos sociales ha sido ampliamente problematizada y cuestionada.  Con el fin de adentrarse en esta problemática y contribuir a dicho debate, este trabajo presenta un análisis comparativo de movimientos estudiantiles chilenos y argentinos de las ultimas décadas (1997-2011). Aborda la temática a través de un análisis de las características de los eventos de protesta y su impacto sobre dos factores que pretenden servir como indicadores del poder relativo de los movimientos sociales, a saber, a) la visibilidad de los eventos de protesta; y b) la probabilidad de que exista represión y violencia en el evento. El trabajo busca analizar los efectos que tienen los sistemas de alianza, el tipo de demanda y las tácticas empleadas por los estudiantes en las probabilidades de los estudiantes de conseguir lo que piden. Aunque se parte de la premisa -ya abordada ampliamente por la literatura- que el éxito de la protesta no es algo fácil de definir a priori, medir o cuantificar, el abordaje echar luz sobre los procesos de articulación y concesión de demandas y problematiza algunos indicadores que se pueden emplear para su análisis. A través de la utilización de modelos estadísticos y entrevistas en profundidad a líderes estudiantiles, el trabajo teoriza en torno a las fuentes de poder de los movimientos estudiantiles y los movimientos sociales en general. Se evalúa la importancia de contexto social e histórico para comprender los resultados de la protesta.

 
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Los rumbos de los movimientos sociales de América Latina en el capitalimo neoliberal de la primavera al otoño. (#0900)
Pablo Casillas 1; Norma Angélica Cortés 1
1 - Universidad de Guadalajara.
Abstract:
El arribo del nuevo modelo económico neoliberal del sistema capitalista y el cambio de la geopolítica mundial en 1980, hacia la tendencia de un Gobierno Mundial, con todo lo que significó en razón del cambio del significado del Estado de Bienestar y de las políticas keynesianistas por un Estado de competencia y menos social y una geopolítica que hoy se empieza a definir, en una segunda fase de ofensiva del capital, en “ultraneoliberal”, en la que se deprecio el valor de la fuerza de trabajo, su poder adquisitivo y la estabilidad laboral, constituyeron las contradicciones sociales y económicas del sistema capitalista neoliberal necesarias que produjeron los movimientos sociales antisistémicos, antiglobalifólicos, alternativos, etc. en América Latina. En este contexto, hubo un despliegue, a finales del siglo XIX, de movimientos sociales anticapitalistas en una región latinoamericana que se configuraba en tres tendencias: de carácter neoliberal, de carácter socialdemócratas y de socialismos latinoamericanos. Las tendencias neoliberales eran marcadamente en México, Colombia, Costa Rica, etc.; la tendencias socialdemócratas pintaban en países como Chile, Argentina y Brasil; en cambio, países como Venezuela, Ecuador y Bolivia, se definían comos socialistas latinoamericanos, ya sea socialismo del siglo XXI o Socialismo Comunitario, Plurinacionales, Pluriétnicos y Plurinacionales. En éstos países los movimientos sociales transcendieron su insurgencia y arribaron al poder en el que han logrado mantenerse en él en los llamados gobiernos progresistas. Sosteniendo la hipótesis de que han entrado en crisis, ya sea por problemas endógenos o por influencias exógenas. Nuestro interés aquí es observar una pregunta central: ¿Cuáles son esos problemas endógenos y exógenos que los hicieron entrar en crisis? ¿Acaso fue el sistema capitalista y la lógica del capital neoliberales que impidió la trascendencia de los gobiernos progresistas? ¿Fue o no el propósito de los gobiernos progresistas el transformar el capitalismo? ¿Hubo una institucionalización de los movimientos sociales, una burocratización y una aristocratización de sus líderes que impidió la transcendencia de los gobiernos progresitas? ¿Hubo contradicciones estructurales, culturales y políticas entre las autonomías comunitarias y la razón del Estado para que los gobiernos progresistas no trascendieran? Estas preguntas son el hilo conductor de análisis en la coyuntura actual de A. L., que me propongo desarrollar.