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martes 05/12 - Fac. Derecho / Sala 13
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Martes 05/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 13 |
Ações Coletivas e o Uso das Redes Sociais Virtuais: a experiência do Ocupa MinC RJ (#3480)
Leticia Cardoso Prata 1;
Janaina Machado Simões 1; Marina Teixeira Gonçalves 2
1 - UFRRJ. 2 - UFRGS.
Abstract:
Diante de uma série de conflitos que marcaram o contexto político brasileiro nos últimos anos, verifica-se o aumento de ações coletivas de resistência e de mobilização social. Conforme Misoczky, Flores e Silva (2008, p. 12), a realidade latino-americana, “é marcada pela atuação política de movimentos sociais combativos que, à sua maneira, tomam parte nas questões que os afetam e, assim, constroem a sociedade e o Estado”. Ações de ocupação de espaços públicos vem sendo observadas no Brasil, sendo fortemente marcadas pelo uso da internet. Assim, esse trabalho objetiva analisar o uso das redes sociais virtuais pelo movimento Ocupa MinC RJ. Tal iniciativa de ocupação é formada por artistas, profissionais da cultura e sociedade civil organizada. Sua instalação ocorreu na sede regional do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro e, posteriormente, na antiga casa de shows Canecão, pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro. ?As discussões teóricas sobre os movimentos sociais de ocupação, têm destacado impactos do uso da internet em sua dinâmica de atuação. Segundo Tavares e Paes de Paula (2013), as redes sociais virtuais são espaços de fortalecimento das lutas sociais. Embora os movimentos sociais não se limitem apenas ao ambiente virtual, as redes sociais virtuais representam uma nova ferramenta para a mobilização da sociedade. Quanto à metodologia, este estudo possui caráter qualitativo e o seu processo de coleta de dados delimitou-se ao conteúdo presente na página do movimento Ocupa MinC RJ no Facebook durante o período entre 02/06/2016 e 30/09/2016, respectivamente, a data de criação e de fim da ocupação. Para a análise do material coletado, foram criadas as seguintes categorias: tema, subtema, data de cada postagem, link gerado, números de comentários, números de curtidas, número de compartilhamentos, conteúdo escrito e arquivamento da imagem postada.  ?No que diz respeito aos resultados da pesquisa, constatou-se que aspectos como: divulgações de eventos promovidos pelo movimento, textos de crítica política e arrecadação de doações foram temas recorrentes nas postagens da página Ocupa Minc RJ. Pode-se verificar também a importância das manifestações culturais para a dinâmica do movimento, diante de eventos como: apresentações artísticas na ocupação, oficinas e exibições de filmes. Além disso, foram recorrentes postagens críticas à conjuntura social brasileira e divulgações de atos políticos. Portanto, conclui-se que as redes sociais virtuais possuem importante função de mobilizar, difundir e articular movimentos sociais de ocupação no contexto brasileiro.   REFERÊNCIAS: MISOCZKY, M. C.; FLORES, R.; SILVA, S. Estudos organizacionais e movimentos sociais: o que sabemos? Para onde vamos?. Cadernos EBAPE.BR, v6, n3 p1-14, 2008. TAVARES, W.; PAES DE PAULA, A. P. Movimentos Sociais em Redes Sociais Virtuais. In: XXXVII Encontro da ANPAD, 2013, Rio de Janeiro.    

 
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As matrizes energéticas na transformação socioespacial andino-amazônica no Peru (#3486)
Leandro Bonecini De Almeida 1
1 - CPDA/UFRRJ.
Abstract:
A Região andino-amazônica no Peru passa por intenso e crescente processo de reorganização sociogeográfico. O impacto sobre a região, derivado de uma nova etapa de expansão capitalista, promove o encontro contraditório de formas societárias distintas com suas diferentes formas de organização do espaço geográfico. A fronteira norte peruana foi marcada pela disputa por territórios com o Equador, o que resultou na Guerra Peruano-Equatoriano (de 1858 a 1860 e em 1941); e na Guerra de Cenepa, em 1995. No Distrito de Cenepa, Província de Condorcanqui na região-estado de Amazonas, fronteira com o Equador: onde os povos herdeiros dos jívaros são os awajún e huampís.Uma disputa generalizada por territórios que, na Amazônia, sempre se fez através de dominação/alianças com comunidades indígenas. Os awajún pelo censo de 2007 são a segunda maior população amazônica depois dos ashaninka, com 55.328 membros, ocupando territórios dos estados (regiones) do Amazonas, Cajamarca, Loreto e San Martín. Esse povo estabeleceu de maneira permanente o contato “externo” há apenas 50 anos, quando o estado financiou a colonização no Alto Marañón. Em junho de 2009 os indígenas e povos na localidade do bloqueio do Segundo Paro Amazônico foram atacados pela polícia durante a madrugada: o se conhece como o Massacre em Bagua ou Baguazo, na Provincia de Condorcanqui. No estado peruano de Cajamarca, nos Andes ao oeste do estado Amazonas, há acentuados conflitos ligados à mineração: 44% do seu território é concesionado para mineração, principalmente nas zonas centro-sul. Se destaca a presença das Rondas Camponesas, urbanas e indígenas de Cajamarca. Se estima que 20,23% do território nacional estão concessionados para mineração; enquanto 43,63% dos territórios camponeses têm concessões mineiras e 1,4% dos territórios de “comunidades nativas” têm concessões mineiras. A conflitividade derivada das intervenções da mineração, das matrizes energéticas baseadas em hidrelétricas e a exploração de petróleo e gás sinalizam regionalizações e adaptações dos ordenamentos territoriais e das territorialidades. No Peru, 66,3% dos territórios indígenas estão sobrepostos por lotes petroleiros; e o equivalente a 84% da superfície da região amazônica peruana estão loteados para este “fim” - propósitos que nos sinalizam, e nas resistências, novas relações sociais, das radicalidades democráticas, novas relações com a natureza. Consideram-se os conjuntos de infraestruturas associadas, como suporte material desta expansão, e as políticas de integração territorial nacional e regional-continental dos Andes e Amazônias. Fenômeno acentuado a partir dos anos da década de 1960 com a construção de estradas, para “ocupação” da Amazônia, ignorando a ocupação milenar dos indígenas e outros povos: começa, então, o período dos grandes projetos hidrelétricos e de exploração mineral, subsidiados com incentivos fiscais, nos vales habitados por povos e movimentos sociais andino e amazônicos, gerando conflitos que transcendem diferentes temporalidades e escalas.

 
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Às vezes se perde o telhado pra ganhar as estrelas: a Vila Autódromo como símbolo de resistência contra as remoções na cidade do Rio de Janeiro (#3576)
Gabriela Izabel De Alvarenga 1;
Leonardo Vasconcelos Cavalier Darbilly 1
1 - UFRRJ.
Abstract:
As ações implementadas por diferentes movimentos sociais têm sido objeto de diversos trabalhos na área de estudos organizacionais críticos, tendo em vista que elas são capazes de possibilitar diferentes formas de a sociedade se organizar e manifestar suas demandas, viabilizando que o coletivo atue de forma heterogênea em prol de um consenso (DUSSEL, 2007; MISOCZKY, 2010; GOHN, 2011). No presente estudo, essa mobilização envolve a luta empreendida no âmbito de uma comunidade por parte de seus moradores com o intuito de sua permanência em tal localidade. A Vila Autódromo é uma comunidade localizada na Zona Oeste, no município do Rio de Janeiro, que tem sofrido uma forte especulação imobiliária devido ao processo de expansão da cidade. Esse interesse especulativo se ampliou sobremaneira com a chegada dos Jogos Olímpicos de 2016, já que a região, por decisão do poder público, foi escolhida para abrigar o Parque Olímpico, o “coração dos Jogos” (FREIRE, 2013). Assim, visando atender a essas predileções, o local passou por um processo de “empresariamento urbano” (SOUZA, 2001), uma política cujo objetivo era o de torná-lo palco de grandes investimentos públicos e privados. Para tanto, os moradores da comunidade Vila Autódromo deveriam ser removidos de suas casas, dando espaço às novas construções e interesses de cunho empresarial. Entretanto, um grupo de moradores da comunidade Vila Autódromo recusou-se a se deslocar para outro local ou receber algum tipo de indenização e, dessa forma, passou a lutar por seu direito de permanência, mesmo sob intensas pressões exercidas pelos atores ligados ao poder público. Essa luta contra remoções forçadas de assentamentos urbanos populares não se restringiu aos moradores da Vila Autódromo, envolvendo grupos diversos tais como o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, assim como pesquisadores, apoiadores e moradores de outras comunidades, que conjuntamente promovem ações coletivas que auxiliam no empoderamento dos movimentos sociais urbanos.  A partir disso, o objetivo deste estudo é analisar as práticas de resistências adotadas por esses grupos contra o processo de remoção realizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro na comunidade Vila Autódromo. Para tanto, realizou-se uma pesquisa qualitativa contendo dados coletados de contínuas participações da pesquisadora em eventos realizados na comunidade, as quais originaram notas de campo, fotografias e vídeos. Além disso, foram efetuadas pesquisas documentais por meio da análise do Plano Popular da Vila Autódromo e de reportagens dos meios de comunicação de massa, que possibilitaram que a pesquisadora conhecesse diversos aspectos atuais e do passado histórico da região. Por fim, foram realizadas entrevistas individuais por meio da utilização de tópicos guia.  Os resultados demonstram que as práticas levadas à cabo pelo grupo supracitado tornaram a comunidade um símbolo de resistência e exemplo para outras comunidades.

 
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Movimentos sociais e o princípio esperança (#3577)
Douglas Porto 1
1 - PUCRS.
Abstract:
No presente trabalho procuramos refletir acerca da importância da esperança para os movimentos sociais. Para essa empresa teórica mobilizamos o pensamento de Ernst Bloch, mais especificamente algumas categorias desenvolvidas por esse autor em sua magnum opus O Princípio Esperança. Também elegemos Axel Honneth como interlocutor privilegiado para a elaboração de nossas reflexões e para introduzir o pensamento blochiano na discussão teórica sobre movimentos sociais. Desta forma, buscamos lançar luz sobre a importância do afeto expectante esperança para a criação e conservação dos movimentos sociais. Consideramos que a questão da esperança carece de investigações sistemáticas dentro do campo das ciências sociais que se dedica ao estudo de movimentos sociais. Em geral, nas teorias, ou a esperança é ignorada ou é secundarizada e categorizada enquanto um elemento mágico. Portanto, o presente trabalho orienta-se pelo seguinte problema: a esperança, entendida enquanto um afeto expectante, tem alguma relevância para mobilizar os indivíduos para a ação política coletiva? Dessa problemática deriva-se o seguinte objetivo: investigar se os afetos expectantes, especificamente a esperança, possuem alguma importância para as mobilizações políticas coletivas, inclusive movimentos sociais.

 
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Para una crítica epistemológica. El desbordamiento de los movimientos sociales por la cración de vida en las luchas contemporáneas. (#3625)
Ever Sánchez Osorio 1; Manuel Garza Zepeda 2
1 - Centro de Investigación y Asistencia en Tecnología y Diseño del Estado de Jalisco, A.C. Laboratorio de Prospección Tecnológica (PROTEAA).. 2 - Instituto de Investigaciones Sociológicas - Universidad Autónoma Benito Juárez de Oaxaca.
Abstract:
En el campo de análisis de los movimientos sociales se observa, desde los años sesenta del siglo XX, una preocupación constante por adecuar los enfoques teóricos a las recurrentes novedades que se observan en las manifestaciones de la acción colectiva. Así, de los Nuevos Movimientos Sociales se pasó al análisis del Movimiento por la Justicia Global a fines de los años 90, y luego a los movimientos antiausteridad a principios de la segunda década del siglo XXI. En todas las discusiones y debates relacionados con estas adecuaciones, sin embargo, hay una noción que permanece: la categoría movimientos sociales. Nosotros argumentamos que es la propia categoría lo que habría que cuestionar. Así, la ponencia parte de una reflexión desde el marxismo abierto para discutir, en el marco de la vida cotidiana, los conceptos de acción colectiva y movimientos sociales, en un escenario de resistencias y luchas anticapitalistas en diversas partes del mundo, pero específicamente en México (desde una perspectiva teórica). Nuestra propuesta sostiene que los conceptos acción colectiva y movimientos sociales imponen dificultades para la comprensión de la lucha que despliegan diversos actores en la vida común u ordinaria. Algunas de estas problemáticas se presentan, metodológicamente, cuando plantean el problema de los efectos y consecuencias de los movimientos, minimizando la lucha a meros logros y/o aspiraciones políticas por parte de los manifestantes. En este sentido, la lucha se acota a una temporalidad delimitada que permite la valoración de sus alcances. Por otra parte, y como efecto de la concepción hegemónica de los términos, los sujetos sólo logran ser visibilizados en tanto están presentes en grandes colectivos que actúan públicamente en diferentes escalas: extractivistas, medioambientales, de género, indigenistas, magisteriales, etc. Una mirada distinta centrada en el escenario de la vida cotidiana indicaría que, más allá de esas concepciones, predominantes en el análisis actual, existe una lucha extrainstitucional, desinstrumentalizada del Estado y la existencia capitalista, en la que hombres y mujeres comunes experimentan formas de vida distintas, resistiendo, luchando en el día a día. Estos sujetos particulares (individual o colectivamente) existen en las sombras y están invisibilizados por sus modos de confrontar los mandos del mundo en que viven; paralelamente crean un mundo otro, intentan romper con el orden dado y constituido, viven. Estas experiencias demuestran que la lucha no se constituye en una temporalidad específica, fragmentada; la lucha es constitutiva de la vida misma en el mundo heterogéneo y fragmentado por los aires de la dominación capitalista.

 
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Iglesia católica y movimiento indígena. El Conselho Indigenista Missionário a instancias de la sanción de derechos constitucionales indigenistas en Brasil (1984-1988). (#3673)
Miguel Leone 1
1 - IEALC/UBA.
Abstract:
Con razón, muchos autores señalan que el reconocimiento de derechos indígenas en la reforma constitucional de Brasil en 1988 fue una contundente conquista del movimiento indígena local. En lo sucesivo, fue también una referencia obligada para otras reformas constitucionales del continente americano. Para conseguir tal objetivo, el movimiento indígena pudo contar con el apoyo (económico, logístico y de asesoría jurídica) de distintas organizaciones y entidades indigenistas (v.g. la Comissão Pró-Índio - CPI, el Centro Ecumênico de Documentação e Informação - CEDI, la Associação Brasileira de Antropologia - ABA, el Instituto de Estudos Socioeconômicos – INESC y la Coordenação Nacional de Geólogos-CONAGE, entre otras). En aquel escenario el Conselho Indigenista Missionário (CIMI) –perteneciente a la Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)– adquirió un papel fundamental. Ya en 1984 esta entidad había elaborado, junto a la Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), una sub-enmienda para ser adosada a la Propuesta de Enmienda Constitucional –presentada poco antes por el Poder Ejecutivo Nacional– a fin de que determinados derechos indígenas fueran reconocidos en la Carta Magna. A continuación, el CIMI se comprometió en la campaña Povos Indígenas na Constituinte, apoyando las acciones de la União das Nações Indigenas (UNI) en el Congreso Nacional y en los distintos Estados federales de Brasil. Finalmente, durante los diecisiete meses que duró la Asamblea, las acciones hechas por miembros del CIMI y abogados asesores contratados por la entidad funcionaron como canal de incorporación de las demandas indígenas. Esta ponencia practica una mirada retrospectiva sobre aquella particular coyuntura de la historia del movimiento indígena de Brasil y propone enfocar la lente sobre las formas de participación que el CIMI tuvo en ella. Un tal ejercicio intelectual promete dar herramientas para repensar las fronteras –siempre porosas– de los movimientos sociales –en este caso, el movimiento indígena; al mismo tiempo que revisar nuestras maneras de entender las relaciones posibles e históricamente existentes entre la Iglesia católica y los Pueblos Indígenas. El trabajo se inserta, a su vez, en un esquema de investigación más amplio en el que se estudian las acciones sostenidas por el Equipo Nacional de Pastoral Aborigen (ENDEPA) –perteneciente a la Conferencia Episcopal Argentina– en dirección a sancionar los derechos constitucionales indígenas en la Reforma de 1994. De esta manera, la ponencia propone analizar la experiencia brasilera en contrapunto con la experiencia argentina. Se apunta a generar los primeros elementos tendientes a comparar las formas de intervención en uno y otro caso nacional para luego profundizar en el estudio de la trasnacionalización de las prácticas y estrategias de lobby entre indigenismos eclesiásticos y movimientos indígenas de ambos países.

 
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Los movimientos estudiantiles en México. La defensa de la educación frente al neoliberalismo. (#3687)
Marcos Terán Peralta 1
1 - Universidad Autónoma de Querétaro.
Abstract:
El impacto que causan las protestas y los movimientos estudiantiles en la realidad social y política de un país, se debe en gran medida a la naturaleza de sus actores. En este sentido, uno de los tópicos que manejan estos movimientos son los que tienen que ver con la educación. Actualmente el proyecto neoliberal ha influenciado de forma importante las políticas que implementan los gobiernos latinoamericanos, en gran parte debido a la presión de los organismos financieros internacionales y a las agrupaciones empresariales. Uno de los campos en los que estos actores tienen interés es en la educación, especialmente la educación superior. Esto ha traído, como algunas de sus consecuencias, la sociedad del conocimiento y la consecuente mercantilización del mismo y de la vida en sí. Ante este panorama, los movimientos estudiantiles se presentan como una serie de resistencias que se forman para defender la educación pública, gratuita, de calidad y humanística. Es decir, una defensa contra los embates de las políticas neoliberales, que buscan estandarizar y lograr la máxima ganancia, ayudado por el debilitamiento y la corrupción de los gobiernos nacionales. En este sentido, la investigación tiene por objetivo analizar las demandas y el desarrollo de las protestas y los movimientos estudiantiles para identificar las acciones de defensa de una educación pública que está en la mira de los gobiernos neoliberales. Además, se tendrán en cuenta las particularidades nacionales entre las que se encuentran los ataques mediáticos, el crimen organizado y las violaciones a los derechos humanos. La relevancia del trabajo radica en identificar cuáles son las acciones que recurrentemente realiza el gobierno mexicano para imponer los requisitos neoliberales en la educación pública, la respuesta que tienen los grupos estudiantiles y el desenlace de las protestas y movimientos sociales. Sumado a lo anterior se plantearán los obstáculos o fortalezas a estos movimientos, enmarcados en el duopolio televisivo existente, la violencia, el crimen organizado y la corrupción.  

 
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A Rede Brasil sobre instituições financeiras multilaterais: agenda de negociação com os governos e ifms (#3704)
Valdir Alvim 1
1 - UFSC.
Abstract:
 O plano de investigação neste ensaio tem como objeto o protagonismo da Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais (Rede Brasil), criada em Brasília-DF em 1995, após dois anos de debates com organizações e movimentos sociais, oferencendo denúncias e resistências à ascenção do “neoliberalismo”, e com ele o surgimento de novas agendas. A Rede Brasil foi criada como proposta de servir de espaço institucional para viabilizar a busca de alternativas para as novas agendas das ações coletivas. Visava superar o status das iniciativas e ações individualizadas, fragmentadas e dispersas na nova realidade da luta dos movimentos sociais. O problema estava na ausência de uma práxis social coletiva que no enfrentamento dos problemas de interesse nacional. Isto permitiu que políticas de crescimento econômico acelerado em determinados países e setores aprofundassem as desigualdades, produzissem exclusão, aumentassem a violência, rapinassem os recursos naturais e destruíssem patrimônios coletivos e culturais importantes, colocando em risco as próximas gerações. A criação do espaço deveria contribuir decisivamente para a formação de mecanismos de participação coletiva e democrática, promover análises, reflexões e soluções para enfrentamento das crises globais e cíclicas do capitalismo contemporâneo. A expectativa era a de apresentar resultados mais amplos e eficazes para a atuação efetiva da Rede Brasil na elaboração conjunta das estratégias de financiamento do desenvolvimento, econômico e social, contidas nos projetos financiados pelo Grupo Banco Mundial (GBM), com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O método da investigação da pesquisa trata de buscar um conjunto de autores que em suas práxis na Rede Brasil, contribuíram com novas abordagens para a literatura contemporânea, servindo de referência para a melhoria da compreensão teórico-histórico-estrutural de um conjunto de orientações estratégicas de financiamentos internacionais fundamentados nos acordos multilaterais. Os documentos sínteses, fruto dos debates e editados num conjunto de livros produzidos pela Rede Brasil, orientavam-se pelo processo contraditório que tensionava para novas realidades da ação coletiva. Refletiam as preocupações das OSCs com a necessidade de se identificar e monitorar a amplitude, a diversidade e a complexidade das políticas de financiamento de caráter multilateral por parte destas IFMs. No caso brasileiro, a instituição da Rede Brasil teve papel importante na coordenação das atividades da sociedade civil em todo o país, e ainda manifestou o interesse na recuperação do papel do Congresso Nacional nos debates envolvendo os pressupostos para a elaboração do planejamento estratégico das IFMs.

 
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Cambia, todo cambia: “La evolución de los ex’s líderes del movimiento estudiantil y la percepción de la política chilena” (#3715)
Paola Andrea Palacios Nuñez 1
1 - Universidad de Playa Ancha.
Abstract:
El movimiento estudiantil chileno, naciente en el año 2001 y en ese entonces apodado con el nombre de “El Mochilazo”, en sus diferentes oleadas (2006: “ La revolución pingüina” y fuertemente en 2011: “ Movimiento estudiantil por la gratuidad”), ha utilizado las calles y los edificios educativos para expresar y externalizar sus demandas, mientras que en el plano de la política los y las dirigentes son quienes cumplen con las tareas de externalizar las demandas del conjunto del movimiento y negociar estas con el gobierno nacional de turno.                 El  movimiento estudiantil chileno generado en 2011 y duradero hasta la actualidad comienza a negociar en su frente universitario a través de la CONFECH (Confederación de Estudiantes de Chile, la cual agrupa a las  federaciones de las distintas universidades tradicionales de Chile y que posee vocerías limitadas) con el gobierno de la época. Los y las dirigentes que ocupaban los cargos de vocería en ese entonces fueron los más reconocidos por los medios de comunicación de masas, y por lo tanto, por las mayorías de los y las Chilenas, sin embargo, a pesar de estar unidos por las mismas demandas, las realidades de nuestro país son sumamente diversas, siendo una de las variables más fuertes la geográfica.                 Los y las dirigentes pertenecientes a la región metropolitana (la que agrupa aproximadamente el 70% de la población en Chile) externalizaban fundamentalmente las problemáticas que se vivía al interior de sus universidades, además de acaparar la mayoría de los medios de comunicación, mientras que aquellos que pertenecían al resto de las universidades regionales intentaban instalar también las problemáticas y demandas que surgían en sus realidades más cercanas.                 Al ser los y las dirigentes de la región metropolitana los más renombrados, al momento de dejar sus cargos se les pudo seguir la huella en cuanto a su accionar político, sin embargo, aquellos y aquellas que también pertenecieron y construyeron a la solidez del movimiento y que no estudiaban en las universidades de la metrópoli del país,  y que en algunos casos no poseían vocerías en la CONFECH, al dejar sus cargos se les pierde la huella y con esto la información con respecto a las construcciones políticas venideras en sus realidades más cercanas.                 ¿Qué sucedió políticamente con los ex dirigentes del movimiento estudiantil?, a partir de su experiencia, ¿Cómo construyeron en torno a la política y lo político luego de dejar sus cargos?. Son algunas de las preguntas a las que en la investigación propuesta intento dar respuesta, posicionada en un paradigma fenomenológico, a través de la metodología cualitativa con la técnica de entrevista en profundidad.  

 
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O Facebook para além da rede social: reflexões acerca do uso, conflitos, discursos e disputas na esfera virtual. (#3720)
Priscila Reis 1
1 - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF.
Abstract:
Este trabalho trata-se de uma pesquisa inicial para compor a dissertação de mestrado do programa de pós-graduação em Sociologia Política da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). Para desenvolvê-lo, propõe-se de imediato analisar as formas segundo as quais os usuários da rede social, Facebook, se apropriam deste enquanto um espaço público de discussão de demandas particulares e coletivas, caso de manifestação de grupos de representação e movimentos sociais, enfatizando seus comportamentos e as manifestações virtuais por parte dos mesmos que acessam a rede social. Ademais, buscarei compreender a construção e o desenvolvimento deste espaço, relativamente novo e em constante modificação e popularização, como mecanismo de socialização e interação virtual, no qual, os usuários “ganham voz” e expõem suas questões e opiniões sobre diversos assuntos da esfera social.  Tal avaliação apresenta um recorte metodológico voltado para a análise da possibilidade do uso da rede enquanto “esfera pública virtual” protagonista de conflitos, disputas e discussões dos diversos temas debatidos no cotidiano destes indivíduos em sociedade, observando do ponto de vista destes agentes, não somente a construção dos seus discursos, entre eles o discurso de ódio, e suas justificativas, como a utilização da rede social como um lugar para expor e discutir problemas particulares e públicos. Assim, interessa saber, como o Facebook tornou-se um lugar de discussão e manifestação das opiniões dos usuários? De que maneira e porque esses agentes utilizam a rede social para publicizar suas questões? Como se desenvolvem os conflitos e quais os principais temas? Podemos compreender a rede social como uma esfera pública virtual?  Sendo assim, buscarei compreender a possibilidade do uso da rede social como uma arena deliberativa e a qualidade da discussão dentro da rede, analisando como se constroem os debates e conflitos que circundam a esfera social cotidiana e virtual.   

 
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Ocupação de terra e resistência em tempos de ditadura: o caso da Fazenda São José da Boa Morte, no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. (#3747)
Ricardo Brito 1
1 - CPDA/UFRRJ.
Abstract:
O presente trabalho tem como intuito oferecer espaço para a reflexão sobre a memória dos atos de repressão praticados tanto pelo Estado quanto por grandes fazendeiros e seus mandatários e sofrido pelos trabalhadores do campo, reatualizando, assim, o passado de lutas que se perpetua no presente. O mapeamento da violência política no campo contra a luta pela reforma agrária, pela terra e pelos direitos dos trabalhadores revela ainda as formas que estes assumiram para resistir e conquistar na lei e na prática os seus direitos. Observar estas práticas tem como intuito reativar a percepção da vontade e potência do trabalhador rural que entrou em confronto direto com agentes públicos e privados. O caso escolhido para análise neste trabalho é o da Fazenda São José da Boa Morte, localizada no município de Cachoeiras de Macacu, no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Este caso oferece um exemplo do retorno e permanência de atores que tornam a se organizar em torno de uma mesma questão: o fim dos despejos e a conquista efetiva da terra. No período anterior à Ditadura Empresarial-Militar estabelecida em 1964, os camponeses desta fazenda se organizaram em duas ocupações distintas no tempo e na configuração: a primeira em 1961 e a segunda em 1963. Em 1964 eles conquistam a desapropriação da terra, mas apenas por poucos meses, pois logo seria deflagrado o golpe. Com a Ditadura a Associação de Lavradores local é fechada, militantes e camponeses são presos e em alguns anos a fazenda retorna para seus antigos proprietários. Contudo, mesmo após 15 anos com intensa repressão física e política, os mesmos moradores e trabalhadores da fazenda se organizam em uma nova ocupação em 1979 e conquistam pela segunda vez a desapropriação, realizando, assim, o sonho de conquistar a "terra livre", tal como desejado e escrito na bandeira hasteada na porteira da fazenda durante a ocupação de 1963. Este trabalho pretende, portanto, a partir do caso apresentado refletir sobre as formas de organização e de resistência cotidiana encontradas pelos camponeses em períodos ditatoriais.

 
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El reconocimiento de la Voz de la juventud en movimientos estudiantiles (#3762)
Luz Maria Montelongo Díaz Barriga 1
1 - Universidad Iberoamericana.
Abstract:
El contexto actual de crisis social han contribuido a que los movimientos sean más sociales, donde los protagonistas ha sido la propia ciudadanía para demandar al Estado modificaciones al estilo de vida predominante que conlleva una exclusión de algunos sectores de la sociedad, para exigir respeto y cumplimiento de derechos ante situaciones de negación o supresión de ellos, así como al reconocimiento de la dignidad humana. Es por ello que el principal objetivo de estos movimientos es conseguir la movilidad de la sociedad, principalmente en el reconocimiento a una diversidad cultural en valores y estilos de vida, y no a derrotar o derrocar al poder. Entre una de las problemáticas sociales que la juventud hoy demanda es por el cumplimiento del derecho a la educación, en especial en el nivel superior en América Latina,  en donde existe un reconocimiento desde los instrumentos internacionales del derecho a la educación; y al llevarlo a la práctica se le considera como un bien de consumo, al que pocas personas pueden acceder. Esta situación ha llevado en los últimos años a la movilización de estudiantes jóvenes en defensa de la educación, exigiendo el cumplimiento de la educación como derecho humano. Las demandas están orientadas a la modificación de reformas educativas que favorezcan el acceso, la calidad y pertinencia de los programas educativos, así como a la infraestructura en las instalaciones educativas. Las investigaciones sobre este tema se han centrado en estudiar a los jóvenes que participan como un actor colectivo, sin conocer las condiciones y/o factores que los llevaron a movilizar.  Documentar de la primera voz y escribir la memoria de la experiencia de vida de los sujetos jóvenes, permite reconstruir y conocer el proceso de configuración de agencia que los lleva a accionar para lograr sus metas. Escribir sobre su experiencia, es darles la palabra para construir un discurso articulado que permita conocer su pensamiento, su forma de actuar y de relacionarse, sus emociones, sentimientos y las significaciones que construyeron en su vida.  Registrar la participación de los jóvenes en los movimientos estudiantiles permite reforzar la inclusión, la democracia y el progreso desde la participación de los jóvenes a quienes en ocasiones no se les reconoce como sujetos, se invisibiliza su existencia  y se les niega la voz en asuntos de sus vidas. Conocer testimonios individuales apoyaría a evidenciar la indignación que existe en la población, la esperanza de los seres humanos de construir nuevas y diferentes formas de estar en el mundo, de reconocer en cada persona su dignidad. También identificación como sujetos de derechos y la capacidad para exigirlos ante situaciones que ellos consideran (sienten) como injusticias.