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miércoles 06/12 - Fac. Derecho / Sala 16
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Miércoles 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 16 |
Conflitos Socioambientais e Educação Ambiental: Reflexões para uma Educação para a Justiça Ambiental (#7221)
Machado Carlos RS 1; Santos Caio Floriano 1; Puccinelli Vinicius 1; Salles Leila 1; Fernandez Alvaro 1; Freitas Cleiton 1
1 - FURG/PPGEA.
Abstract:
O trabalho apresenta as conclusões de pesquisas que desenvolvemos entre 2014-2017 dentro do projeto Natureza, Conflitos e Injustiça ambiental (financiado CNPq/Brasil) tendo como temas o desenvolvimento, a sustentabilidade e a educação ambiental no extremo sul do Brasil e este do Uruguai, na costa de Rocha e Maldonado com o foco e problema da pesquisa os conflitos e problemas socioambientais e de como a educação ambiental era/é utilizada na produção da hegemonia capitalista, e as possibilidades de uma “outra” educação ambiental – que chamamos educação para a justiça ambiental. O ponto de partida ou as bases da investigação foi o mapeamento dos conflitos ambientais e urbanos da região brasileira que realizamos através do acompanhamento diário de periódicos da região de 2011 a 2015 pelo Observatório do Conflitos e das investigações do conflito contra a mineradora Aratirí/Uruguai em 2015, na região da costa de Rocha e Montevidéu (2015/1, Machado e Varela, 2015); com grupos impactados pelo agronegócio e seus venenos da região do Taim/RS/Brasil (Puccinelli, 2016); com professores e alunos impactados em suas atividades escolares pela destruição de uma escola por uma estrada para escoar produtos ao porto do Rio Grande/RS (Freitas, 2016); do Porto do Rio Grande, o desenvolvimento e sua produção discursiva sobre educação ambiental, comunidade e processos de licenciamento em nome da sustentabilidade (Santos, 2016); das mobilizações e lutas das mulheres da Baixada Fluminense contra a refinaria de Petróleo (REDUC/Brasil/RJ) (Salles, 2017) e por fim, como governo e empresa se juntam em nome do desenvolvimento na produção da injustiça ambiental às crianças e comunidades indígenas na Colômbia (Fernandez, 2017). Na primeira parte, a caracterização do contexto sócio econômico e político da pesquisa macro no período (2014-2017) atualizando a interpretação (Machado, 2015), já que do consenso das commodities (SVAMPA, 2011, 2012, 2016) e da crise da hegemonia dos governos progressistas pela esquerda (Argentina, Brasil, Venezuela, etc.) passamos a ascensão do populismo de direita neoliberal. Na segunda parte, a macro pesquisa (CNPq, 2014-2017) e as realizadas pelos pesquisadores a ela vinculados (Puccinelli, 2016; Freitas, 2016; Santos, 2016; Salles, 2017; Fernandez, 2017). Na terceira parte, o debate que estamos fazendo da relação da educação ambiental com os conflitos. Disso, como conclusão: os conflitos e problemas socioambientais podem ser associado aos processos educativos pois nestes como naqueles identificamos: um tema/demanda (conteúdo), sujeitos/grupos/coletivos e grupos/empresa/s (educandos e educadores) e um contexto sócio-econômico-político (contexto educativo) que, ao mesmo tempo condiciona mas é transformado pelos envolvidos e suas ações educativos e/ou políticas.   Palavras chaves: conflitos socioambientais, ruptura, hegemonia e educação ambiental

 
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Los saberes de los movimientos sociales: contribuciones para una episteme latinoamericana.   (#7245)
Victoria Darling 1
1 - UNILA.
Abstract:
El trabajo que presentamos propone la realización de un diagnóstico sobre las diversas corrientes teóricas que ponen en debate el campo de lo que se han denominado ¨nuevas epistemologías¨. La idea central consiste en ubicar el aporte latinoamericano en dicho debate de la mano de autores como Fals Borda, Hugo Zemelman, Silvia Rivera Cusicanqui, Paula Menesses y Enrique Dussel. A partir de ese diálogo, problematizaremos diversos saberes, algunos de ellos ancestrales como aquellos de raíces indígenas y campesinas, que en términos históricos han sido marginados del conjunto del saber académico y en sus formulaciones actuales, escindidos del aporte que pudieran otorgar a las explicaciones que se construyen sobre la realidad social. En esa línea, considerando las contribuciones de algunos movimientos sociales latinoamericanos a dicho debate, recuperamos ejes específicos en que colectivos sociales ya consolidados proponen una lectura y un análisis particular, criticando las modas teóricas, la despolitización de las investigaciones y la desproblematización de las tensiones estructurales sobre las que actúan los sujetos sociales. Más aún, recuperamos la noción de comunalidad, buen vivir y paradigma biocéntrico entre otras, para expresar dichas tensiones. En un segundo momento, tomamos el caso del Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZ) que a partir de un ejercicio teórico denominado ¨Ni el centro ni la periferia¨ (EZLN, 2007) propone una nueva forma de afrontar la construcción de conocimiento, sobre todo en el marco de las Ciencias Sociales. Asimismo, recuperamos las contribuciones que, ya no en textos sino en la práctica, el EZ expone cuestionando modelos explicativos, expresando una enorme riqueza de saberes experienciales de los cuales, creemos, el campo de las Ciencias Sociales tiene mucho que apreciar. A partir de esta exposición, buscamos exponer el aporte que en la teoría y en el campo de la praxis los movimientos sociales de la región realizan, construyendo una mirada no sólo crítica sino también, en tiempos de pesimismo de la realidad, concreta y propositiva. 

 
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ESPACIOS DE COCREACIÓN PARA EL CULTIVO DE LA PAZ EN COLOMBIA: EL CASO DE LA SUBREGIÓN OCCIDENTE EN EL DEPARTAMENTO DE CALDAS (#7246)
Angélica Marín Galvis 1
1 - Universidad de Caldas.
Abstract:
Esta ponencia se desarrolla en el contexto del proyecto “Capacidades socio-culturales para la construcción de paz en tres subregiones del departamento de Caldas” de la Universidad de Caldas y la Universidad Nacional de Colombia sede Manizales. La intención es comprender y reconocer experiencias de creación artísticas y de organización social que en escenarios de conflictos y violencias transforman pacíficamente los conflictos en la subregión occidente del departamento, como base para el diseño y formulación de lineamientos de políticas públicas para el cultivo de paz en los territorios. El estudio es de carácter etnográfico, el cual permite conocer la realidad social de la subregión a partir de las experiencias de sus pobladores.  En términos generales se arguye que el reconocimiento de las diferentes capacidades que los integrantes de colectivos formales o informales han logrado sortear en medio de conflictos y violencias dentro de los territorios abren un abanico de posibilidades para construir de manera conjunta lineamientos de políticas públicas locales.

 
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“COMUNIDADE” E “ASSOCIAÇÃO” COMO CATEGORIAS DE MOBILIZAÇÃO COLETIVA E FORMAS DE EXPRESSÃO PÚBLICA DA ETNICIDADE NA MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO, AMAZONAS. (#7292)
Sidnei Peres 1
1 - Universidade Federal Fluminense.
Abstract:
GT 19: ACCIONES COLECTIVAS y MOVIMIENTOS SOCIALES.TÍTULO: “COMUNIDADE” E “ASSOCIAÇÃO” COMO CATEGORIAS DE MOBILIZAÇÃO COLETIVA E FORMAS DE EXPRESSÃO PÚBLICA DA ETNICIDADE NA MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO, AMAZONAS.Os grupos indígenas na margem esquerda do Médio Rio Negro se organizam socialmente em comunidade, vivenciando a consciência prática da etnicidade nas dinâmicas territoriais cotidianas, enquanto a consciência reflexiva da etnicidade indígena se organiza politicamente em associação na luta por políticas territoriais, através do ativismo configurado na linguagem dos direitos originários específicos institucionalizados em diversas esferas do Estado brasileiro, principalmente a partir de 1988. A territorialidade neste contexto etnográfico apresenta dimensões diversas e articuladas: parentesco, mobilidade espacial e estratégias de reprodução dos grupos domésticos observadas nas trajetórias familiares como unidade descritiva e analítica. O rio não é apenas um ambiente natural, mas é uma categoria socialmente construída e plena de historicidade, na qual se produzem memórias e identidades. “Cidade”, “floresta”, “roça”, “sítio”, “colocação” são categorias do entendimento que servem para pensar o mundo de uma maneira própria em situações históricas e contextos sociais particulares. A reprodução social dos grupos domésticos está presa num paradoxo. O jovem indígena sai do seio familiar para trabalhar sob o domínio dos patrões para realizar autonomia frente aos parentes e retorna mais tarde para a comunidade motivada pelo desejo de autonomia e libertação da dívida. A comunidade deve ser entendida em relação à utopia de autonomia dos indivíduos e famílias indígenas (emancipação dos patrões) e como forma de organização social que se contrapõe ao regime de aviamento, que contrapõe as categorias sociais de “roça” e “quintal” a “colocação” e “produto”. O resultado da sua atividade produtiva é “produto” nas relações sociais do aviamento e não nas relações sociais da comunidade. No final dos anos 1990, com a criação da Associação Indígena de Barcelos, o associativismo se constituiu como um novo canal de expressão do desejo coletivo de autonomia frente aos patrões e de emancipação do regime de aviamento. “Comunidade” e “associação”, portanto, são duas categorias centrais para compreender os processos de organização social e política das diferenças culturais e da etnicidade no Rio Negro. Pretendemos entender a formação do associativismo indígena e a sociogênese do ativismo étnico no Médio Rio Negro no contexto dos conflitos e processos de mudança social que confrontam as formas indígenas de manejo dos recursos naturais e suas estratégias de reprodução social dos grupos domésticos com um modo específico de recrutamento e exploração compulsórios da força de trabalho (o regime de aviamento).

 
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La historia oral como técnica para el estudio de la Guerra del Agua, Cochabamba, Bolivia, 2000. (#7300)
Blanco Fares 1
1 - Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.
Abstract:
La Historia Oral es una técnica tan antigua como la disciplina histórica misma. Más tarde, con el surgimiento y organización de bibliotecas y archivos, los documentos orales fueron dejados a un lado prefiriéndose las fuentes escritas. Se consideraba que el documento escrito era una realidad objetiva, en tanto los testimonios orales, supeditados a la memoria y a la visión particular del testigo, subjetivos. En este sentido, el positivismo filosófico del siglo XIX encumbró el documento escrito en detrimento de las fuentes orales. La revalorización de los registros orales por parte de las Ciencias Sociales es un fenómeno que ya cuenta con más de sesenta años. Desde sus primeros pasos en las década de los '50 del siglo XX, la Historia oral fue un conjunto de técnicas pensada para visibilizar actores y hechos de la historia que aparecían opacados, escondidos, postergados por otros. La premisa era "dar voz a los sin voz" en un intento de hallar la perspectiva "desde abajo" de la historia. Esta ponencia, que forma parte de mi tesis de maestría en Estudios Latinoamericanos en la Facultad de Humanidades y Ciencias de Educación, es analizar la potencialidad metodológica de la historia oral para el estudio de la Guerra del Agua. A diecisiete años de la Guerra del Agua en Cochabamba, Bolivia, el conflicto gana cada vez más significado dentro de la historia reciente de ese país. La Guerra del Agua cerró las puertas a una época de latencia de los movimientos sociales y abrió otras a un ciclo de luchas de los bolivianos por sus derechos sobre el territorio y los recursos naturales, ciclo de luchas que sería coronado con la Asamblea Constituyente de 2006. Esta ponencia presenta la pertinencia de recuperar los testimonios orales a la hora de rescatar la historia de quienes salieron a las calles en la Guerra del Agua. Consideramos que la Historia Oral es una técnica idónea para estudiar este acontecimiento sociopolítico desde el punto de vista de los hombres y mujeres que participaron en él, y cuyas historias no salieron a la luz, por no ser portavoces ni líderes del movimiento social. En este sentido, nuestra preocupación metodológica recoge los últimos avances de la historia oral y sus posiblidades de aplicación en el estudio de movimientos sociales. Lo que se busca es rescatar el testimonio de los protagonistas, sus puntos de vistas, sus experiencias particulares, su pensamiento, sus aportes en un conflicto que marcó un antes y un después en la historia de Bolivia.

 
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Organizaciones de mujeres y sentidos de la acción colectiva. Experiencias desde el Pacífico Colombiano (#7331)
Irina Cuesta 1
1 - Universidad del Valle/Fundación Ideas para la Paz.
Abstract:
Esta ponencia presenta los hallazgos de una investigación que indaga por los procesos organizativos de mujeres en tres departamentos del Pacífico colombiano[1]: Chocó, Valle y Cauca. Se describen tres experiencias organizativas de mujeres a partir de los contextos en los que surgen, sus características organizativas y los marcos de significado que las han movilizado. Con base en la teoría de organización social de Niklas Luhmann, acompañada de los conceptos de entramado organizativo y estructura de oportunidad política desarrollados desde el enfoque de movilización de recursos, y el uso de la categoría género como transversal al análisis, se estudiaron los tres casos organizativos de mujeres en esta región de Colombia. La consolidación de redes de organizaciones de mujeres en Colombia ha implicado un proceso organizativo que se constituye como estrategia de movilización y de organización de recursos, en el que los cuadros de administración y de toma de decisiones cobran una vital importancia a la hora de reunir diversos intereses. La acción colectiva que generan las organizaciones no son actividades espontáneas ni desorganizadas. En este sentido, desde la teoría de la movilización de recursos se entiende que la organización es un recurso fundamental para la constitución de un movimiento social y el desarrollo de la acción colectiva. A través de una metodología basada en técnicas cualitativas de investigación como las entrevistas individuales y grupales, el trabajo de campo y la revisión documental, la investigación identifica que los procesos organizativos de mujeres en el Pacífico Colombiano atienden tanto a necesidades prácticas de su vida cotidiana como a intereses estratégicos a través de acciones de resistencia pacífica y liderazgo político. Se concluye que estas organizaciones de mujeres han conformado un entramado organizativo con estructuras participativas y descentralizadas que se apoyan en aliados internacionales para impulsar procesos de participación política enfocados al desarrollo territorial, lo que en el marco del conflicto armado las ha posicionado como un actor político en los procesos de construcción de paz. Desde las experiencias organizativas de mujeres en el Pacífico Colombiano, una de las regiones más afectadas por el conflicto armado, el anclaje territorial y étnico del ser mujer es expuesto en un proceso de identidad colectiva conformado en las organizaciones, expresado de igual forma en las dinámicas organizacionales, en las imágenes, los lemas y los logos organizativos. En territorios con notables carencias de la institucionalidad del Estado colombiano, la atención de las necesidades prácticas de las mujeres constituye una de las acciones políticas más estratégicas de estas redes de mujeres, además del reclamo continuo por una institucionalidad que garantice su estatus como ciudadanas. [1] Esta ponencia se basa en el trabajo de investigación Redes de mujeres en el occidente colombiano: procesos organizativos y sentidos de la acción, para optar por el título de Magister en Sociología de la Universidad del Valle, Cali, Colombia.

 
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Lillith: gestión del cuerpo y la identidad o Del activismo lgbt como gestión cultural     (#7357)
Néstor Raúl Ricaurte Castañeda 1
1 - Universidad de Antioquia.
Abstract:
La ponencia que presento para consideración de  los jurados corresponde al avance de la investigación titulada "Lillith: gestión del cuerpo y la identidad" que adelanto para optar al título de magíster en gestión cultural en la Universidad de Antioquia (Medellín). Propongo una triple intervención - tres en uno- (ponencia, instalación y performance).   En la intervención abordo tres asuntos principales: 1. la gestión del cuerpo y la configuración de la identidad, 2. Mi experiencia artística y mi apuesta estética y política (artivismo)  y, 3. Finalmente planteo el activismo lgbt como una propuesta de gestión cultural. El planteamiento y análisis que propongo lo desarrollo desde mi propia experiencia como transgenerista, activista, artista, antropóloga y funcionaria pública, en este sentido es una narativa desde múltiples voces y lugares.   Si para el feminismo “lo personal es político”, para mí como persona transgenerista, artista y activista, lo político es el cuerpo. Me lanzo a escribir y a hablar más allá de lo puramente académico, pues hablo desde el saber con el que vivo y que me habita. Hablo además de la forma en que articulo lo académico (arte, antropología y gestión cultural), cuerpo,  disidencia política e identidad.  Uso la performance como recurso artístico, reflexivo y mecanismo de denuncia y resistencia, como vehículo de intervención pedagógica y, sobre todo, como medio de subversión. No concibo un activismo trans sin el descaro, el arrojo y el desparpajo del cuerpo. Pongo mi cuerpo, lo entrego junto con mi voz en la batalla por la liberación de los cuerpos, de su reapropiación y del rescate de sus profundos deseos. En este sentido, propongo y promuevo el cuerpo político y el cuerpo como política. Hablo entonces de mis ejercicios de resistencia. Si entendemos el cuerpo como una construcción cultural, como entidad cultural, entonces, la gestión del mismo debe entenderse como gestión cultural.   Finalmente hablo de la doble disidencia, por un lado de la norma heterosexual hegemónica y, por el otro, de la "norma o modelo trans" del cuerpo y la identidad, para hablar de mi construcción "rara" y "anómala" de la identidad transgenerista, fuera de los modelos convencionales de masculino y femenino, pero sobre todo, fuera de los propios modelos transgeneriasta de hiper masculinización e hiperfeminización.      Palabras clave: identidad, cuerpo, el cuerpo como agencia, activismo, disidencia, gestión cultural. 

 
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Autogestión en Organizaciones Alternativas: Un estudio de caso en Valparaíso, Chile. (#7403)
Constanza María Raquel Herrada Cerda 1; Cristian Joel Nova Castillo 1; Fernanda Gabriela Pérez Pérez 1; Rodrigo Ignacio Tapia Moreno 1
1 - Pontificia Universidad Catóilica.
Abstract:
Esta propuesta de ponencia analiza formas de autogestión en la sociedad latinoamericana, mediante un estudio de caso en una organización alternativa llamada Patio Volantín, ubicada en Valparaíso, Chile. Se busca responder cómo se autogestionan organizaciones de este tipo y el aporte que entregan a su comunidad, evidenciando para ello a formas históricas de autogestión que precedieron en Latinoamérica, como las tomas de fábricas argentinas por sus trabajadores y la población La Victoria, siendo un lugar emblemático de autogestión y resistencia social durante la dictadura militar chilena. En efecto, el espacio Patio Volantín se financia autónomamente a través de la labor de voluntarios, realizando talleres a la comunidad con el uso del trueque. Mediante el uso de entrevistas y de observación participante en el espacio, se abordan conceptos como la Autogestión (Señorino, 2012), Organizaciones Alternativas (Parker, Cheney, Fournier & Land, 2014; Cheney, 2014) y Economía Social Solidaria (Coraggio, 2008). Se exponen tres categorías como resultado: a) Alternativas de financiamiento: se identificaron y analizaron las prácticas de autogestión, con el trueque como eje principal de financiamiento, así como también a fondos culturales concursables y arriendo de espacios. b) Una suma de voluntades: indagó en los roles que poseen sus actores como también las formas de articulación que regulan el ordenamiento de las actividades realizadas. De este modo, éstas se presentan difusas depositando los deberes en el fundador, caracterizado como líder carismático, y sumado a su vez a la complejización del centro comunitario, dada la popularidad del espacio. c) Los valores que sostienen al Patio: alternativa de hacer y vivir la autogestión, que dan cuenta de las dificultades que existen actualmente en su financiamiento y, a la vez, entregan un posicionamiento político en torno al modelo neoliberal por parte de los participantes del lugar, buscando ellos una alternativa a las formas tradicionales que propone este modelo socio político. Finalmente se discute que esta organización está transcurriendo por un momento de crisis, generado por las dificultades de autogestión que posee el lugar, ante la falta de voluntarios para sostener el espacio. De este modo, se replantea qué se considera por autogestión en organizaciones alternativas y qué responsabilidades tiene el medio socioeconómico en el cual se emplaza. En efecto, el modelo neoliberal inhibe la asociatividad entre las personas como sindicatos o movimientos sociales, siendo hostil a toda forma de solidaridad social que entorpezca la acumulación de capital (Harvey, 2007 & Paterman, 1970). Por lo cual, Patio Volantín se presenta como un caso concreto de como el modelo neoliberal puede entorpecer en llevar una organización alternativa; entregando a la vez una idea sobre los procesos que pueden vivenciar otras organizaciones de similares características que funcionan mediante la autogestión, en diferentes latitudes de Latinoamérica.

 
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Experiencias asociativas de trabajo sexual en Buenos Aires. Un primer acercamiento. (#7436)
Gonzalo Ezequiel García 1
1 - Facultad de Ciencias Sociales – Universidad de Buenos Aires..
Abstract:
La problemática de la prostitución es un fenómeno heterogéneo, caracterizado por las distintas formas que asume en distintos ámbitos, como en las calles, en whiskerías, cabarets, departamentos privados. Es este último ámbito el que nos convoca, en relación a la emergencia de experiencias asociativas para el ejercicio autónomo de la actividad en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. En los últimos años, una de las organizaciones que nuclea a mujeres que ejercen la prostitución, la Asociación de Mujeres Meretrices de la Argentina (AMMAR-CTA), ha incluido entre sus propuestas para el desarrollo del trabajo sexual autónomo, sin la figura de un proxeneta, la formación de “cooperativas”. En un contexto caracterizado por la penalización de distintas formas de oferta de servicios sexuales mediante un marco normativo que incluye leyes, códigos contravencionales y de faltas, el decreto 936/2011, que prohibió la publicación de avisos de oferta de comercio sexual, es identificado como un punto de inflexión en la relación entre las trabajadoras sexuales que se desempeñan en departamentos (denominados “privados”) y la organización sindical (AMMAR-CTA), permitiendo establecer vínculos que en el pasado fueron muy escasos. Este acercamiento de las trabajadoras de los “privados” al sindicato, debido a las dificultades derivadas de la prohibición de la publicidad en medios gráficos, tenía como preocupación central el aumento de los porcentajes que las mismas debían dejar a los administradores de los departamentos (proxenetas), con el pretexto del incremento en los costos de publicidad. Además, las condiciones desventajosas para acceder a alquileres en los casos de quienes se desempeñaban en forma autónoma (con precios que llegan a triplicar los alquileres para vivienda, en muchos casos con complicidad de las inmobiliarias) se sumaban al cuadro de situación en el que se produjo el acercamiento de las trabajadoras que se desempeñaban en departamentos privados a AMMAR-CTA. Ante esta situación comenzó a proponerse como alternativa la formación de experiencias asociativas, en las cuales un grupo de trabajadoras se unen para trabajar en un departamento de forma autónoma, en un marco de informalidad a nivel legal. Esta ponencia, basada en entrevistas a mujeres que se desempeñan o se desempeñaron en el pasado bajo esta modalidad, pretende realizar un primer acercamiento a las singularidades de sus formas organizativas y las características del proceso en el que surgieron.

 
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La  ciudadanía colectiva  de los pueblos indígenas, una forma de ampliar la noción de lo público en tierras bajas de Bolivia. (#7445)
Rowena Gabriela Canedo Vásquez 1
1 - UMSS.
Abstract:
La ponencia partirá concibiendo lo público como la presencia del Estado en las tierras bajas, a partir del conjunto de leyes, especialmente aquellas que tienen que ver con el recurso tierra. Las mismas que son interpretadas, traducidas, y en última instancia apropiadas por los pueblos indígenas con la finalidad de resguardar sus territorios.  Es así que los indígenas, adoptan, internalizan las normas, el discurso, las herramientas técnicas, manejan el lenguaje normativo y en definitiva juegan las reglas del Estado. Con todo, queremos hacer énfasis en que el “ingreso”  de los pueblos indígenas al campo del Estado se da como forma de garantizar la vida comunitaria, que sólo es posible a través del resguardo del territorio. La demanda y lucha del territorio se da a nivel colectivo, es decir se la hace a través de un pueblo u organización, por tanto la relación no es la de un individuo con el Estado (como en el liberalismo) sino es a través de un colectivo (pueblo, organización),  lo que nos lleva a reflexionar sobre la ampliación del concepto de “lo público”, que se ve superado, a través de la ciudadanía colectiva. Todo esto será abordado a través de la relación de los pueblos indígenas y el Estado en torno a la reivindicación territorial, es decir entender “lo público” a través de lo comunitario en tierras bajas.

 
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Movimiento Social de Aysén. Internet, capital social y regionalismo (#7489)
Jose Ignacio Porras Martinez 1; Miguel Pérez Bade 2
1 - Universidad los Lagos. 2 - UNIVERSIDAD DE AYSEN.
Abstract:
La movilización social ha tomado cada vez más relevancia como forma de acción colectiva a través de la cual los diferentes segmentos de la población chilena expresan sus demandas transgrediendo los canales institucionales existentes. Entre las diferentes experiencias existentes durante los últimos años, uno de los casos con mayor potencial analítico se encuentra en la movilización social que se produce en Aysén. Un movimiento que marca un antes y un después en la sociedad civil de Aysén y en las formas de capital social que la sustentan. Si bien su incidencia en las políticas públicas fue limitada en el primer año (Pérez, 2014) y el movimiento volvió a un estado de relativa “subsidencia”, las organizaciones de base regionales mantuvieron vivas sus demandas y el Estado central, junto con el Congreso Nacional, colocó los cimientos de una política de Estado para esta y otras “zonas extremas” (Durston, J., Gaete, J. M., & Pérez, M. (2016). La relevancia analítica de este episodio tiene varias lecturas. En esta ponencia vamos a fijarnos en tres. En primer lugar la importancia del capital social como variable interviniente en la configuración del movimiento social en Aysén. En particular el peso de la memoria colectiva de la organización social en la región como factor catalizador del proceso, así como la incidencia del capital social asimétrico que surge de las relaciones clientelares preexistentes. En segundo lugar la importancia que adquiere en su articulación el uso de internet al dar visibilidad a las demandas a nivel nacional, como en articular y coordinar el propio movimiento en Aysén. Por último, el tercer elemento es la emergencia de nuevas formas identitarias de carácter regionalista. El marco analítico que orienta la elaboración de la ponencia es la aplicación del enfoque de redes al estudio de los movimientos sociales. Desde esta perspectiva, un movimiento social es visto como una entidad dinámica, que representa el resultado de “interacciones informales entre una pluralidad de individuos y grupos de asociaciones, comprometidos en un conflicto político o cultural sobre la base de una identidad colectiva” (Diani, 2003: 301). El trabajo que se ha proyectado a partir de las investigaciones realizadas por los autores en el marco del Proyecto “El impacto de internet en el capital social de comunidades aisladas” financiado por el Programa FONDECYT Regular (www.internetycapitalsocial.cl)

 
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“No tengo cuentas en Panamá, quiero el boleto para poder estudiar”.  Prácticas del movimiento estudiantil de la UNLP, 2016.   (#7522)
Julian Salina 1
1 - FaHCE-UNLP.
Abstract:
En nuestro país, como en la región, procesos recientes de disputa han visibilizado nuevamente al movimiento estudiantil en la escena pública. Un caso ejemplar en la provincia de Buenos Aires es el conflicto en torno a la Ley de boleto educativo. Esta disputa es tema de interés y un reclamo histórico dentro de la comunidad universitaria. Asimismo, constituye un acontecimiento público de repercusión social significativa. Este trabajo es un estado de avance de la tesina de grado donde se investigan las luchas (estrategias y conflictos), prácticas (organizativas) y discursos (consignas y demandas) hegemónicas del movimiento estudiantil de la Universidad Nacional de La Plata en torno a la sanción, reglamentación e implementación de la Ley de Boleto Educativo, en los años 2015 y  2016. La ponencia se acota a la dimensión de prácticas organizativas llevadas a cabo en el primer semestre 2016, indagando las potencias y limitaciones que lo caracterizan, damos cuenta de la reapertura de debates acerca de los puntos de convergencia y de conflicto presentes entre la diversidad de sujetos políticos que lo componen. Desde un enfoque cualitativo, este estudio de caso efectúa un análisis de documentos producidos por las agrupaciones estudiantiles, notas periodísticas, entrevistas en profundidad y observaciones. Por otra parte incorpora dimensiones analíticas significativas a la comprensión de los movimientos sociales contemporáneos.