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lunes 04/12 - Fac. Derecho / Sala 09
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
Lunes 04/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 09 |
Horta comunitária como espaço para o desenvolvimento de estratégias educativas saudáveis e sustentáveis sob a ótica da promoção da saúde (#2442)
Iara Da Rocha Louzada 1; Karina Guimarães De Angelis 1; Jaciely Gabriela Melo Da Silva 1;
Ana Carolina Lujza De Moura Práger 1; Jessica Vaz Franco 1; Silvana Maria Ribeiro 1; Cláudia Maria Bógus 1
1 - Faculdade de Saúde Pública - USP.
Abstract:
O cultivo de hortas comunitárias tem se mostrado uma prática importante para a promoção da sustentabilidade nos espaços urbanos que contribuem para o bem-estar dos indivíduos envolvidos que, ao praticarem este tipo de atividade, adquirem um relacionamento melhor com a natureza – por meio da educação ambiental – e aprendem a valorizá-la, visto que a construção do conhecimento e a troca de experiências influenciam na preocupação e cuidado com a mesma. Este trabalho teve como principal objetivo propiciar um espaço para o desenvolvimento de estratégias educativas saudáveis e sustentáveis, na perspectiva da Promoção da Saúde, através do cultivo de alimentos e compostagem de resíduos orgânicos na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP) no Brasil. Foram realizadas, no espaço da horta da FSP/USP, oficinas temáticas envolvendo compostagem, hortas domésticas, cultivo de alimentos e ervas fitoterápicas; rodas de conversa sobre desperdício de alimentos e alimentação adequada e saudável, além de divulgações de materiais educativos em mídias digitais sobre os temas citados com o intuito de sensibilizar os estudantes. A partir disto, pôde-se notar a interação e troca de conhecimento com outros projetos de extensão da faculdade, uma vez que o cultivo de plantas serviu como base para a preparação de comidas pela comunidade acadêmica; a relação com o Direito Humano a Alimentação Adequada e Segurança Alimentar e Nutricional, onde os participantes puderam colher alimentos, levar mudas, composto orgânico e biofertilizante produzidos pela composteira e minhocário para fazer o cultivo em suas residências e; a educação ambiental como estratégia de educação infantil, pois foi estabelecida parceria com a creche da FSP/USP para a coleta de resíduos orgânicos gerados na cozinha e utilizados para compostagem. Conclui-se que as atividades educativas contribuíram para o processo de educação ambiental e nutricional, segundo relatado por participantes das atividades e frequentadores da faculdade. O contato direto com a terra se mostrou como uma atividade que atende os princípios da Promoção da Saúde como a troca de saberes, a criação de ambientes favoráveis à saúde e o reforço da ação comunitária, além de propiciar a educação ambiental na distribuição de composto e fertilizante produzidos pela compostagem de resíduos gerados na faculdade, integrando toda a comunidade universitária.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
Lunes 04/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 09 |
Agroecologia entre a polissemia e o pluralismo: o caso do núcleo Missões da Rede Ecovida de Agroecologia no Sul do Brasil (#2927)
Cristina Bremm 1;
Everton Lazzaretti Picolotto 1
1 - Universidade Federal de Santa Maria, Departamento de Ciências Sociais..
Abstract:
Este trabalho tem por intuito tratar a respeito da temática ambiental na agricultura tendo como foco principal os agricultores ecologistas, técnicos e organizadores do núcleo Missões da Rede Ecovida de Agroecologia, localizado na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. O objetivo principal é identificar como os agricultores ecologistas, técnicos e organizadores do núcleo Missões da Rede Ecovida de Agroecologia tem abordado a agroecologia nos materiais escritos que a Rede têm produzido e divulgado. O texto parte da discussão sobre o contexto de desenvolvimento da agroecologia, em meio ao surgimento da temática ambiental como questão global, aborda a criação da Rede Ecovida de Agroecologia no Brasil, a sua dinâmica de organização interna e as particularidades do núcleo Missões da Rede. Faz-se uso da teoria dos campos na sociologia para pensar a mediação social e os mediadores políticos em meio às concepções de agroecologia construídas por diferentes agentes a partir de suas posições sociais e políticas. São analisados cadernos, cartilhas e panfletos fazendo uso da técnica da análise de discurso para entender se e como a agroecologia é tratada como ciência, movimento social, prática agrícola ou forma de educação dos agricultores e do público em geral. A partir dos discursos identificados nestes materiais e em depoimentos coletados em entrevistas, problematiza-se como os agricultores, técnicos e organizadores do núcleo Missões se situam em relação à agroecologia e quais os conflitos e divergências que isto pode gerar à luz da literatura sociológica existente.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
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¿La agronomía en disputa? Modelos de acumulación, construcción de conocimiento agronómico y nuevas corrientes de pensamiento. (#2955)
Tomás Javier Carrozza 1
1 - Departamento de Ciencias Sociales-Facultad de Ciencias Agrarias-Universidad Nacional de Mar del Plata.
Abstract:
El objetivo de este trabajo es reflexionar sobre la utilidad de los conceptos provenientes del análisis socio-técnico, la agronomía política y la ontología política para la generación de herramientas que permitan analizar los procesos de interacción entre la construcción de conocimiento agronómico, el modelo socio productivo hegemónico y las propuestas productivas alternativas. Históricamente, el sector agroalimentario ocupo un lugar central en cada uno de los modelos de acumulación desarrollados en Argentina, reflejado tanto en la provisión del mercado interno como en la generación de divisas y consolidada en las últimas cuatro décadas a partir del éxito económico del modelo agroalimentario. Esta dinámica estuvo a su vez mediada por un proceso de “clausura y estabilización” del campo de conocimiento agronómico. El cual se transformó en una “caja negra” en la cual los diferentes grupos sociales la entendieron como una disciplina “técnica” asociada a eficientizar los aspectos de la producción agroalimentaria. De esta forma, la producción de conocimiento tomo como eje central el aporte al modelo agroalimentario hegemónico, con un claro componente de mercantilización de los recursos naturales y una enfoque “ambiental” altamente funcional a esta forma de producción. A su vez, esto se tradujo en un enfoque hegemónico a nivel epistemológico, en el cual los diversos planteos “alternativos” han tenido un espacio cada vez menos relevante. Por lo que la búsqueda de herramientas que permitan analizar críticamente los procesos de producción del conocimiento se vuelve fundamental.  Dentro de estas herramientas,  en Europa comenzó un proceso de discusión y reflexividad respecto de “la creación y el uso del conocimiento agronómico” asociado al uso de herramientas provenientes de los estudios sociales de la ciencia y la tecnología y la ecología política. Estas discusiones se englobaron bajo el concepto de “agronomía política”. A su vez los desarrollos provenientes del análisis socio-técnico (en particular de la sociología de la tecnología)  –de origen regional- podrían resultar útiles para la discusión respecto de los procesos de uso y apropiación del conocimiento agronómico.  Por último, un tercer conjunto de herramientas derivadas de la “ontología política” son fundamentales para analizar críticamente la generación, concepción y búsqueda  de visiones y modelos “alternativos” de sistemas de producción de alimentos. En particular para la búsqueda de formas “no-hegemónicas” de producción, distribución y consumo.  Para cumplir con este objetivo, en primer lugar se describen definiciones y alcances de los conceptos teóricos pertenecientes a dichos enfoques, luego se discuten las posibilidades de convergencia y diálogos inter-teóricos entre ambos enfoques. De esta forma, a partir de la triangulación se pretende comenzar desarmar la “caja negra” de la agronomía y su relación a los procesos de acumulación y desarrollo argentinos de las últimas décadas.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
Lunes 04/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 09 |
Os protagonistas da agroecologia nos biomas brasileiros (#3411)
Edimar Santos 1; Angela Fagnani 2
1 - FEAGRI -Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp. 2 - FEAGRI - Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp.
Abstract:
O artigo trata dos protagonistas da construção do paradigma de agricultura sustentável nos biomas brasileiros. Os fundamentos científicos da agroecologia consubstanciam um novo modelo de desenvolvimento rural. Face às dimensões continentais do Brasil e especificidades socioambientais, o conceito de agroecossistema utilizado pela agricultura tradicional daqueles que estiveram à margem da modernização conservadora das atividades agropecuárias do País, determinada pela revolução verde, se apresentam como os protagonistas da agroecologia nos biomas brasileiro devido á vivência na prática da sustentabilidade socioambiental.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
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Meio Ambiente, Sociedade e Desenvolvimento Sustentável: Produtores orgânicos da feira de Vila Velha-ES e suas motivações e influências (#3530)
Flávia Raiza Ribeiro Firmo 1;
Augusto Mozine 1;
Liliane Moreira Ramos 1
1 - Universidade Vila Velha.
Abstract:
Tem como objetivo analisar as impressões dos produtores orgânicos da Feira Orgânica da Praia da Costa, em Vila Velha-ES, e entender, a partir de pesquisas etnográficas, quais foram suas motivações para aderir este tipo de cultura, sob uma ótica da relação entre sociedade e meio ambiente. Assim, propõem-se um estudo dos discursos sobre consumo, estilo de vida e forma de produzir e se relacionar com o meio ambiente e os grupos sociais diretamente ligadas à prática da agricultura orgânica (compradores da feira orgânica, associação de produtores, vizinhos e instituições que consomem o alimento orgânico). Sabendo que uma fração dos feirantes começaram suas produções orgânicas há cerca de 10 anos, discutiu-se, com base na racionalidade ambiental, a origem e o nível do conhecimento sobre os orgânicos (como produz, quais são as mudanças necessárias, quais são os benefícios e as consequências), as influências para a transformação de suas terras como a aceleração da globalização e suas consequências no meio ambiente, além dos esforços da transformação do solo para se adequar ao modelo de plantação orgânica, estudamos as outras ações em função da racionalidade ambiental. Baseando-se na ótica de produção latino-americana recente, com uma perspectiva crítica pós-marxista, pós-colonialista e pós-estruturalista para a concepção da apropriação na racionalidade ambiental e na racionalidade ecológica, analisou-se os objetivos dos produtores orgânicos, suas similaridades e discrepâncias no modo de agir, pensar e obter informações quanto aos produtos orgânicos. Com isso, verificou-se que a modernidade e a racionalidade ambiental influenciam na adesão dos outros membros das famílias produtoras na sequência do negócio. Muitas barracas são formadas de casais acompanhados de seus filhos. Alguns desses membros não pretendem seguir nas plantações e através de entrevistas em profundidade buscamos compreender as opiniões dos proprietários das produções e de seus sucessores sobre o futuro.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Desarrollo y Sostenibilidad |
Lunes 04/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 09 |
Procesos de agroambientalización en Córdoba, Argentina: Desarrollo sustentable agrario, tensiones territoriales y alternativas sociales. (#3808)
Ignacio Gonzalez Asis 1;
María Sol Possentini 2
1 - CONICET-UNVM. 2 - UNVM-IAPCS.
Abstract:
El presente trabajo propone un análisis del proceso de ambientalización territorializado en la provincia de Córdoba. Más precisamente, se propone centrar la indagación en el desarrollo agrario y su proceso de ambientalización. Partiendo del entendimiento del desarrollo como campo de disputas, el estudio se focalizará en las diferentes propuestas, prácticas, instituciones y discursos que relacionan al desarrollo agrario y la temática ambiental. Se propondrá centrar el foco en la convergencia entre la “cuestión ambiental” y la “cuestión agraria”, delineando un recorte analítico circunscripto a lo agroambiental y proyectándose hacia el territorio cordobés. El marco social de estas transformaciones está caracterizado por una emergente conflictividad social, crítica al modelo de los agronegocios y al uso de agrotóxicos y semillas genéticamente modificadas. En contrapartida, se puede observar tanto la permanencia de las producciones campesinas, como el avance de perspectivas agroecológicas como alternativas sociales al desarrollo agrario. El análisis se sustenta en una perspectiva crítica del “desarrollo”, a partir de la que el “desarrollo sustentable” se concibe como su continuación, en tanto matriz dominante en procesos de apropiación material y simbólica de los territorios, en contextos de tensiones territoriales y conflictividades socioambientales. Se supone que el campo del desarrollo implica disputas, en el marco de un proceso social de ambientalización que conlleva mutaciones a nivel estructural, institucional y discursivo, a partir de lo que se proyecta una cartografía del aparato de conocimiento-poder vinculado a la agroambientalización y su territorialización en Córdoba. Por último, se impone analizar su relación con los conflictos socioambientales emergentes y con la permanencia o emergencia de alternativas sociales al desarrollo agrario. A partir de lo dicho cabe preguntarse ¿Cómo se vincula la problemática ambiental con el desarrollo agrario en Córdoba? ¿Qué agentes, instituciones y discursos se encuentran disputando los sentidos y las practicas tendientes a la sustentabilidad del agro? En este sentido, ¿Puede halarse de una convergencia entre lo agrario y lo ambiental y de la constitución histórica del campo de la agroambientalidad? ¿Cuáles son las relaciones de fuerza en dicho campo? ¿Cuál el movimiento hegemónico de desarrollo agrario y cuáles las alternativas sociales? Finalmente, ¿Qué territorio se construye y cuáles son las tensiones desde el campo de lo agroambiental en la provincia de Córdoba? Estas preguntas constituyen el núcleo problemático que da basamento a la investigación. La ponencia dará muestras de la construcción de datos a partir de una serie de observaciones, entrevistas a agentes clave y analisis de instituciones y discursos, constituyéndose como primeros pasos para una propuesta de investigación agroambiental en Córdoba. Paralelamente, se realizarán contribuciones teórico-conceptuales para dar basamento al estudio de lo agroambiental como forma de indagar en los novedosos marcos de apropiación capitalista de la naturaleza.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Desarrollo y Sostenibilidad |
Lunes 04/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 09 |
  Título: Desarrollo sustentable e identidad. El impacto del modelo de agro- negocios en la pampa húmeda de la Argentina, entre 1984 y 2015.   (#7491)
NATALIA FORLINI 1; CARINA VENANZETTI 1; GUSTAVO BRUFMAN 1; MICAELA PONS 1; FERNANDO FARIAS 1; MARIANO ESPINOsA 1; FLORENCIA LAMANNA 1; NADIA DANTONI 1; AGUSTINA MOZZO 1; SOFIA VICENTIN 1; MAURICIO ALBARENQUE 1; LUCIA MOREYRA 1; CAROLINA HELMAN 1; MARCELA KOROWAJ 1
1 - UNR.
Abstract:
  RESUMEN: Este trabajo presenta avances de la investigación titulada “El impacto del modelo socioeconómico agrícola en el legado cultural y la transmisión de la identidad chacarera. Sus efectos en el desarrollo sustentable de la tierra entre 1984 y 2015. Proyecto radicado en el CEIDE Centro de Estudios, Investigación y Documentación Educativa “Simón Rodríguez” perteneciente a la Facultad de Humanidades y Artes de la Universidad Nacional de Rosario.  El informe es un avance en el análisis del modelo de agro negocios implementado en Argentina en la denominada pampa húmeda, específicamente, en la provincia de Santa Fe. Esta propuesta de desarrollo es examinada a la luz del impacto que produce en la identidad chacarera y en el legado cultural de una determinada comunidad, que será nuestra unidad de análisis. No obstante, se observa también como esta relación entre modelo de desarrollo e identidad se vinculan con la sustentabilidad de la tierra. Enfocado así el problema/objeto de estudio, se trabajan categorías que involucran a la identidad chacarera, la transmisión del legado cultural y el sentido de pertenencia de los sujetos que viven e interactúan en la comunidad seleccionada. La dimensión espacio/temporal es fundamental para la comprensión del fenómeno que se pretende analizar, en la medida que la transmisión de la cultura es un proceso de mediana/larga duración, que se realiza en el marco de un espacio determinado. En este caso, la dimensión espacial para abordar el objeto de estudio es la zona sur de la provincia de Santa Fe en una localidad llamada Juan Bernabé Molina (JBM), mientras que la temporal, abarca desde el año 1984 a la actualidad. Motivo por el cual, se realiza un análisis diacrónico que permite observar el movimiento de las representaciones que produce una determinada configuración identitaria. Desde una metodología cualitativa, se plantea  la triangulación de técnicas cualitativas y cuantitativas. Esta presentación, es una exposición en relación al suministro de una encuesta cerrada en la población seleccionada. Es una encuesta que proporciona información acerca de los problemas sanitarios más importantes de la localidad así como también permite analizar las condiciones actuales en las que se encuentra la población en relación a las incidencias socio - ambientales.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
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Organizaciones de Pequeños Productores de Café en Chiapas. Procesos de Desarrollo y Sustentabilidad (#4041)
Angel Burgos Barreto 1; Guillermo Valdiviezo Ocampo 1
1 - Universidad Autónoma de Chiapas.
Abstract:
Un nuevo paradigma se afirma en el mundo, la globalización de la economía y la sociedad. Donde, los sistemas productivos y mercados adquieren, paulatinamente, dimensión global. La globalización es, entonces, un proceso que se caracteriza por el aumento de la competencia en los mercados, lo que implica la continua adecuación del sistema productivo de los países, de las regiones y ciudades inmersas en la globalización, (Vásquez, 2000). La caída en los precios del café registrada en los años 90`s, indujo a procesos de organización productiva en regiones altamente productivas dentro del territorio mexicano, cuya actividad económica era una de las fuentes principales de los caficultores, en el estado de Chiapas podemos encontrar claramente estos procesos (hoy en día, se encuentran algunas organizaciones de pequeños productores constituidas legalmente entre los años 1983 y 1986). También existió un cambio en los paradigmas productivo – comerciales mundiales y por lo tanto nacionales. Fue en esta década que se iniciaron procesos sobre la conceptualización de lo orgánico, los orígenes de lo que hoy conocemos como comercio justo, la importación de la diferenciación del producto a través de la calidad, principios de trazabilidad, integración productivo – comercial, consumidores responsables, sociedades cooperativas, sociedades de producción rural, organizaciones civiles, integradoras comerciales, procesos de certificación, innocuidad, diversidad productiva, competitividad y la conceptualización para estos procesos organizativos lo que se le llamaría desarrollo sustentable, todo lo anterior como instrumento de adaptación ante el problema de los precios del café, donde lo que se buscaba era, mejorar los precios por la venta del aromático con procesos de certificación para su diferenciación del mercado convencional (Hernández, 2011). Bartra (2011) enuncio: “Contra quienes piensan que las fuerzas de las comunidades indígenas radica en enconcharse dándole la espalda al mercado y al Estado, lo cierto es que la combinación de riqueza y miseria, autoabasto y producción comercial, trueque y agroexportación, raíces locales y roce mundial, autonomía y globalización, indianidad y cosmopolitismo son aspectos que permiten una la calentura asociativa de los pequeños”. Ante los retos que actualmente enfrentan las OPP´s de café en Chiapas, encontrando entre algunos los siguientes: afectaciones en los procesos productivos por el llamado cambio climático, la baja productividad en los cafetales por la incidencia de la roya, los costos que cada año incrementan en los procesos de certificación orgánica y comercio justo, la diversificación productiva para mejorar los ingresos económicos. Se puede entonces concluir en ¿Qué procesos están adoptando las OPP`s ante la dinamización de un mercado global? ¿El esquema de asociatividad como es la estrategia de cluster puede ser una alternativa de desarrollo para las OPP`s? ¿Qué acciones realizan las OPP`s dentro de su conceptualización de desarrollo sustentable ante la devastación de los recursos naturales causada por factores demográficos, productivos, entre otros?

 
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As perspectivas promissoras da agroecologia. Discussão sobre a revolução antropológica que constitui a matriz agroecológica (#4484)
Ludovic Aubin Ludovic 1
1 - UFPE.
Abstract:
Dentre as diversas formas que assume a crise brasileira, encontramos a crise da relação do cidadão contemporáneo à terra e seus produtos (solos, ecossistemas, alimentação). A quase total alienação do sujeito pós-moderno com formas tradicionais de se relacionar com a terra está gerando pandemias de obesidade, sobrepeso, doenças crónicas, poluição do « meio-ambiente ». A agroecologia, considerada aqui como ''matriz disciplinar'' (Caporal, 2009), proporciona conceitos e experiencias práticas capazes de questionar as certezas e crenças contempóraneas. Trata-se de uma verdadeira revolução antropológica. Apresentamos resultados parciais da nossa pesquisa propondo uma discussão confrontando as visões da agricultura tradicional, da agricultura convencional e da agroecologia a partir do conceito de limites críticos (Ivan Illich, 2006).

 
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Produtos orgânicos, agroecológicos e das feirinhas: práticas de consumo saudável na sociedade capitalista contemporânea (#4496)
Maria Elisa Tavares Moreira 1; Raquel Aragão Uchoa Fernandes 1
1 - UFRPE.
Abstract:
O estudo faz parte de pesquisa de mestrado que está sendo desenvolvida no Programa de Pós Graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social, e se volta às questões relacionadas ao consumo de alimentos na sociedade contemporânea, caracterizada como uma sociedade de consumo como a ela referem-se Jean Boudrillard (2010), Livia Barbosa (2004), Fátima Portilho(2005), entre outros.Os produtos orgânicos, agroecológicos e da feirinha vão ganhando cada vez mais adeptos. O número de “feirinhas agroecológicas” cresceu nos últimos anos, este estudo tem como objetivo saber quem é esse consumidor, a relação de seu perfil com o do consumidor das “antigas” feiras livres, identificar a percepção ambiental deste consumidor e sua preocupação em praticar um consumo sustentável ao realizar suas compras de alimentos. Em meio proliferação das redes de super e hipermercados funcionando 24 horas por dia nas grandes cidades, há um processo de resistência, crescimento e diversificação de feiras livres comercializando produtos alimentícios in natura, orgânicos, agroecológicos.De acordo com PORTILHO(2005) há um deslocamento da crise ambiental da produção para o consumo. A concepção geral deste trabalho é demonstrar, através de um diagnóstico das práticas de Consumo dos indivíduos que circulam pelas feiras livres, como a sociedade “percebe” a temática do Consumo, buscando também conhecer e quantificar o impacto das compras realizadas nas feiras livres em relação ao  “montante” das práticas de consumo destes indivíduos.De acordo com Miller(2002),  por meio das compras realizadas podemos observar as práticas dos indivíduos, e perceber sua forma de se relacionar em sociedade, através de seus gostos e preferências. Sendo assim é possível compreender algo sobre seus relacionamentos e direcionar qual a atividade fim do comportamento de compra do consumidor. Em nosso trabalho realizaremos o acompanhamento das compras de alimentos realizadas por alguns indivíduos frequentadores de  feiras  em Recife.Este estudo apresenta dados parciais de pesquisa em andamento, através de estudo de caso – na forma de uma pesquisa exploratória –desenvolvida nas Feiras Livres do Recife “tradicionais” e agroecológicas. A metodologia utilizada para coletar dados é através de observação participante, entrevista com roteiro e aplicação de questionário sobre a percepção ambiental dos entrevistados.Este trabalho busca responder à seguinte questão: Em que medida o consumo de produtos das feiras orgânicas e/ou agroecológicas do município de Recife se torna menos impactante em uma perspectiva alimentar ambientalmente correta e sustentável em relação aos alimentos consumidos nas feiras livres tradicionais?Por fim, através do processo de levantamento, verificação e análise, pretende-se que o trabalho possa aprofundar o debate sobre as práticas de consumo de alimentos na sociedade contemporânea, nortear trabalhos posteriores que pesquisem sobre o assunto, como também políticas públicas de interesse para o desenvolvimento social e ambiental da sociedade. Palavras-chaves: Consumo Sustentável, percepção ambiental, alimentação saudável.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Agricultura familiar y agroecologia |
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Agroindústria familiar rural e agroecologia na Serra dos Tapes, Rio Grande do Sul (#4579)
Jaqueline Santos Sgarbi 1; Isadora Leite Escosteguy 2; Joel Henrique Cardoso 3; Fernanda Novo Da Silva 4; Danielle Farias Da Silveira 4; Shirley Grazieli Nascimento Altemburg 5
1 - UNILAB. 2 - UFSC. 3 - EMBRAPA/CPACT. 4 - UFPel. 5 - UNIPAMPA.
Abstract:
Cada vez mais os agricultores familiares têm assegurado sua reprodução como sistema produtivo a partir de outras atividades que vão além da produção de matéria-prima. Entre tais atividades, tem ganhado destaque o processamento de alimentos realizado nos espaços rurais. Não raras vezes, na falta de soluções tecnológicas modernas, muitas vezes essa é a única forma de garantir o aumento da durabilidade dos alimentos e o auto aprovisionamento das famílias, podendo também ser motivada por hábitos culturais de consumo ou para a obtenção de outros produtos, como a farinha, ou derivados de leite como queijos, nata e manteiga, por exemplo. O artigo visa analisar os processos que envolvem a formalização de uma agroindústria familiar rural na região Sul do país, atentando a respeito da trajetória particular e potencialmente replicável desta experiência e situando o papel do Estado e de outras instituições nesta trajetória. Cabe referir que embora a prática de transformação de alimentos seja recorrente e comum à Agricultura Familiar, no contexto estudado ela assume uma posição de destaque, sendo uma das principais atividades desenvolvidas pela família. Apesar da perenidade destas práticas e da existência de um mercado consumidor consolidado, as famílias produtoras enfrentam grandes dificuldades para se adequar ao arcabouço legal que normatiza o processamento de alimentos no Brasil, que, em grande medida, não está adaptado às especificidades da agricultura de base familiar. Esse tema é pauta reincidente de diversos movimentos sociais, que clamavam pela constituição de novos parâmetros, compatíveis às condições de empreendimentos de pequeno porte, de agricultores familiares. Em parte, reflexo dessas pressões, foi lançada em 2015 a Instrução Normativa Nº 17, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), que apresenta alguns avanços no sentido de viabilizar a formalização de empreendimentos rurais familiares. Ainda que avanços sejam evidenciados, a legislação brasileira necessita de aprimoramento para dialogar com a realidade da agricultura familiar. No caso em tela, se tem uma família de agricultores familiares que impulsionada por um recurso governamental resolveu investir na construção de uma unidade de processamento para obter um local mais adequado para realizar suas atividades, do mesmo modo que buscou apoio para formalizar seu empreendimento, visualizando a possibilidade de atender novos mercados, como os mercados institucionais, tal como Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e ainda, dentro de um processo coletivo, viabilizar a produção de frutas em sistemas agroflorestais de outros agricultores. A termos das considerações finais cabe destacar que grande parte dos processos podem avançar se as instituições que atuam na formalização dos empreendimentos buscarem qualificação para que haja consonância entre os avanços conquistados com as novas legislações e o instrumental de apoio que as instituições utilizam para operacionalizar os processos de formalização dos empreendimentos.