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miércoles 06/12 - Fac. Derecho / Sala 39
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Tecnologia y MA |
Miércoles 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 39 |
Tropicalização da tecnologia alemã dos biodigestores (#4946)
Marcio Andrade 1; Luciano Henning 1; Luis Fernando Scheibe 1
1 - Universidade Federal de Santa Catarina.
Abstract:
Este trabalho insere-se no contexto do crescente desenvolvimento das energias renováveis e principalmente do aproveitamento energético do biogás gerado a partir do processamento anaeróbio de biomassa em biodigestores. Em tempos em que governos e sociedades constatam as evidências das mudanças climáticas e a necessidade de que sejam minoradas as emissões de gases efeito estufa é pertinente que analisemos as perspectivas do desenvolvimento da tecnologia dos biodigestores na América Latina. O trabalho analisa a evolução da aplicação da tecnologia do biogás na Alemanha, atualmente com cerca de 10 mil plantas em operação as quais juntas geram em torno de 4 GW. E constatamos que apesar deste crescimento e do apelo pela sustentabilidade associado à energia renovável da tecnologia do biogás, a busca pelo alto rendimento de tais plantas levou a Alemanha a utilizar predominante biomassa de culturas agrícolas energéticas, dedicadas, principalmente de milho. Esta tecnologia tem possibilitado a produção de energia, mas, nem sempre a questão ambiental relativa ao aproveitamento do digestato como fertilizante, assim como os impactos sócio-econômicos, de vizinhança, decorrentes da implantação de tais projetos ainda não foram plenamente resolvidos. A América Latina apesar de ser uma região com clima predominantemente tropical, apresentar condições climáticas favoráveis ao processo da digestão anaeróbia e possuir grande disponibilidade de substratos oriundos de biomassa residual - como os dejetos de criações de animais confinados - o aproveitamento energético do biogás na Região ainda é insipiente, mas promissor. Assim, a tropicalização da tecnologia do biogás para a nossa região não é uma tarefa trivial, pois envolve desde a seleção de materiais alternativos, o aproveitamento de substratos apropriados, principalmente de biomassa residual - evitando a competição com a produção de alimentos – ou seja é importante que façamos a seleção de uma tecnologia apropriada aos nossos condicionantes climáticos, econômicos e sociais. Apresentamos como estudo de caso o projeto desenvolvido no Condomínio Energético da Associação Bioenergia - em Itapiranga-Santa Catarina-Blasil - que está sendo implantado pela empresa Eletrosul Centrais Elétricas S.A. em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

 
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ENERGIA EÓLICA E SEU IMPACTO ECONÔMICO, AMBIENTAL E SOCIAL NOS MUNICÍPIOS PRODUTORES DO RIO GRANDE DO NORTE (#6849)
Rafael Fonseca da Costa 1
1 - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Abstract:
O estudo apresenta os resultados de uma pesquisa de mestrado sobre o impacto econômico, ambiental e social na instalação/operação de parques eólicos no Rio Grande do Norte e, especialmente, nos municípios de Rio do Fogo, João Câmara, Parazinho e Pedra Grande (os quatros principais municípios produtores de energia eólica do Rio Grande do Norte), além de dados coletados de outras pesquisas e estudos realizados pelo autor. A pesquisa parte da hipótese de que a implantação de parques eólicos no estado tem apresentado, até aqui, resultados significativos diminutos nas esferas econômica, ambiental e social para os municípios. Tal atividade de alto investimento econômico pode frustrar a expectativa em relação ao real progresso econômico e apresentar impactos ambientais e sociais significativos, os quais foram constatados in loco nos principais municípios analisados. Realizou-se entrevistas com os atores sociais que estão envolvidos direta e indiretamente ou estão associados à instalação tais como, moradores de assentamentos e gestores públicos. Observou-se os municípios a partir da análise quantitativa anterior e posterior a instalação dos parques, o que serviu para observar o grande investimento nessa atividade. Também foram problematizados os impactos da instalação/operação de um empreendimento eólico, quando comparados aos dos empreendimentos hidroelétricos e termoelétricos. Para aferir os impactos econômicos, foi feita pesquisa documental sobre o aumento do Imposto de Serviço Sobre Qualquer Natureza (ISSQN) pago às prefeituras dos municípios produtores. O levantamento quantitativo desse imposto contribuiu para a análise econômica, visto que esses tributos são a forma mais direta pela qual as regiões produtoras recebem algum recurso provindo da atividade de instalação dos parques.  A partir da análise dos dados, notou-se que o desenvolvimento econômico não tem se manifestado da forma apresentada pelo discurso do Estado e das empresas geradoras de energia para os municípios, apresentando apenas ganhos pontuais na etapa de instalação dos parques. Na esfera ambiental tais instalações trazem consequências bruscas e desestruturantes para o ambiente natural local, como desvio de rotas migratórias, supressão da vegetal, aumento dos níveis de ruídos, mortandade de avifauna (aves e morcegos) e instalação em áreas com sensibilidade ambiental. Na esfera social observou-se a elevação da prostituição de crianças e adolescentes, criminalidade, o aumento no número de mulheres solteiras grávidas, especulação imobiliária,  surgimento de indivíduos com doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, e conflitos em áreas de assentamento rural. É importante observar que esses fatores se intensificaram com a chegada da eólica, mas não são inerentes à instalação dos parques eólicos. Percebeu-se a partir desse estudo que a implantação de parques eólicos tem sido importante para a geração de energia elétrica no país e no estado, mas sua instalação não implica em ganho econômico, ambiental e social substancial para aqueles municípios, além de lhes trazer ônus.

 
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Caja negra, procedimiento científico o construcción social?   Controversias generadas en la Evaluación de Impacto Ambiental para Obras Hidroeléctricas (#7573)
Myriam Elena Barone 1
1 - Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales- UNaM.
Abstract:
Esta ponencia revisa diferentes aspectos del procedimiento técnico-científico que tiene como objetivo básico y fundamental la prevención, mitigación o corrección de los posibles efectos adversos que pueden alterar el ambiente a causa de la realización de un proyecto hidroeléctrico. El Estudio de Impacto Ambiental (EIA), realizado por investigadores/ expertos de diferentes campos disciplinarios presenta varias etapas sucesivas y concatenadas a lo largo de un período prologando de tiempo, y conforman uno de los dispositivos por excelencia de la ¨certeza científica¨ que enmarcan una ¨minimización¨ de riesgos medioambientales. En definitiva, una ¨caja negra¨[1] que presenta el resultado final depurado del proceso en forma de ¨hechos¨ u ¨objetos¨ (Wolgar, 1991). El mismo se obtiene a través de sucesivos procesos de ¨traducción¨ -producto de la intervención de actores (humanos y no humanos)-, parte constitutiva de complejos entramados de relaciones, negociaciones y mediaciones, que ofrecen como resultado final un aspecto incontrovertible, no admiten discusión. Tal como lo explicita Latour (2001), la tarea científica radica en re-construir el trabajo técnico-científico, explorando la complejidad interna de la cual es producto. La cajanegrización, por lo tanto se presenta como una simplificación exitosa que opera ocultando el proceso que la originó y las múltiples heterogeneidades que participaron en él. Entonces, el hecho construido se vuelve incuestionable, el objeto indispensable, y ambos, puntos de paso obligado para aquellos que intenten conocerlo (Callón, 1995). En esa línea epistémica los constructores (científicos-investigadores y técnicos) de los informes de EIA estudian los fenómenos naturales, sociales o ambientales o solo refieren o expresan una interpretación que hacen de ellas? Cómo se construyen los informes, cómo operan las cadenas de traducción? Cómo obtienen consenso en el análisis y predicción de los efectos producidos en la naturaleza, en los grupos sociales y la sinergia que se produce entre ambos? Cómo determinan en su práctica científica la escisión naturaleza/cultura?, recordando que los hechos e inscripciones –producto de la práctica científica- se encuentran enmarcados en una red de instrumentos, de protocolos, de experiencias, de competencias, de enunciados organizados en un continun, donde las diferencias se tornan difusas. En definitiva, en esta ponencia ensayaremos algunas respuestas –con el objeto de someterlas a discusión- y que fueron esbozadas en torno a estos interrogantes.   [1] -Se toma la metáfora de caja negra cuando todos acuerdan que se trata de un procedimiento, por ejemplo, “práctico y funcional” y lo “necesario” forma parte de él. Toda caja negra tiene una historia de asociaciones entre sistemas so­ciales y sistemas técnicos, es una construcción social cuya deconstrucción permite identificar y expli­car no sólo las negociaciones sociales que rodean y construyen socialmente una tec­nología, sino la manera en que dichas nego­ciaciones y prácticas sociales influyen en el contenido mismo de la tecnología.

 
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Tecnologias Sociais & Práticas de Sustentabilidade em Comunidades Tradicionais na Amazônia: experiência de pesquisa-ação interdisciplinar (#7636)
Rodrigues Chaves Maria do Perpétuo Socorro 1; Bandeira Rodrigues Débora Cristina 1; Compton Barroso Silvana 1
1 - Universidad Federal do Amazonas.
Abstract:
O estudo relata a experiência de pesquisa-ação e de extensão universitária do Grupo Interdisciplinar de Estudos Sócio-Ambientais e de Desenvolvimento de Tecnologias Sociais na Amazônia – Grupo Inter-Ação no projeto “As múltiplas faces do mundo do trabalho: práticas laborais no domínio das Comunidades Ribeirinhas na Amazônia”. Este aborda a dinâmica do mundo do trabalho e as práticas de sustentabilidade nas comunidades ribeirinhas, visando trazer à cena o mundo do trabalho singular que vigora nos domínios das comunidades ribeirinhas da Amazônia formadas pelos povos tradicionais não-indígenas (pescadores, extrativistas, varjeiros, ribeirinhos). A metodologia configura-se numa modalidade interdisciplinar de pesquisa-ação cujas ações são norteadas para potencializar a criatividade, a sociabilidade e a interação, a partir da metodologia Inter-Ação que envolve diversas áreas do conhecimento técnico-científico, tendo como elemento central o diálogo entre técnicos, pesquisadores e comunitários na promoção da participação e emancipação dos agentes sociais. A abordagem interventiva e de investigação científica centra-se em princípios transdisciplinares propiciando a construção de uma relação entre as diversas formas de apreensão da realidade social e a articulação entre saber popular ao saber científico. As atividades socioeducativas adotam um diálogo instrutivo e pedagógico pela valorização dos saberes e habilidades dos ribeirinhos na implementação de práticas de sustentabilidade potencializando a gestão comunitária e as ações do mundo do trabalho. O ordenamento das ações é baseado na práxis coletiva, num intercâmbio dialético, no qual, o diálogo e o respeito proporcionam a troca de experiências a partir de interações sociais e éticas num enriquecimento de todos. A pesquisa e a extensão fundem-se num processo socioeducativo que abrange ações de investigação e ações afirmativas de cidadania que produz: novos conhecimentos; estratégias para superação das condições de exclusão no atendimento às demandas existentes de acesso a bens e serviços sociais; novas técnicas, habilidades e mecanismos que possibilitem a construção de alternativas sustentáveis à realidade local. Os resultados compreendem a produção de conhecimento sobre as diferentes modalidades de trabalhos desenvolvidas por homens e mulheres e seus grupos doméstico-familiares, a construção de um mapa sobre as práticas laborais coletivas e aquelas individualizadas exercidas no modus vivendi ribeirinho, a identificação das tecnologias e inovações sociais, dos produtos, processos e serviços no campo da economia criativa e da economia da cultura produzidas pelos trabalhadores(as) ribeirinhos, delineando os circuitos de trocas e comercialização no domínio territorial das comunidades visando à criação de subsídios para formulação de políticas públicas para região, sob o enfoque da sustentabilidade.

 
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Estrategias ambientales en la Industria Automotriz en Guanajuato: algunos hallazgos (#8832)
Adriana Martínez Martínez 1; Ángela Guadalupe Olivares Mendoza 1
1 - UNAM.
Abstract:
La industria automotriz es importante para la economía de México dada su contribución en el Producto Interno Bruto del país y el número de empleos, tanto directos como indirectos que genera; sin embargo, es también una industria altamente contaminante. En este contexto, la gestión ambiental retoma una importancia muy significativa. Por lo que la pregunta de investigación que guía esta ponencia es ¿Qué estrategias ambientales están implementando empresas de la industria automotriz establecidas en Guanajuato para promover el enverdecimiento de su cadena de suministro.   Para dar respuesta a esta interrogante, en esta investigación se propuso un modelo para evaluar el nivel de enverdecimiento de la cadena de suministro de la industria automotriz y determinar el tipo de estrategia ambiental implementada por las empresas objeto de estudio. Es modelo permitió 1) evaluar el nivel de implementación de las prácticas, 2) evaluar los indicadores por tipo de procesos y 3) definir el tipo de estrategia ambiental seguida por las empresas y que clasificamos en tres categorías: proactiva, activa y pasiva.   Los resultados de la investigación muestran que la adopción de las estrategias ambientales en las empresas no sólo responden a la regulación ambiental sino, también, a factores como las exigencias del cliente y del mercado al que atienden; asimismo, se demuestra que las empresas que han implementado este tipo de estrategias han obtenido beneficios económicos, ambientales y productivos.   La ponencia está dividida en 4 secciones. La primera parte aborda una discusión teórica sobre el tema de la Gestión Verde de la Cadena de Suministro. En la segunda se hace una breve descripción de la industria automotriz localizada en Guanajuato, México. Las estrategias seguidas por las empresas objeto de estudio son presentadas y discutidas en la tercera sección. Finalmente se exponen los principales hallazgos y las líneas de investigación futuras.   Esta investigación fue realizada gracias al Programa UNAM-DGAPA-PAPIIT IN304616 Innovación, convergencia tecnológica y sostenibilidad: la industria automotriz de Guanajuato ante la globalización.

 
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La Etnografía Audiovisual Interpretativa como estrategia para la adopción social de ecotecnias en Pénjamo y Tierra Blanca, Guanajuato, México. (#8881)
Maricruz Romero Ugalde 1; Daniel Tagle Zamora 1;
Lorena Álvarez Castañón 1
1 - Universidad de Guanajuato.
Abstract:
Línea temática: Educación ambiental, nuevas pedagogías y procesos de transformación social. Como resultado del proyecto de investigación “Transformación sociocultural, uso y aplicación de ecotecnias para el mejoramiento de la vivienda de las familias vulnerables en los municipios de Pénjamo, Apaseo el Alto, Tierra Blanca, Comonfort y San Felipe del Estado de Guanajuato” lidereado por el Dr. Tagle y financiado por la Secretaria de Desarrollo Social y Humano de Gobierno del Estado. El grupo de investigación encontró que existen circunstancias exógenas y endógenas que limitan la apropiación de las ecotecnias. Entendiendo por éstas la integración de un artefacto que con un método (implementos más mantenimiento) lleva a cabo un proceso que resuelve una necesidad; donde la principal característica es resolver dicha necesidad reduciendo el impacto ambiental.             Algunas de las limitantes encontradas se asocian a la falta de reconocimiento de que es un proceso social multinivel donde cada uno de los participantes requiere conocer y reconocerse como interventor con capacidades, habilidades, conocimientos y experiencias diversas.              ¿Cómo contribuir en la adopción social de la transferencia de tecnología que implica la implementación de ecotecnias?  Con eduación ambiental que permita generar un proceso holístico, continuo y participativo (Herrera, 2006) que considere lo que la FAO (2012) señala como las dimensiones para el desarrollo de las capacidades de los territorios rurales deprimidos: acumulación de conocimientos y habilidades que permitan construir capacidades en el contexto social que se desenvuelve la comunidad. Por ello, se decidió aplicar la metodología Etnografía Audiovisual Interpretativa (ETNOAI) como estrategia dialógica donde un equipo multidisciplinario de estudiantes, asesorados por los investigadores al cargo del proyecto trabajan con los agentes sociales para identificar experiencias de éxito y de fracaso de algunas de las ecotecnias implementadas generando materiales audiovisuales  con base en los criterios, los valores y las ideas de quienes han experimentado los beneficios de las ecotecnias o bien, las rechazan por diversos motivos. De los 5 municipios estudiados en 2015, se eligieron dos, uno de ellos con población originaria otomí, Pénjamo y Tierra Blanca, respectivamente, para  mostrar las características que implica la adopción social de las ecotecnias. La metodología ETNOAI (Romero, 2006) es una forma de vinculación de la ciencia y el arte donde el diálogo intercultural entre los participantes permite hacen investigaciones científicas cuyo resultado se resignifica a través del lenguaje cinematográfico. Así ha sido posible dar cuenta de la experiencia de los beneficiarios del programa evidenciando los distintos saberes, niveles de comunicación y formas de apropiación o rechazo de las ecotecnias.

 
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El discurso ambiental del gobierno de la “revolución ciudadana” en el Ecuador: metamorfosis en reversa (#0170)
Pedro Alarcon Cevallos1
1 - Flacso Ecuador.
Abstract:
En el año 2007, el recientemente posesionado gobierno de Rafael Correa oficializó la iniciativa Yasuní-ITT que proponía dejar sin explotar uno de los principales yacimientos petroleros del Ecuador a cambio de una contribución financiera internacional. La iniciativa epitomizó los principales fundamentos de un discurso específico para abordar la relación sociedad-naturaleza desde una perspectiva alternativa al desarrollo. Principios como el reconocimiento de los derechos de la naturaleza y la prohibición de realizar actividades extractivas en territorios ecológicamente vulnerables, que se constituyeron en puntales de la iniciativa, fueron plasmados luego en la Constitución Política de la República del Ecuador vigente desde el año 2008. La redacción de una nueva Constitución fue una demanda atendida de distintos sectores sociales, muchos de los cuales apoyaron la elección del nuevo gobierno y contribuyeron a posicionar su discurso ambiental. En 2013, cuando el gobierno decidió de manera unilateral dar por terminada la iniciativa Yasuní-ITT, se tornó evidente un cambio en la dirección del discurso. El ‘nuevo’ discurso ambiental propuso una jerarquía de conceptos dentro de la cual el imperativo de la erradicación de la pobreza se colocó por encima de la protección de la naturaleza. En este esquema, la renta del petróleo apareció como la fuente natural de financiamiento de políticas neodesarrollistas. A la par, los intentos teóricos que pretendieron sustentar este discurso del gobierno sugerían un tipo de prácticas en línea con la mercantilización de la naturaleza. Siguiendo esta lógica, el discurso ambiental se concibe como una disputa de sentidos, una lucha semiótica por posicionar conceptos desde distintas perspectivas y se argumenta que el cambio del discurso ambiental del gobierno ecuatoriano pretende justificar el retorno a un modelo de desarrollo convencional basado en los recursos naturales. Como consecuencia de este viraje, sectores sociales representativos que simpatizaban con la iniciativa Yasuní-ITT y con una visión alternativa al desarrollo retiraron su apoyo al gobierno a la par que emergió un actor colectivo en franca oposición al modelo neoextractivista implícito en el cambio de discurso.

 
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A (re) construção de sentidos e significados na formação de gestor ambiental (#0209)
Maria Betânia Ribeiro Torres Torres Ribeiro1; Eric Mateus Soares Dias Dias Soares1; Daisy Daniele Silva Silva -1
1 - UERN.
Abstract:
As discussões sobre a formação, perfil profissional e campo de trabalho de gestores ambientais no Brasil ainda são recentes e isso demonstra a importância de identificar os fatores que possibilitaram o desejo, a escolha e as oportunidades para o ingresso profissional na Gestão Ambiental. O objetivo deste trabalho foi o de compreender o que motivou o ingresso de estudantes no curso de Gestão Ambiental da UERN e impulsionou o desejo, a escolha e encontrou oportunidades para a construção do percurso profissional na área ambiental. A pesquisa se configura em uma abordagem qualitativa, tendo em vista a utilização do método autobiográfico como mecanismo de pesquisa, que apresenta experiências dotadas de sentido. O debate que aqui se faz procura responder a duas questões norteadoras: o que motivou a escolha para o ingresso no curso de gestão ambiental? Quais lembranças de aproximações/relações com o ambiente vivido foram narradas pelos estudantes nas suas autobiografias? Dessa forma, o principal objetivo deste trabalho foi mostrar as principais evidências para a motivação e ingresso na área de formação em gestão ambiental.

 
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La gestión comunitaria del agua, espacio social y relaciones de poder (#0211)
María Guadalupe Díaz Santos1
1 - FLACSO.
Abstract:
Uno de los principales retos en la agenda de la Gobernanza del agua en un contexto donde no todos tienen acceso, es el tema de la gestión. Históricamente se han mantenido otras formas de manejo del líquido basadas en principios comunitarios y ambientales, es decir, la gestión comunitaria del agua, la cual se ha adecuado, diversificado, se reproduce en al menos la mitad de las localidades rurales mexicanas, y no son reconocidas en los marcos institucionales actuales. Una manera de reconocer este tipo de gestión para la Gobernanza -democrática y sustentable- es a través de las relaciones de poder que se practican entre los distintos actores involucrados en dicha gestión.  Estas relaciones se construyen a partir del territorio y de las prácticas sociales en éste, por lo que nos basamos en la categoría espacio social en sus dos perspectivas: una con la teoría de Milton Santos (sistema de objetos, configuración territorial y construcción del objeto) y otra con la propuesta de Pierre Bourdieu (campo de fuerzas y capitales), donde los primeros son la base para la construcción de los segundos, y ambas partes delinean las relaciones de poder en la gestión comunitaria del agua, como se muestra en el caso del Sistema inter-comunitario de agua Morelos, en la región de los volcanes del Estado de México.

 
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Gobernanza regulatoria en los servicios de agua potable y saneamiento: Colombia y México (#0285)
María Soledad Gaytán Olmedo1; Andrea Eliana Castilla Sánchez2; Alejandro Alvarado Granados1
1 - Universidad Autónoma del Estado de México. 2 - Instituto Universitario de Investigación Ortega y Gasset.
Abstract:
La colaboración tiene como objetivo presentar un primer acercamiento teórico y empírico respecto a las reformas institucionales que se han aplicado para mejorar la gobernanza regulatoria en los servicios de agua potable y saneamiento. La evidencia empírica corresponde a los casos de Colombia y México, sin que ello represente un estudio comparativo, se busca mostrar los hallazgos de un estudio exploratorio dirigido a examinar tres variables sustantivas para caracterizar el rediseño institucional del sector: (i) reformas institucionales para habilitar la participación del sector privado; (ii) constitución de una agencia regulatoria independiente para regular los servicios y (iii) mecanismos institucionales habilitados para facilitar la participación ciudadana en los sistemas regulatorios. La evidencia empírica muestra que la participación del sector privado (nacional e internacional) presenta rendimientos diferenciados y en muchos casos contradictorios a la lógica que los impulsó. En síntesis, se puede afirmar que ante la ausencia de una legislación que reglamente el carácter de la participación de las organizaciones de consumidores en los entes reguladores, se ha dado una limitada intervención de estas organizaciones en los organismos de contralor a nivel nacional y su tibio protagonismo se ha manifestado por dos vías: la participación en comisiones asesoras consultivas en algunos entes reguladores y la emisión de opiniones consultivas sobre temas específicos sin carácter vinculante.

 
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Género y Conservación: La participación de hombres y mujeres en la Gobernanza de Recursos Naturales en Colombia y México (#0459)
Diana Lucia Maya Velez1; Maria Adelaida Farah Quijano1; Pablo Andres Ramos Baron1
1 - Universidad Javeriana.
Abstract:
La perspectiva de desarrollo de los grupos y organizaciones locales en diferentes países, se encuentra fuertemente relacionada con el uso, manejo y conservación de los recursos naturales. Los dilemas ambientales y sociales presentan nuevos retos dada la multiplicidad de actores y por ende de intereses que interactúan en el manejo de los recursos naturales. Las comunidades locales usuarias directas de los recursos (de quiénes dependen económicamente y para su supervivencia,  en la mayoría de los casos) deben enfrentar no sólo los intereses del Estado (regulador del recurso) sino que deben tratar con intereses, perspectivas y grados de poder diferentes al interior de sus propias comunidades. Esta heterogeneidad de los grupos ha sido analizada desde distintas disciplinas y desde diferentes categorías y perspectivas de análisis. Sin embargo, el análisis desde la perspectiva de género en  la conservación de recursos naturales ha sido más reciente (Maya y Ramos, 2006). Este articulo, se basa en los resultados obtenidos en el marco del proyecto COMET-LA (Community-based Management of Environmental challenges in Latin America- Septimo Programa Marca de UE) en México en y Colombia. Particularmente  analizando las relaciones de género para el manejo del recurso hídrico y la biodiversidad, en el municipio de Buenaventura Colombia en dos consejos comunitarios Alto y Medio Dagua AMDA y Bajo Calima y el caso del manejo Forestal de las comunidades indígenas de Santiago de Comaltepec-Oaxaca-México.  El artículo pretende identificar los roles, sus cambios, las relaciones de poder y las percepciones que hombres y mujeres tienen sobre su territorio y sobre la gobernanza de recursos naturales.

 
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Coleta Seletiva Solidária em Belém (PA): alternativa de trabalho e renda sustentável (#0474)
Vanusa Carla Santos Pereira1
1 - Universidade Federal do Pará - UFPA.
Abstract:
A coleta seletiva em Belém-PA é uma necessidade, pois o consumo aumenta incessantemente e a quantidade de resíduos sólidos aumenta na mesma proporção e cria o problema sobre o que fazer com este lixo produzido. Uma das soluções tem sido reaproveitar os resíduos, para diminuir a quantidade de lixo direcionado aos aterros sanitários e ao mesmo tempo criar uma fonte de renda para os catadores, ou seja, um programa de coleta seletiva solidária, onde todos serão beneficiados, além dos benefícios ambientais de uma cidade livre de lixo. Assim, o objetivo deste trabalho é discutir estratégias para viabilizar a coleta seletiva solidária em Belém, num trabalho conjunto dos catadores, da Prefeitura, da comunidade e da UFPA. O sistema de cooperativas e associações de como se organiza a coleta seletiva em Belém se encaixa perfeitamente nas ideias da economia solidária, ou seja, uma tentativa de organizar o trabalho cooperativo e associativo, como um meio de erradicar a pobreza e o desemprego em massa existente em nosso país. Logo, uma alternativa para os trabalhadores, como geração de emprego e renda na economia. Esta é também uma maneira de combater a degradação dos recursos naturais, marginalidade, exclusão social e a deposição irregular dos resíduos sólidos. Os métodos da pesquisa são baseados na pesquisa – ação, pois esta metodologia é a mais adequada para nos orientar neste processo de indagações reflexivas e autoreflexivas a que nos propomos neste trabalho. Dados comprovam que a coleta seletiva traz uma economia significativa ao município de Belém, na questão da disposição do lixo no aterro, pois esta disposição é paga e o valor tem um impacto substancial nas contas públicas. Diminuindo esta disposição, via coleta seletiva, haverá uma diminuição nos gastos com lixo, que poderá ser direcionada a outras áreas essenciais a sociedade.  Além do que, a coleta seletiva produz benefícios ao meio ambiente e leva a criação de emprego e renda aos catadores na nossa cidade.