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martes 05/12 - Fac. Derecho / Sala 09
14:00 - 16:00 Presentación de PONENCIAS
 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Ecologismo, prácticas y saberes tradicionales |
Martes 05/12 | 14:00 - 16:00 | Fac. Derecho | 09 |
Prácticas sociomateriales para enfrentar la crisis ecológica. Cooperación y rescate de prácticas tradicionales por parte de los nuevos individuos ecológicos. (#0042)
Paula Herrera Barrientos1; Francisca Fonseca Prieto1
1 - Universidad de la Frontera.
Abstract:
La crisis actual de carácter medioambiental se debe a las consecuencias no previstas de los procesos modernizadores impuestos a nivel mundial, y cuyo motor es la explotación de los recursos naturales. A partir de esta crisis, podemos observar que ciertos individuos logran reflexionar acerca de ella, cambiando su forma de ver el mundo, y de forma más específica,  algunas de sus  prácticas, produciéndose nuevas experiencias orientadas a la sustentabilidad y ecología. Estas prácticas las entenderemos como acciones concretas de los individuos, producto de procesos reflexivos, los cuales no se quedan sólo en el discurso, sino que se puede observar concretamente en la creación de huertos urbanos, el intercambio de semillas, y el desarrollo de estilos de vida más sanos, entre otros. Es a través y en el hacer de estas nuevas prácticas que planteamos como hipótesis que se estaría produciendo un nuevo individuo, al que en principio podemos denominar “individuo ecológico”, quien se caracterizaría por tener una conexión más cercana con la naturaleza. Observar estas nuevas prácticas “en el hacer”, permite reconocerlos como ecológicos, particularmente,  nos centramos  en aquellos individuos que deciden producir sus alimentos de manera más sustentable, en contextos urbanos, y hacer de esta actividad una parte de sus vidas y una fuente de ingreso familiar al vender los excedentes de la producción. A estos individuos los reconocemos como “productores ecológicos”. Estos individuos, dentro de sus prácticas, recogerían elementos tradicionales de cultivo y cosmovisión indígena, lo que los haría más resilientes frente a la crisis ecológica. Para observar la emergencia de estos individuos ecológicos, lo haremos desde teorías que centran su análisis en la práctica social, es decir, a partir de prácticas sociomateriales concretas en que los individuos son hechos ser (enactan). Estas prácticas sociomateriales, si bien, son realizadas por individuos, no dependen de ellos, sino que se dan en una red, que los enacta con elementos humanos y no-humanos que conforman la red sociomaterial. Para observar la producción social de los individuos ecológicos, nos planteamos como preguntas centrales: ¿Cuáles son las prácticas sociomateriales que los hacen ser? ¿Qué redes necesitan para sostener estas prácticas a través del tiempo? ¿La práctica social de hacer huerta produce individuos ecológicos? A partir de estas preguntas, buscamos conocer y describir la  emergencia de individuos ecológicos, a través de la observación etnográfica de las prácticas que realizan en las redes en las cuales se desenvuelven. Por otro lado, se plantea como una segunda hipótesis que para el caso de la Araucanía, y en particular Temuco, las prácticas ecológicas tienen un componente sociocultural aportado por la cosmovisión indígena-mapuche, que responde ontológicamente a otra visión de mundo, en donde el ser y la naturaleza no son entes separados. Esto se puede observar en la actualidad, a través de la recuperación (o recreación) de la práctica del trafkintu (intercambio de semillas y de saberes), es decir, a través de una reconfiguración de una nueva práctica que integra elementos antiguos y nuevos y que además es recreada en el espacio urbano por mapuche y no mapuche.

 
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Saberes da natureza: a ressignificação do alimento a partir de performances ecológicas (#0772)
Julia Cardoni 1
1 - UFRGS.
Abstract:
A alimentação caracterizada como agroecológica, orgânica, macrobiótica, biodinâmica entre tantas outras modalidades sugerem uma reflexão interessante; a comida é adjetivada e atribuída de sentidos nutricionais, tanto fisiológicas como espirituais. A partir de uma etnografia em uma feira agroecológica na cidade de Porto Alegre, identificou-se um envolvimento denso do público com a alimentação a partir de diferentes imaginários de natureza. O trabalho de campo proporcionou vivencias em festividades nas propriedades de feirantes que uniam produtores e consumidores e que abrem espaço para reflexões sobre ritualizações ecológicas e sobre a sacralização da natureza a partir da noção de um “alimento para alma”. Nesse sentido, traça-se um debate sobre concepções de pureza e impureza a partir de uma modalidade de consumo atribuída de sentidos morais, políticos, afetivos e nutricionais que se manifestam em oposição às artificialidades referida ao agronegócio. Em última instância, trata de um consumo que dicotomiza dois mundos, o “mundo da natureza”, como repulsa a concepção de um “mundo tóxico”.

 
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Saberes tradicionais sobre território e práticas de Educação Ambiental na interface da Educação do Campo em comunidades indígenas do Norte de Roraima (#2767)
Arlene Oliveira Souza 1;
Alessandra Rufino Santos 1;
Jeneffer Araújo De Assunção 1; Franzmiller Almeida Nascimento Almeida Nascimento 1; Marília Pereira Da Silva 1; Vicente José De Souza 1
1 - Universidade Federal de Roraima.
Abstract:
O presente estudo é fruto do Programa de Extensão “Saberes indígenas e camponeses na escola: diálogo interdisciplinar entre professores e estudantes na formação docente”, que busca analisar como os professores que atuam em comunidades indígenas e no contexto rural conduzem o ensino de ciências, associando a questão ambiental ao paradigma do desenvolvimento sustentável. A pesquisa também focaliza as representações de território e natureza nas comunidades indígenas Caju e Willimon, localizadas no Município de Uiramutã ao Norte do Estado de Roraima. Tais comunidades são habitadas pelas etnias indígenas Macuxi e Wapichana, que são dependentes dos recursos naturais para sua subsistência material e cultural. Nessa lógica, a região do Uiramutã guarda riqueza natural na paisagem e no modo de vida dos povos indígenas. Conseqüentemente, este trabalho problematizará a Educação Ambiental na interface da Educação do Campo. Para isso, suas reflexões objetivam um diálogo da Educação Ambiental com a Educação do Campo, destacando possibilidades de avanços no paradigma da Educação Ambiental dentro da proposta de Educação do Campo. Nessa perspectiva, esse estudo refere-se a uma pesquisa qualitativa, com enfoque interdisciplinar, na qual utilizou-se os saberes locais e observação direta para realização de mapeamento do território indígena como espaço que representa o contexto rural. Assim, é pertinente o discurso de que os indígenas ao serem incluídos e instruídos formalmente das questões ambientais constroem e resignificam o conhecimento. Nesta perspectiva, os registros fotográficos foram feitos com a intenção de levantar dados para a compreensão das relações culturais próprias das etnias com o ambiente natural, processos sociais, econômicos e práticas de Educação Ambiental nas comunidades indígenas.    

 
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Uma análise do perfil dos consumidores da Feira Orgânica da Praia da Costa, Vila Velha – ES (#3589)
Daniela Storck Andrade 1;
Augusto Cesar Salomão Mozine 1;
Liliane Moreira Ramos 1; Flávia Firmo 1
1 - Universidade Vila Velha.
Abstract:
Analisa o perfil e a forma de envolvimento que os visitantes da Feira de Produtores Orgânicos da Praia da Costa (Vila Velha-ES) têm com relação ao consumo, produção e origem desses alimentos. Através de uma abordagem etnográfica e uma pesquisa de campo, realizada por meio de entrevistas com roteiro semiestruturado, foram abordadas e identificadas as relações de consumo sustentável, ativismo ambiental e sua relação com o consumo de produtos orgânicos e discutidas a relações a partir dos hábitos dos consumidores de alimentos orgânicos e sua relação com os produtores. Por meio de perguntas que abordam as motivações dos consumidores na aquisição dos alimentos orgânicos na feira, frequência de compra, importância que esses alimentos trouxeram em suas vidas e relação do consumo de orgânicos com o consumo consciente. Com isso, promoveu-se um debate a partir das respostas dos sujeitos de pesquisa, com base nos conceitos da Ecologia Política, investigando a relação dos discursos dos consumidores com os conceitos de consumo sustentável e com as abordagens da racionalidade econômica e da racionalidade ambiental. Por fim, notou-se que os consumidores, em sua maioria, buscam o orgânico para promover a saúde e qualidade de vida e essa prática de consumo de orgânicos não está plenamente ligada ao consumo consciente em sua totalidade.

 
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Impactos culturais em uma comunidade tradicional ribeirinha brasileira: uma etnografia na Ilha do Cumbu/PA. (#4302)
Luiza Brilhante Bezerra 1
1 - Universidade da Amazônia - UNAMA.
Abstract:
À margem de Belém, considerada a metrópole da Amazônia, o lócus da pesquisa é a Ilha do Combú, uma Área de Proteção Ambiental que apresenta uma comunidade com uma cultura singular, vivendo à base da produção do fruto do açaí (Euterpe oleracea) e pesca. Suas tradições vão se fomentando ao longo dos anos sendo transmitidas entre gerações produzindo, assim, sua cultura com características próprias, mesmo que muitas vezes recebam interferências da capital. No decorrer da pesquisa se observou uma proximidade grande entre os símbolos da natureza e da cultura, determinando o tempo e o espaço de acordo com os ritmos locais (GEERTZ, 1989), assim a formação do sujeito cultural passa a se desenvolver quando o mesmo é inserido e convive com tais práticas, costumes e crenças, formando sua identidade que caracteriza seu grupo social como tradicional, além de se perceberem como ribeirinhos, por conta de sua proximidade com o rio.  Entretanto, a não existência de um modelo de desenvolvimento modernizador, eivado de princípios coerentes à diversidade sociocultural e ambiental na região Amazônica, vem causando grandes impactos, demostrando no decorrer dos anos sinais de destruição nos campos da vida humana e biológica (FURTADO, 2009), sendo um dos maiores influenciadores, os empreendimentos construídos nas proximidades da beira, como bares, restaurantes, que ao invés de investirem na produção local, somente tem utilizado a área para geração de lucro próprio e principalmente a poluição de rios, como analisada na pesquisa, causando não somente o impacto ambiental, direito constitucional garantido pela Carta Magna brasileira de 1988, mas também causando a desorganização social, migração compulsória campo-cidade e as mudanças culturais da comunidade que ali habita. E assim, através de um exercício etnográfico, utilizando instrumentos de pesquisa para a coleta de dados a pesquisa de campo com entrevistas, fotografias e pesquisas bibliográficas, identificamos que muito do constante contato com o modo de vida da metrópole, os moradores dessa comunidade ainda mantêm, com muita resistência o seu cotidiano com muitas características das chamadas comunidades tradicionais, onde a relação natureza e cultura é intrínseca ao próprio funcionamento de seu grupo social, sendo esse o objetivo da pesquisa, através da preservação do recurso natural água, frente as adversidades impostas pelos empreendimentos para salvaguardar os símbolos e hábitos de comunidades ribeirinhas na região amazônica.  

 
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MODOS DE VIVER: PESCANDO EXPERIÊNCIAS TECIDAS COM AS MULHERES FATECHAS NA REDE DESIGN-ARTESANATO (#6547)
Flávia Lira 1; Leonardo Castillo 1
1 - UFPE.
Abstract:
Entre manguezais e praias do Paulista, cidade que compõe a região metropolitana do Recife, em Pernambuco/Brasil, encontra-se o grupo Mulheres Fatechas. Formado por pescadoras-marisqueiras-artistas-artesãs, o grupo vive tradicionalmente da pesca/coleta nesta região e passou a produzir artesanato por meio de um projeto de design, ocorrido entre outubro de 2014 a maio de 2015, sendo este o seu primeiro contato com a área.  Este projeto de design para o fomento do artesanato foi o campo da pesquisa Design e Artesanato: Com.Par.Trilhando Caminhos para a Inovação Social, realizada entre agosto de 2014 e outubro de 2016, cujo objetivo era compreender como as trocas realizadas entre designers e o grupo Mulheres Fatechas impactavam nas construções de conhecimento, de empoderamento e na relação das artistas-artesãs com o meio, após a finalização e saída desse projeto do campo. Durante a pesquisa, compreendemos, a partir da etnografia e da base teórica do Imaginário, as relações obsessivas do grupo Mulheres Fatechas a partir de registros fotográficos e em vídeos, entrevistas, documentos, desenhos, reuniões e incursões-vivências no mangue, realizadas pela pesquisadora. Dessa forma, observamos que a dinâmica de vida das pescadoras-marisqueiras-artistas-artesãs forneceu pistas em direção a uma experiência e sentimento comum, onde a realidade do grupo estava enraizada e apoiada na solidariedade, na dimensão simbólica (comunicação) e na experiência partilhada (papéis sociais). Em outras palavras, observamos a sua relação com a natureza, com a coletividade, com a fertilidade/ fartura, na disponibilidade e diversidade de seus mangues e mares/ de seu solo-lama, do seu território passível/ possível de ser modelado. Através dessa observação-participante, do levantamento das constelações de imagens recorrentes e de pontes-diálogos com o referencial teórico, elaboramos os aspectos mais gerais dos modos de viver do grupo bem como seus indicadores, configurando uma das dimensões da pesquisa. Neste sentido, o artigo visa discutir, a partir da articulação simbólica desencadeada pelo pescar-viver (viver a pesca cotidiana ou pescar a vida cotidiana), as imagens que surgem dessa mistura: da contemplação e do trabalho relacionadas à vida no grupo Mulheres Fatechas. Tais imagens apresentam sensações sutis da mimese do meio pelo grupo: expõem os costumes, a feição/ os traços/ o contorno e o ritmo secreto do movimento do grupo; explicitam “o não-dito, o ‘resíduo’ que fundamenta o estar junto” (MAFFESOLI, 1998, p.31). Dessas imagens surgem as mulheres-mangue que alimentam seus filhos/ sua família com a fartura dos nutrientes de seu leite-lama; as mulheres-raíz que tratam sua ancestralidade como caracterização (estética) de suas existências; as mulheres-fatechas que se apresentam como âncoras que localizam o grupo no seu tempo-espaço; as mulheres lama que modelam o ethos coletivo.

 
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Apropiación de las prácticas modernizadoras en la pesca artesanal: Un análisis desde la comuna de Valparaiso, Chile (#0328)
Constantino Villarroel 1
1 - Universidad Andres Bello.
Abstract:
Según la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (2016), el 31,4% de las poblaciones de peces de captura marina de las que se tiene información, se encuentran en estado de sobrepesca. Esta situación no es ajena a Chile, de hecho, la Subsecretaría de Pesca (2016) expresa que de las 25 unidades pesquerías, analizadas por los Comités Científicos Técnicos, 9 de ellas se encuentran en estado de plena explotación y 9 agotadas o colapsadas. Los incentivos para la explotación de los recursos pesqueros, en el caso chileno, tienen un punto de inflexión con los esfuerzos de la dictadura militar por introducir una interpretación particular de la modernización. Dicha interpretación, centrada en el capitalismo, tomará en cuenta las ideas neoliberales de Hayek (2015) sobre un orden social alejado de objetivos comunes, en el que la política tiene un status secundario, pues, el rol protagónico lo tiene el juego “no intencional” del sistema de precios. Lo anterior tiene un correlato con la Ley General de Pesca y Acuicultura de 1989, y sus modificaciones de 1991, como también la Ley N° 20.657, la que es publicada en 2013 y que responde a los vacíos de la normativa anterior. En el caso del sector pesquero artesanal, las diversas prácticas “modernizadoras” se relacionan con la regulación y la formalización de la actividad, como también con la introducción de elementos científico-tecnológicos en la pesca y la creación de programas de institucionalidad pública que buscan modernizar el sector, las que producen efectos sobre el modo de vida de los pescadores artesanales. Es por todo lo anterior, que la presente investigación busca responder a la siguiente interrogante: ¿Cómo las prácticas modernizadoras promovidas por el Estado en la pesca artesanal son apropiadas por los pescadores artesanales de la comuna de Valparaíso? Para responder a dicha pregunta se utiliza una metodología cualitativa, la que por medio de entrevistas semiestructuradas, realizadas en las caletas de pescadores de la comuna de Valparaíso, identifica los siguientes resultados: a) existe una apropiación contradictoria por parte de los pescadores artesanales del discurso modernizador promovido por el Estado; b) la apropiación material de las prácticas modernizadoras difiere de los objetivos establecidos por la autoridad pesquera para dichas prácticas; c) el conflicto es una constante entre pescadores artesanales y autoridad, lo que resulta en un determinante en las formas de apropiación que tienen los pescadores artesanales de las prácticas de la autoridad.     

 
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El papel de los saberes tecnoproductivos tradicionales de pesca en el Manejo Integrado de Zonas Costeras. (#1420)
Roberto Yasiel García Dueñas 1; Joaquín Alonso Freyre 2; Marianela Morales Calatayud 1; María Elena Castellanos González 3; Salvador David Soler Marchán 4
1 - Universidad de Cienfuegos. 2 - Universidad Central "Martha Abreus" de Las Villas. 3 - Centro de Estudios Ambientales de Cienfuegos. 4 - Centro Provincial de Patrimonio Cultural de Cienfuegos.
Abstract:
Uno de los grandes retos que tiene la sociedad del siglo XXI, para contribuir a transformar los problemas ambientales costeros, es lograr un uso inteligente de las costas, desde la comprensión de su funcionamiento integral como ecosistema, para una distribución justa y equitativa de sus beneficios, sobre la base de decisiones responsables individual y socialmente. Todo ello ha determinado por otra parte un auge en la conciencia ambiental sobre el tema, favorecido por el aumento del conocimiento científico sobre los procesos que tienen lugar en las costas. Ello va dando lugar a crecientes medidas que tienden a la incorporación de los aspectos sociales, culturales y económicos en un enfoque ambiental de gestión integrada, lo que supone el reconocimiento de la importancia de la integración de acciones, actores y disciplinas, lo cual ha propiciado el desarrollo del Manejo Integrado de Zonas Costeras [MIZC] como un enfoque y metodología eficiente para abordar el tema del uso y conservación de los recursos costeros desde perspectivas de análisis que incorporan el tratamiento de la dimensión social. Esta perspectiva implica una nueva visión de mundo, pues parte de la consideración de la zona costera como “totalidad ambiental” para el tratamiento de los problemas costeros en la que por principio debe participar la comunidad. Esto, entre otros aspectos conlleva un reconocimiento de diferentes formas de conocimiento, entre ellos, el conocimiento tradicional y con ello la necesidad del diálogo de saberes, para el manejo adecuado de las actividades que se realizan en estas áreas. Ante esta oportunidad, las comunidades costeras tienen su espacio de participación e inclusión en el desarrollo de la zona costera rompiendo así procesos de asimetrías sociales, desde la toma de decisiones que no se sustenten solamente en el conocimiento científico, sino también en sus propias lógicas del conocimiento tradicional comunitario. Por tal motivo el estudio sobre el papel de los saberes tecnoproductivos tradicionales de pesca en el MIZC se convierten en una necesidad y una herramienta para el avance de este tipo de conocimiento y su socialización, de ahí que la siguiente investigación se trazó como objetivo analizar el papel de los saberes tecnoproductivos tradicionales de pesca y sus buenas prácticas en la comunidad pesquera en pequeña escala Castillo de Jagua-Perché. Para ello se empleó el método etnográfico y las técnicas de la observación participante y la entrevista en profundidad. Desde esta experiencia se identificó las contribuciones de los saberes tecnoproductivos de pesca a las diferentes dimensiones del MIZC y se obtuvo un registro de las 12 principales artes y métodos de pesca empleados en la comunidad.

 
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Estructuras, agentes y prácticas sociales en dos casos de estudio: Albuferas de Medio Mundo – Huaura y Pantanos de Villa - Lima (1990-2015) (#2125)
Miguel Sebastián Armesto Céspedes 1
1 - Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas.
Abstract:
Los procesos sociales, suelen estar determinados por estructuras  que muchas veces, de acuerdo al enfoque teórico de A. Giddens, son las que condicionan la voluntad y actitud de los actores o como contraposición son los actores que por medio de sus motivaciones son los que promueven la formación de instituciones y de transformar su entorno social.   La estructura al ser definida como la orquestación entre las reglas y los recursos inmersos en la propia reproducción de las prácticas sociales; a ello hay que entender las reglas como aquellos métodos que han sido generalizados por parte de los actores.  Ambos elementos (los agentes y estructuras) conforman un dualismo necesario en dicho proceso.  El crecimiento urbano y los efectos de estos sobre el medio ambiente han tenido impactos diversos en ecosistemas determinados, y estos a su vez han jugado roles distintos a lo largo del tiempo, por lo que se han estimado analizar dos casos de estudios; el primero está referido a Las Albuferas de Medio Mundo considerada un área de Conservación Regional  creada el 24 de enero del 2007 a través del D.S. Nº 006-2007-AG, se encuentra localizado en el distrito de Vegueta, perteneciente a la provincia de Huaura de la  Región Lima.  Y el segundo caso es respecto a Los Pantanos de Villa, considerada Zona Reservada desde el 29 de mayo del 1989 a través de la Resolución Ministerial Nº 00144-89-AG/DGFF, pero es a partir del 20 de enero de 1997  que es reconocida como una zona o sitio RAMSAR un humedal urbano que ha sido el foco de atención mediático y político por problemas socio ambientales que se han ido dando.    Como hipótesis de trabajo se tiene que: los humedales a lo largo del tiempo han cambiado  de manera física la cual ha ocasionado que el uso de sus recursos y sus variaciones  afecte  en la configuración y estructura de las agencias políticas y sociales. Esta investigación, se analiza los casos de estudio en tres niveles: 1°. Los cambios que han sufrido los ecosistemas a lo largo del tiempo, y cómo el marco normativo ha ido variando para la preservación, utilización y conservación del mismo; 2°. Participación, capacidad organizativa  e interacción entre los actores a lo largo del tiempo; 3° Conformación y desarrollo de la población adyacente desde sus inicios, y de la asignación de recursos por parte de las agencias políticas y sociales.  El diseño de la investigación es retro- prospectivo puesto que para poder analizar y entender el estado actual de la estructura, sus agentes y prácticas sociales, es necesario elaborar una línea de tiempo.

 
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Motivaciones a la acción económica y Comercio Justo: el caso de las socias y los socios de Manos del Bio Bio. (#2197)
Francisca Urra 1
1 - Universidad de Concepción.
Abstract:
Este trabajo se despende de una investigación cualitativa que fue realizada durante el año 2014 y parte del 2015 en respuesta a una necesidad detectada desde la propia organización, que apuntaba a sistematizar su experiencia en tanto primer emprendimiento asociativo en la Octava región. Manos del Bío Bío fue creada el año 2005 mediante una iniciativa impulsada por la Fundación Trabajo para un Hermano (TPH)  Concepción junto con artesanos y pequeños productores de variadas localidades de la región del Bío Bío, con el objetivo de ser una plataforma comercializadora que permitiese posicionarlos de forma competitiva en el mercado penquista y hacer frente a la alta concentración económica que afecta a nuestro país. En la actualidad cuenta con la participación de más de 30 artesanas/os y microempresarias/os, además de 5 organizaciones y/o agrupaciones regionales.

 
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Práticas de consumo entre jovens: caminhos para o consumo consciente (#7043)
Mariana Baldoino 1;
Luciene Costa 1; MARIA OLIVIA DE ALBUQUERQUE RIBEIRO SIMÃO - 2
1 - UFAM. 2 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS-BRASIL.
Abstract:
A discussão entre os estilos de vida e o consumo tem ganhado evidência por revelar singularidades a partir das atitudes e valores dos indivíduos. Essa categoria promove inúmeras possibilidades de investigação nas relações pessoa-ambiente e no comportamento de consumo consciente, uma das prerrogativas socioambientais emergentes. Apontamos as implicações dos aspectos culturais presentes nas práticas de consumo - do consumismo ao consumo consciente - com base em uma pesquisa realizada entre estudantes do ensino básico em uma escola pública na cidade de Manaus, Amazonas. Participaram deste estudo 83 sujeitos,  ambos os sexos,  idade entre 15 e 21 anos. O estudo descritivo se desenvolveu em fundamentação teórica dos conceitos em Psicologia Ambiental de comportamento pró-ambiental (CPA) e  Consumo, na Sociologia do Consumo. Considerando que o consumo consciente está atrelado à responsabilidade socioambiental, buscou-se investigar se tais aspectos estão presentes no comportamento de consumo entre os jovens. Para a coleta de dados foi empregado um questionário elaborado com questões dicotômicas a partir dos pressupostos dos 8 R (Refletir, Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Respeitar, Reparar, Responsabilizar-se, Repassar) do consumo consciente, desenvolvido pelo Instituto AKATU. Cada fator R foi composto de forma independente, com 4 a 7 questões específicas. Foram identificadas as maiores e menores pontuações nas seções Refletir, Reutilizar e Reparar. Os resultados apontam que Refletir é a estratégia mais utilizada por 54% dos estudantes, antes de decidir o que e como consumir (por exemplo, utensílios pessoais, livros, eletrônicos e alimentos). Essa decisão, no entanto, mostra que esses jovens preferem produtos novos e de marcas conhecidas e revelaram pouca preocupação, 16%, se o produto empregou trabalho escravo. A estratégia de Reutilizar está presente em apenas 11%, em que o item adquirir  roupas e calçados em brechó foi o menos apontado, com 2% e reutilizar livros de parentes e amigos o maior, com 22%. A estratégia de Reparar é feita por 43% dos jovens, principalmente em reparos nas vestimentas e aparelhos eletrônicos. Tais resultados indicam baixa sensibilização para as questões socioambientais e consumo consciente. Os componentes do estilo de vida podem mudar ao longo dos anos, mas para que aconteça, a pessoa precisa perceber-se capaz de realizar as mudanças pretendidas além de identificar algum valor no componente que queira incluir ou excluir para a efetivação dessa mudança (Sellin & Owen,1999). Os dados corroboram com Bauman acerca da liquidez das relações de consumo e das pessoas com o ambiente, desvalorizando-se a durabilidade e igualando o “antigo” com aquilo que é defasado e impróprio para uso pessoal, denotando  insustentabilidade dos atuais estilos de vida e padrões desse comportamento. Sugere-se práticas de educação ambiental voltadas ao consumo consciente, pois o conhecimento e o envolvimento promovem condutas  imprescindíveis para mitigar impactos ambientais produzidos pelo consumismo.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Ecologismo, prácticas y saberes tradicionales |
Martes 05/12 | 14:00 - 16:00 | Fac. Derecho | 09 |
Temas controversos acerca da proteção jurídica de conhecimentos tradicionais (#8211)
Fernando do Rego Barros Filho 1
1 - Universidade Federal do Paraná.
Abstract:
O conhecimento empírico da utilização dos recursos naturais, historicamente, representa uma importante forma de acesso da população às propriedades químicas, físicas e biológicas das mais variadas espécies da fauna e da flora. Sem determinação específica da origem, normalmente de titularidade e gestão coletivas, a formação desse formato de produção do conhecimento não se enquadrou na concepção moderna de Direito, sobretudo a propriedade privada, baseada na apropriação indivuidual dos bens da vida e na exclusividade de uso e compensação financeira da utilização desses mesmos bens por terceiros. Nesse contexto, os chamados direitos de autor seguem a racionalidade moderna, apropriando-se da criação humana e protegendo-a da utilização por terceiros. Isso acarretou um efeito devastador para o conhecimento empírico dos ecossistemas, vendo-se alijado da utilização de uma gama de princípios ativos e propriedades medicinais da fauna e flora silvestres em prol de "royalties" devidos à terceiros que se utilizaram das informações de caráter coletivo e registraram os princípios ativos como atividade autoral. Assim, este artigo se propõe a investigar as raízes jurídicas do atual sistema de direitos autorais e avaliar a legislação internacional acerca do tema para compatibilizar a apropriação autoral individualista existente hoje nas mais variadas instituições internacionais de comércio e o regime comunitário de formação do conhecimento empírico.