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miércoles 06/12 - Fac. Derecho / Sala 16
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Miércoles 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 16 |
Nuestros Sueños no caben en sus Urnas: Política Autónoma en Colectivos de Chile y México (#7542)
Katia Valenzuela Fuentes 1
1 - Universidad de Nottingham.
Abstract:
En las últimas décadas hemos sido testigos de la emergencia de poderosas luchas populares en el continente Latinoamericano. Los Zapatistas mexicanos, el MST en Brasil, el movimiento estudiantil chileno, las fábricas recuperadas en Argentina, los movimientos indígenas en Bolivia, Ecuador, Colombia y en toda Latinoamérica, las feministas de diferentes países uniendo sus gritos de rechazo ante la violencia machista, el movimiento por Ayotzinapa demandando el regreso con vida de los 43 estudiantes desaparecidos, éstos son sólo algunos ejemplos de la explosión de rabia y esperanza que se ha expandido a lo largo de América Latina. Estos movimientos han coexistido con iniciativas de base menos espectaculares pero igualmente radicales, en donde un rango diverso de actores políticos desafían en el día a día las estructuras capitalistas, patriarcales y neocoloniales que tratan de subyugarles. La crítica anti-sistémica también se ha nutrido de un creciente rechazo a la política representativa, a los enfoques top-down de cambio social y al tutelaje impuesto por el Estado y partidos políticos. Más que esperar por soluciones que vengan desde arriba o revoluciones futuras que se presentarán cuando el Estado se haya conquistado, estos movimientos y grupos están tratando de prefigurar en el presente el mundo social en el que quieren vivir. A través de innovadoras formas de autoorganización, autodeterminación y autogestión, estos actores abrazan la idea de la autonomía como nuevo camino hacia la emancipación, tratando de construir el mundo nuevo en el aquí y el ahora. Inspirada por este fenómenos político, la presente ponencia analizará la política autónoma ejercida por colectivos urbanos en Chile y Mexico. En particular, la ponencia tratará de responder a las siguientes preguntas: ¿Cómo los colectivos urbanos en Chile y México entienden y practican la política autónoma? ¿De qué manera estos colectivos desafían los sistemas de dominación actuales? ¿Qué dimensiones, estructuras organizacionales y estrategias modelan el "hacer" de la política autónoma en estos colectivos? Esta ponencia presentará los resultados finales de la tesis doctoral de la autora, resultados obtenidos a través de un proceso colectivo y militante de producción de conocimiento con colectivos urbanos Latinamericanos. En este sentido, la ponencia también discutirá brevemente la relevancia y desafíos del uso de etnografía militante en el estudio de movimientos sociales en América Latina. 

 
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As Fendas no Muro/Las Grietas en el Muro: Territorialidades Não-Hegemônicas e Crítica ao Desenvolvimento na América Latina (#7576)
Marcelo Argenta Camara 1; Renata Ferreira da Silveira 1
1 - UFRGS.
Abstract:
A conjuntura política pós anos 1990 na América Latina nos apresentou a um novo perfil de conflito social e, ao mesmo tempo, um novo perfil de mobilizações sociais como protagonistas desses conflitos. Faz-se cada vez mais presente em toda a extensão do continente os conflitos envolvendo, por um lado, megaprojetos extrativistas e/ou de infraestrutura e, de outro, povos originários, quilombolas e/ou tradicionais. Essa nova conflitualidade pode ser apontada como uma das consequências da retomada do desenvolvimentismo como paradigma dominante das políticas econômicas nos distintos Estados do subcontinente. Frente a essa ameaça que se materializava através do avanço das retroescavadeiras, crescia a importância das estratégias de mobilização e resistência baseadas em estruturas e formas de organização sócio-espacial tradicionais, amparadas em códigos culturais próprios das comunidades que assim se organizam para resistir ao avanço daquilo que aqui chamamos “projetos de desenvolvimento”. A observação desse cenário nos permite esboçar alguns diagnósticos, tais como: (a) insuficiência das formas tradicionais da política e da democracia, enquanto restrita a um conjunto de procedimentos formais, na solução do conflito social, uma vez que não colocam em discussão os preceitos e procedimentos através dos quais se constrói o imaginário de sociedade vigente; (b) incapacidade de construção de um imaginário de bem-estar social que ultrapasse os parâmetros consolidados no paradigma vigente de desenvolvimento; (c) como resultado do diagnóstico anterior, incapacidade de desvincular as macro-políticas econômicas, e/ou (consequentemente) a possibilidade de exercício de políticas públicas sem o favorecimento a um determinado padrão/paradigma de atividade econômica. O “novo” perfil de mobilização social que se interpõe frente ao avanço do “desenvolvimentismo” coloca em evidência o conceito de territorialidades enquanto formas específicas de relação das sociedades com o espaço, tanto no sentido concreto dos meios através dos quais nos apropriamos dos bens comuns disponíveis, como no sentido simbólico dos fins aos quais esses recursos devem se destinar. Assim, colocamos em consideração a interpretação de que o que hoje se observa no continente latino-americano é um “conflito de territorialidades”, opondo a territorialidade hegemônica e espoliadora do Capital frente às territorialidades não-hegemônicas e emancipatórias das comunidades tradicionais. Dialogando com uma proposta teórica do movimento zapatista mexicano, denominamos “fendas” (ou “grietas”) a essas experiências que hoje nos apresentam importantes alternativas políticas e epistêmicas frente ao avanço da acumulação por espoliação dos territórios e dos bens comuns. Amparado numa metodologia que coloca em diálogo a discussão teórico-conceitual com a experiência de campo junto a diferentes movimentos no Brasil, Bolívia e México, este trabalho propõe uma reflexão sobre as perspectivas da mobilização social no continente frente ao momento atual.

 
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Acción comunitaria ante el fenómeno de migración centroamericana en México. Caso de estudio: Las Patronas (#7580)
Maria Fernanda Loya García 1
1 - UAB.
Abstract:
Bajo la teoría de la comunidad como elección se analiza la búsqueda de lo comunitario ante diversos fenómenos que han surgido en la sociedad en los últimos años, en este caso  se menciona el fenómeno de migración de países centroamericanos a México. La migración hacía México es transitoria ya que el destino final es Estados Unidos. Según datos de la ONU se estima que alrededor de 400 mil centroamericanos cruzan México de forma ilegal y experimentan en su recorrido graves violaciones. Ante el vació de políticas públicas para encarar la problemática, la acción comunitaria ha sido una alternativa para respetar los derechos humanos de los migrantes. Para ello se seleccionó el caso de “Las Patronas” grupo de mujeres habitantes de una localidad La Patrona de Veracruz que se encuentra dentro de la ruta del tren que usan los migrantes, llamado “La Bestia”. Las Patronas han desarrollado desde 1995 un modelo de acción comunitaria que ha ido evolucionando durante los años hasta llegar a auto gestionar su propio albergue.  Lo comunitario y la acción voluntaria han sido temas de interés en la última década, gobiernos y la sociedad internacional han reconocido este tipo de movimientos creando reconocimientos como Premio Nacional de Acción Voluntaria y Solidaridad (México) que ya han ganado Las Patronas. La presente ponencia busca presentar como resultado de una investigación cualitativa los siguientes puntos: 1). Procesos y modelo de acción comunitaria desarrollado por Las Patronas, 2.) El perfil de liderazgo de sus creadoras   3.) Las opiniones de beneficiarios del proyecto 4.) Contextualizar el caso en América Latina analizando la acción comunitaria como respuesta a problemáticas sociales. Palabras clave: migración, comunidad, acción comunitaria 

 
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A ocupação como prática organizacional do movimento estudantil e seu cotidiano em uma unidade universitária no Brasil (#7593)
Luiza Araujo Damboriarena 1;
André Dias Mortari 1;
Fabiano Milano Fritzen 1
1 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Abstract:
O final de 2016 foi marcado, no Brasil, por intensas mobilizações em oposição a projetos do governo Temer de congelar os gastos em saúde e educação por 20 anos, (PEC 55) e de reformar a estrutura curricular do ensino médio (MP 746), com a restrição da oferta das disciplinas de filosofia e sociologia e a exclusão do espanhol, além de permitir professores sem formação docente nos cursos técnicos. Ambas as propostas terminaram sendo aprovadas pelo Senado. As mobilizações incluíram greves dos técnicos-administrativos e dos docentes na quase totalidade das universidades e institutos tecnológicos federais. O movimento estudantil se expressou pela ocupação de cerca de 200 instituições de ensino superior, além de cerca de 1.000 escolas secundárias. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foram ocupadas 38 unidades (a mais longa durou 54 dias). O foco do artigo é a ocupação de uma destas unidades (congrega dois cursos de graduação e um de pós-graduação), que durou 31 dias. Nesse período, o prédio foi fechado, as atividades de ensino e administrativas foram suspensas, enquanto isso, ações político-culturais eram desenvolvidas, tais como debates, aulas públicas na calçada do prédio, festa para crianças (‘ocupinha’). Ademais, assim como em outras unidades, foi forjada uma importante colaboração entre estudantes e trabalhadores terceirizados. Fora do portão e nas redes sociais, palavras de ódio eram proferidas, alunos e professores questionavam a legitimidade da ocupação e reivindicavam seu direito individual de ir e vir. A ocupação rompeu com a neutralidade daqueles que se esquivavam do embate político. As contradições foram explicitadas, a normalidade rompida, o cotidiano colocado em suspenso. Nesse sentido, a ocupação pode ser interpretada a partir do que Lefebvre (2014) chama de momento: uma escolha, com certa duração, que se destaca e se separa da ambiguidade inerente ao cotidiano. O momento tem sua memória, seu conteúdo, sua forma, e se torna um absoluto ao propor um impossível-possível. No momento ocorre a radical descontinuidade, a pura e absoluta contestação. Entretanto, os momentos só são possíveis em determinadas circunstâncias e por um tempo limitado, dado que a força ordenadora do cotidiano se impõe novamente. Este trabalho tem como objetivo dar visibilidade às práticas organizacionais do movimento estudantil das ocupações na UFRGS, com foco em uma de suas unidades. As informações foram coletadas através de observação participante e complementadas com dados secundários. Além disto, defendemos a relevância para o estudo de movimentos sociais das proposições de Henri Lefebvre sobre a vida cotidiana e a irrupção de eventos/momentos como crítica da repetição monótona de condicionamentos reprodutores da ordem.   LEFEBVRE, Henri. Critique of daily life. London: Verso, 2014.

 
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Mercados agroalimentarios en Colombia y Ecuador: el papel de los nuevos movimientos sociales económicos. (#7640)
Ivette Tatiana Castilla Carrascal 1
1 - Universidade de Brasília.
Abstract:
Cuál es el papel que tienen los nuevos movimientos sociales económicos en la construcción de mercados agroalimentarios en Colombia e Ecuador? El principal objetivo de este artículo es responder a esta pregunta, presentando algunas de las reflexiones resultados de la tesis de doctorado. Para explicar la relación entre movimientos sociales y mercados se analizará de manera comparativa los diferentes contextos nacionales, las trayectorias de algunos movimientos sociales, así como el papel que productores y consumidores tienen en los espacios de mercados. La comparación entre los casos de Agrosolidaria en Colombia y el meSSe en el Ecuador se realizó mediante entrevistas en profundidad realizadas entre 2014 y 2016, y una investigación de los documentos propios de las organizaciones. En las conclusiones se evidencia que los diferentes movimientos sociales utilizan ciertas herramientas y dispositivos para establecer confianza entre productores y consumidores y al mismo tiempo los actores de movimientos sociales se valen de distintos tipos de recursos, sobre todo humanos y morales, para construir mercados agroalimentarios donde se evidencian relaciones de solidaridad y reciprocidad.   Palabras claves: Movimientos Sociales. Construcción social de mercados. Mercados agroalimentarios.  

 
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História recente da gênese e consolidação política e social do Sindicato dos Professores do ABC - Sinpro ABC (1984-1990) (#7658)
Carin Moraes 1; Carlos Bauer 1
1 - Universidade Nove de Julho - UNINOVE.
Abstract:
História recente da gênese e consolidação política e social do Sindicato dos Professores do ABC - Sinpro ABC (1984-1990)                                                                                                    Carin Moraes (UNINOVE)                                                                                                    Carlos Bauer (UNINOVE)   Nas discussões sobre o associativismo e sindicalismo dos trabalhadores da educação, sobretudo o que se refere as contribuições que o tema pode trazer para a história educacional brasileira, pretende-se com essa comunicação resgatar alguns aspectos da história do Sinpro ABC. Busca-se compreender as contradições existentes no processo de criação e consolidação desse sindicato que representa o conjunto dos trabalhadores da rede privada de ensino. A comunicação procura remontar a sua trajetória histórica criada a partir da iniciativa de um grupo de professores que estava inserido no conjunto das mobilizações existentes na década de 1980 na região do ABC em decorrência das políticas  orquestradas pela ditadura civil militar. Em 1984 era fundada a Associação Profissional dos Professores do ABC (APRO-ABC) e, anos depois, em 13 de março de 1986, o SINPRO ABC recebia sua carta-sindical. Sua trajetória foi pautada por posturas classistas, como foi o caso do apoio às greves das demais categorias de trabalhadores da região, a pioneira filiação, entre as entidades do ensino privado, à Central única dos Trabalhadores (CUT) e mesmo campanhas de massificação de filiação de associados, traduzidas em slogan como "Educar          é uma ato político, sindicalizar-se também!"  A pesquisa em fase de andamento tem procurado se embasar em entrevistas com os professores que lecionaram nas escolas e os diretores do Sinpro ABC, no período estudado, seus boletins, jornais e a iconografia da entidade; como também na superação das dificuldades, teóricas e metodológicas, pautadas pela substancial ausência de estudos sobre os esforços políticos e organizativos dos trabalhadores da educação que atuam no ensino privado.   Palavras- chave: Sindicalismo , SINPRO-ABC e Educação privada.  

 
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Estratégias de Saúde, direitos e geração de renda para sujeitos de Educação de Jovens, Adultos e Idosos do Campo (#7708)
Maria da Conceição da Silva Freitas 1;
Neuza de Farias Araújo 1
1 - Universidade de Brasília.
Abstract:
O processo de alfabetização de jovens, adultos e idosos  - assentados nas terras da Reforma Agrária -  decorre das demandas dos movimentos sociais do campo por educação. Este trabalho é resultado de oficinas realizadas em 2013 e 2014,  no Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), no  Projeto de alfabetização e escolarização denominado Tecendo a Cidadania no Campo (Tecicampo). A condição de assentados é determinada pela atividade rural para geração de renda, e, portanto, implica na necessidade de ter acesso ao conhecimento de variados arranjos produtivos locais.  Nas oficinas, com recorte de gênero e enfoque nas diferenças, discutiu-se e articulou-se estratégias de empoderamento dos educandos em relação à saúde, direitos e cidadania de forma integrada. No “Encontro de trocas de experiências no campo da saúde” abordou-se o perfil de terceira idade e as suas demandas específicas para homens e mulheres: aposentadoria, saúde da mulher – envelhecimento, menopausa – relação com o posto de saúde; andropausa– próstata, machismo etc. Os homens expressam seus sintomas  com mais dificuldades. As mulheres, apesar da precariedade, tem mais acesso às instituições de saúde devido ao parto, vacinação infantil no posto e outras questões da saúde feminina. A estratégia permitiu um diálogo entre as famílias que falaram sobre as dificuldades vivenciadas para manter a saúde e práticas usadas antes de buscar assistência médica. Posteriormente, uma professora que um senhor procurou o posto de saúde e submeteu-se a uma cirurgia de próstata. Continuou os estudos e agradeceu a informação dada na oficina. Realizamos duas oficinas em datas e lugares diferentes e distantes: “Direitos do (a) trabalhador (a) rural” em  parceria com instituições:  Instituto Nacional de Seguridade Social, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal; sobre:reforma agrária, habitação, acesso ao crédito rural, aposentadoria, benefícios, auxílio maternidade, cadastro especial para os trabalhadores rurais, assistência técnica e associativismo. Dialogamos sobre as mudanças tecnológicas e seus impactos na agricultura e na vida dos camponeses; os obstáculos ao diálogo intergeracional. Conhecimentos sobre as fases da lua e seus impactos na plantação já não convencem os mais jovens. Tratamos sobre a divisão do trabalho doméstico e o entendimento das empresas sobre as questões de gênero, pois algumas já introduzem políticas específicas para as mulheres rurais: documentação  e  destinação de linhas de assistência técnica.  Na oficina “Geração de Renda e Sustentabilidade” capacitamos os sujeitos do campo para buscar soluções para seus problemas e participar de forma solidária dos processos de gestão individuais e coletivas com abordagens ambientais contextualizadas e sustentáveis. Trabalhamos o enfoque de gênero como possibilidade de participação equitativa na organização e gestão do assentamento. Os participantes destacaram o papel conciliador das mulheres dentro do assentamento principalmente quando há ameaças externas. Um ponto de destaque é o interesse da comunidade em ficar no campo e dele poder tirar o seu sustento, sem a necessidade ir buscar emprego “lá fora”.  Mas para isso é preciso superar algumas dificuldades de recursos básicos e a recuperação da voz ao camponês.

 
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O debate sobre bem comum e bem público no movimento altermundialista (#7709)
Santiane Arias 1
1 - Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL).
Abstract:
Ao longo das minhas pesquisas no doutorado e pós-doutorado, uma questão não suficientemente explorada me pareceu importante. O debate em torno do que é bem público e bem comum mobilizou os intelectuais da Associação pela Taxação das Transações Financeiras em Auxílio aos Cidadãos, tornando-se, em determinado momento, o eixo do seu programa político. A questão atravessou outras organizações altermundialistas, sendo, por exemplo, o tema de três mesas no seminário internacional do Fórum Social Mundial (2010), em Porto Alegre. De acordo com François Lille, bem comum é o que deveria pertencer a todos no presente e no futuro; bem público é aquilo a que todos deveriam ter direito, aqui e a agora; enquanto serviço público refere-se à forma de gestão e distribuição desses bens. A definição, contudo, não é a-histórica; cada civilização, cada grupo social estabelece o que lhe é caro. Na ATTAC setores como a educação, a saúde e a comunicação estão sempre entre os bens considerados públicos. Essa caracterização demarca para os attacantes o que deve ser “estatizado” ou “socializado”; e nesse ponto encontramos relações consideráveis entre o perfil médio do militante e o programa político da associação, o que permite redimensionar o seu lema O mundo não é uma mercadoria! Pois, menos que o fim da lógica de mercado per se, o cerne da sua crítica está na extensão dessa lógica a alguns domínios antes preservados. De origem francesa, a ATTAC teve participação decisiva na concepção do Fórum Social Mundial. Com efeito, a associação ultrapassou a fronteira do país de origem; por outro lado, permaneceu enquanto um movimento massivo um fenômeno europeu – com atuação destacada em países com estrutura de bem-estar densa. Segundo Emmanuel Brillet, a noção francesa de serviço público integra elementos sociais, políticos e econômicos, indicando não apenas um leque de bens oferecidos gratuitamente, mas uma forma específica de geri-los. Existe aqui uma identificação entre interesse público e poder público, conferindo à produção e condução de determinados bens exclusivamente ao Estado – aspecto que agrega outras noções como a de Estado-empreendedor/regulador e monopólio estatal. Segundo Gustave Massiah, o altermundialismo nasceu da oposição ao neoliberalismo. É importante entender a qualidade dessa oposição. Pesquisas indicam que parte considerável da militância altermundialista possui alto grau de escolaridade. Em geral assalariados dos serviços, assemelham-se ao que Jacques Bidet denominou de competentes do setor público. Em 2005, a Aliança de Editores Independentes, mantida pela Fundação Charles Léopold Mayer e pela Fundação Ford, enviou ao Fórum Social Mundial onze redatores para recolher as proposições dos espaços temáticos. Entre elas destaca-se a questão dos saberes. Proponho aqui analisar o debate sobre bem comum e bem público no movimento altermundialista, buscando entender como essas noções foram resgatadas numa determinada forma de oposição ao neoliberalismo.

 
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Acción colectiva de resistencia en el Istmo de Tehuantepec. Aproposito de la exacerbación de la acumulación por desposeción.  (#7711)
Jorge Antonio Acosta Calderón 1
1 - Universidad Autóna Chapingo.
Abstract:
En 1992 y 2013 se realizaron las reformas al Articulo 27 Constitucional, lo que estableció las condiciones para la privatización y renta de ejidos y comunidades por parte de empresas trasnacionales. Mientras que la reforma energetica puesta en marcha desde 2015, agilizaron la construcción de mega proyectos extractivistas. Aunado a este marco juridico, los Pueblos y comunidades del Istmo de Tehuantepec tienen que enfrentar la violencia de los grupos criminales que los asechan como estrategia para impedir la consolidación de la organización comunitaira. Frente a este panorama los Pueblos tienen la urgencia de construir alternativas sociales, culturales y economicas. La principal vía por la que han optado es la consolidación de acciones y movimientos sociales para fortalecer sus vinculos internos para la defensa de la vida, por medio de recursos legales y el uso emancipatorio de la violencia a través de policias comunitarias y autodefensas.

 
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GOBERNANZA Y NO DISCRIMINACION EN MERIDA YUCATAN MEXICO (#7740)
LIGIA DEL CARMEN VERA GAMBOA 1; CECILIA PATRON LAVIADA 2; CARLOS MENDEZ BENAVIDES 3; CARLOS CABRERA MAY 4; ABIGAIL TRILLO HERRERA 5; ANTONIO ESCALANTE CHAN 6; JESUS RIVAS LUGO 7
1 - UNIVERSIDAD AUTONOMA DE YUCATÁN. 2 - Ayuntamiento de Mérida. 3 - Oasis San Juan de Dios AC. 4 - Fundación Brazos Abiertos AC. 5 - Yucatrans. 6 - Instituto Municipal de la Mujer. 7 - Comisión Derechos Humanos del Estado de Yucatan.
Abstract:
GT-19 ACCIONES COLECTIVAS Y MOVIMIENTOS SOCIALES Sub-eje: MOVIMIENTOS SOCIALES, CONSTRUCCIÓN DE CIUDADANÍA Y DERECHOS HUMANOS La sociedad mexicana es una sociedad conservadora matizada por cuestiones religiosas, situación que lleva a resistencias a los cambios sociales de algunos grupos radicales, como es por ejemplo el Frente Nacional por la familia, grupo anti-derechos. Dicho grupo, se opone radicalmente a cuestiones como el matrimonio igualitario, la interrupción voluntaria del embarazo y ante el cambio de identidad  y proceso de transición de las personas trans. Mérida, capital del estado de Yucatán, México no está exenta de estas situaciones. El estigma y la discriminación que acompaña al colectivo LGBTTTI, sigue presente en Mérida, Yucatán, una sociedad conservadora.  En  consecuencia no existen políticas públicas hacia este colectivo social, lo que se traduce en la mayoría de las ocasiones en un trato discriminatorio en oficinas públicas.  El ayuntamiento 2013-2015 dentro de su plan de trabajo 2013-2015, incluyó la instalación del Consejo Municipal contra la Discriminación de la Diversidad sexual (13/09/13), conformado por  instituciones municipales, academia y  sociedad civil. La integración de los participantes del Consejo desde entonces fluyó con altas y bajas pero fue posible el consenso el consenso para revisar y armonizar los reglamentos municipales que den continuidad al trabajo del Consejo y se ha capacitado a personal del Ayuntamiento sobre aspectos básicos de diversidad sexual con énfasis en los derechos humanos particularmente aquellos departamentos con atención al público, así como a los y las regidoras del cabildo, y una de las estrategias de mayor impacto han sido los testimonios de integrantes de la diversidad sexual. Un logro muy importante al final de la señalada administración fue el cambio de términos en el Bando de Policía y Buen Gobierno  de Mérida en un artículo cambiando moral y buenas costumbres por dignidad humana y derechos. La actual administración 2015-2018 ha continuado los trabajos de este Consejo y en 2016, los integrantes del Cabildo y del Consejo compartieron un taller sobre diversidad sexual y política pública impartida por una activista trans y se ha continuado la capacitación a servidores públicos. El trabajo intersectorial y la voluntad política son elementos cruciales para el logro de metas que beneficien a la sociedad, en este caso, el grupo social reconocido como LGBTTTI. La armonización de leyes y reglamentos dará continuidad en el tiempo al trabajo del consejo más allá de las personas como parece ser el caso del presente Consejo, que en realidad ya lleva tres administraciones 2010-2013, 2013-2015 y 2015-2018 en un auténtico ejercicio de gobernanza.  

 
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As ações públicas voltadas para o trabalho na Economia Solidária na região metropolitana de Londrina-PR (#7748)
Marcílio Ronaldo GARCIA 1; Líria Maria BETTIOL LANZA 1
1 - Universidade Estadual de Londrina.
Abstract:
A Economia Solidária ganha visibilidade e se fortalece no cenário brasileiro na primeira década do século XXI, devido ao I Fórum Social Mundial, realizado no ano de 2001 em Porto Alegre-RS e a criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), no âmbito do governo federal em 2003. Autores remontam suas origens históricas ao capitalismo industrial, com os socialistas utópicos. No Brasil, ela ressurge na década de 1980, sendo fruto de movimentos sociais que reagem à crise e ao desemprego em massa. Enquanto movimento social a Economia Solidária não surgiu de demandas específicas, mas se constitui da incorporação de diversas demandas de outros movimentos, caracterizando-se teoricamente na perspectiva de rede de movimentos sociais. No campo da institucionalização das políticas de Economia Solidária se faz necessário considerar seu histórico no seio da sociedade, bem como a transversalidade e intersetorialidade no âmbito estatal. Essa relação entre Estado, sociedade civil e movimento social exige a participação ativa do Estado, sob o controle da sociedade, no planejamento e execução de procedimentos e metas voltados para satisfação de necessidades sociais. Diante disso, o presente trabalho possui o objetivo de analisar as ações públicas voltadas para o trabalho na Economia Solidária na região metropolitana de Londrina-PR. Como procedimentos metodológicos realizamos um levantamento das ações públicas voltadas para o trabalho na região metropolitana de Londrina-PR e a partir disso enviamos questionários para gestores públicos, entidades de apoio e fomento e empreendimentos econômicos solidários. Neste momento, a pesquisa encontra-se em andamento, mas resultados preliminares apontam para a complexa e contraditória relação entre o incentivo do Estado e a proteção dos trabalhadores da Economia Solidária.

 
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La construcción de lo público desde el movimiento estudiantil y el conflicto por la educación en Chile. Una lectura desde los movimientos sociales y la teoría social. (#7778)
Leticia Arancibia Martínez 1
1 - Pontificia Universidad Catolica de Valparaiso.
Abstract:
La ponencia analiza la relación entre las categorías de lo público en la teoría social y la práctica política de los movimientos sociales, analizando el efecto que tiene en la dinámica social y política e interrogándonos sobre las posibilidades de la institucionalización en la esfera pública de las lecturas, demandas y prácticas que se expresan en el conflicto por la educación en Chile, cuyo análisis permite observar el conflicto en la postdictadura. Teniendo como base los resultados de una investigación sobre las lógicas de relación de la organización estudiantil secundaria, presentes  en el movimiento por la educación pública en Chile, se observan las fisuras en las representaciones que han sostenido el imaginario social del orden transicional, donde se profundizó la política económica neoliberal de la dictadura, y se contuvieron por casi dos décadas los conflictos económicos, sociales y culturales fruto de la desigualdad y la exclusión social. Este sistema que siguió extendiéndose a diferentes ámbitos de la sociedad, demuestra la debilidad democrática y la fortaleza oligárquico-económica del sistema político chileno.  A partir del movimiento estudiantil que surge en el año 2006 el conflicto por la educación en la discusión pública ha cuestionado las formas tradicionales de participación y organización política, propias de la democracia liberal, en medio de una orden del discurso dominado por la minimización del interés y la incidencia de los jóvenes en la política. La entrada de los estudiantes secundarios en el escenario político de la postdictadura ha propuesto nuevas gramáticas para entender la democracia, donde la definición de ciudadano no depende exclusivamente del aparato estatal, sino desde una acción micropolítica y macropolítica, simultáneamente. Al mismo tiempo, la demanda por lo público interpela la discusión teórica, donde, tal como Taylor plantea, desde la modernidad se venía estableciendo una escisión de la esfera pública con fuertes consecuencias en el campo social y político. Se analizará el alcance del movimiento desde las categorías de Charles Taylor (2004), referidas a la construcción de lo público en la modernidad, dividida en tres ámbitos: economía, autogobierno y opinión pública, examinando el modo en que en el contexto de los movimientos sociales presiona por un tránsito e integración entre estos. Así, los estudiantes expresan el malestar en una operación reflexiva, donde desde el orden de la necesidad, denuncian la subjetivación capitalista del deseo que transforma: en éxito el éxito económico, y en sufrimiento individual la desigualdad social. Se examinará la producción de la imaginación radical (Castoriadis, 2002), que da forma a diferentes contenidos que vendrán a discutir: El sentido y el carácter universal de la Educación; la democratización y la participación; la mercantilización de la educación y de las relaciones que se establecen en la esfera pública; la discriminación de género y de las minorías sexuales y culturales; la protección social como dispositivo de una sociedad de control de los grupos en situación de pobreza;  así como la relación entre déficit educativo y déficit democrático que ha permitido al movimiento estudiantil secundario leer de un modo distinto la escuela y la sociedad.