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jueves 07/12 - Fac. Derecho / Sala 09
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Politica Publica y Medio Ambiente |
Jueves 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 09 |
Desenvolvimento rural e políticas públicas no município de Concórdia-SC (Brasil) (#4823)
Andressa Gomes Falcóski 1; Sabrina Angela Cassol 1; Lucas Gavazzoni 1
1 - INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA.
Abstract:
Para a construção de um processo de desenvolvimento consistente em um território com predomínio de pequenos produtores rurais, se necessita de políticas públicas que contemplem as demandas destes produtores. Tais políticas devem levar em conta fatores econômicos, sociais e ambientais, reconhecendo as significativas transformações do espaço rural brasileiro. Portanto, existe uma clara necessidade de superação da visão setorial de desenvolvimento e a adoção de uma verdadeira visão territorial. Neste sentido, este trabalho busca conhecer as principais políticas públicas empregadas no município de Concórdia-SC pelas empresas públicas de desenvolvimento regional para o espaço rural. Este município se notabiliza por apresentar umas das maiores concentrações de agricultores familiares do estado. Estes agricultores, em sua maioria vivem em pequenas propriedades (com até 50 hectares) e são os principais responsáveis pela dinâmica regional. Para avançarmos no objetivo proposto lançamos mão de entrevistas mistas (estruturada e não estruturada) com lideranças de empresas de apoio ao desenvolvimento regional (EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural, e EMBRAPA - Suínos e aves - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Dentre os principais resultados destacamos: na Epagri se destaca o programa SC Rural criado pelo Governo de Santa Catarina com o financiamento do Banco Mundial- BIRD. O SC Rural tem por objetivo ajudar no desenvolvimento rural catarinense aumentando a competitividade da agricultura familiar por meio da fortificação e estruturação de suas unidades de produção. A Epagri também se destaca pelo programa de fortalecimento ao desenvolvimento rural e sustentabilidade na área de pecuária, com o sistema á base de pasto, com pastagens perenes e sistemas de múltiplo uso qual visa à qualidade de produtos e segurança alimentar. A mesma também conta com o programa de desenvolvimento e sustentabilidade ambiental destinado ao estudo de tecnologias que possibilitem o manejo sustentável dos recursos ambientais proporcionando qualidade ambiental no meio rural. Também há os programas que dão educação a jovens filhos de produtores rurais. Por meio de cursos direcionados a produção rural. Podemos destacar também programas a respeito da valorização e empreendedorismo da mulher no meio rural. Já na Embrapa o maior destaque fica por conta da preocupação com os problemas ambientais. Isto é decorrente da grande produção intensiva de animais e geradora de dejetos, que cada vez mais pesquisa-se para diminuir os impactos. Há também desenvolvido pela Embrapa um programa que avalia a propriedade em meio a alguns parâmetros para verificar a porcentagem de sustentabilidade existente na propriedade rural. A partir do tratamento de dados das interlocuções, constatamos que existe por parte do governo estadual políticas de apoio ao agricultor familiar, mas ainda assim, evidencia-se que tais políticas não são suficientes para atender a demanda deste grupo social.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Politica Publica y Medio Ambiente |
Jueves 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 09 |
O Centro de Operações Rio, uma política pública municipal, que promove ações coordenadas para adaptação e enfrentamento dos riscos e desastres decorrentes das mudanças climáticas, Rio de Janeiro / Brasil. (#6420)
José Antonio Souto Pinto 1; Biancca Scarpeline de Castro 1
1 - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Abstract:
As mudanças climáticas aumentam os impactos e a frequência de eventos extremos, como tempestades, secas, ondas de calor e outros. Esses eventos afetarão diretamente os assentamentos humanos e causarão prejuízos ambientais, sociais e econômicos. Os centros urbanos são particularmente vulneráveis a esses eventos extremos porque concentram grandes contingentes de população em áreas nem sempre planejadas. Portanto, os gestores públicos devem estabelecer políticas para enfrentar tal vulnerabilidade e antecipar riscos e desastres. A cidade do Rio de Janeiro, Brasil, tem uma população residente de 6,6 milhões de habitantes e recebe outra quantidade considerável de trabalhadores que viajam todos os dias dos subúrbios. O Rio de Janeiro tem uma história de desastres climáticos relacionados a chuvas intensas e ventos fortes que causam inundações e deslizamentos de terra, evidenciando a falta de preparo do setor público e da sociedade para enfrentar esses eventos. Em abril de 2010, um desses episódios foi particularmente prejudicial, com 48 óbitos no município, 231 no Estado e milhares de pessoas afetadas. Este incidente representou um marco para o processo de tomada de decisão da autoridade pública municipal, que no mesmo ano criou o Centro de Operações Rio - COR para gerenciar a vida diária da cidade e agir prontamente em situações de crise. Este trabalho apresenta e analisa o COR como uma política pública implementada no município do Rio de Janeiro, enfocando as ações coordenadas para a adaptação e o enfrentamento dos riscos e desastres decorrentes das mudanças climáticas. O COR consolidou-se como um Órgão articulador de vários atores (de diferentes esferas federativas e setores sociais) que se tornaram capazes de estruturar ações coordenadas e preparar a cidade para enfrentar crises e eventos extremos, com tecnologia moderna e estratégias de gestão. O trabalho iniciou com uma pesquisa bibliográfica relacionada a riscos climáticos urbanos e políticas públicas relacionadas a esses riscos. Em seguida realizou-se uma pesquisa documental sobre o COR, sua estrutura e o funcionamento. Finalmente, foram realizadas 10 entrevistas com membros do COR. Nesta pesquisa verificou-se que a coordenação de ações e políticas de diferentes atores é necessária para fornecer soluções rápidas e efetivas. Identificou-se também que a abordagem dos problemas utilizados pelo COR facilitou o desenvolvimento da resiliência no centro urbano. Este trabalho demonstra que uma solução de gestão com um investimento em comunicação e tecnologias de informação pode contribuir para a gestão pública no enfrentamento das crises climáticas, sendo uma possível alternativa para se estender a outros municípios e regiões metropolitanas. Palavras-chave: Governos locais; Gestão de riscos e desastres; Rio de Janeiro - Brasil

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Politica Publica y Medio Ambiente |
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"Morar Carioca Verde": politicas publicas e manejo de recursos naturais nas favelas do Chapéu Mangueira e Babilônia/RJ (#8177)
NEIVA VIEIRA DA CUNHA 1;
LAURA GOMEZ VILLAMIZAR 2
1 - UERJ e LeMetro/IFCS-UFRJ. 2 - NESPE/FEBF-UERJ.
Abstract:
A partir de trabalho campo de caráter etnográfico realizado nas favelas do Chapéu Mangueira e Babilônia, localizadas no morro do Leme, na cidade do Rio de Janeiro, as autoras discutem nesse trabalho a idéia de “desenvolvimento do local” em relação ao modelo de “desenvolvimento sustentável”, proposta pelas políticas públicas em curso nesses espaços. Buscamos evidenciar o conflito entre duas perspectivas sobre as práticas de uso e manejo dos recursos naturais, assim como os desafios e os aportes que cada forma de ação e conhecimento traz consigo. A primeira aborda o desenvolvimento local a partir das diferentes práticas desenvolvidas pelos moradores no que diz respeito ao uso e manejo dos recursos naturais, assim como as formas de organização social que permitiram, no passado, estruturar uma dinâmica própria de desenvolvimento da favela a partir dos conhecimentos locais. A segunda perspectiva aborda a noção de desenvolvimento sustentável que fundamenta o Projeto Morar Carioca Verde e orienta uma série de outras políticas públicas em curso nessas favelas.

 
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POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EL DESARROLLO SOSTENIBLE: UN DESAFÍO NECESARIO PARA LA NUEVA GOBERNANZA MUNDIAL (#8469)
Juan Carlos Yepes Ocampo 1
1 - Universidad de Manizales y Universidad de Caldas.
Abstract:
La apuesta por unas Políticas públicas de carácter multinivel y de alcance global, se constituye en una alternativa realista y lograble si se adquiere un compromiso orbital en materia de Desarrollo sostenible. Los regímenes internacionales que han logrado materializar acuerdos en materia de comercio, políticas anticrimen, alianzas militares, tratados bilaterales y multilaterales de cooperación, entre otros, podrían ser una opción legítima para alcanzar consensos en asuntos cruciales como los propósitos definidos en los Objetivos de Desarrollo Sostenible ODS, que tienen por lo menos cuarenta y cinco años de historia tratando de posicionarse en la agendas de todos los países. A diferencia de los Objetivos de Desarrollo del Milenio ODM, que comprometían fundamentalmente a los países pobres con la ayuda o cooperación de las grandes economías del planeta, los ODS exigen el compromiso y la capacidad de agenciamiento de la totalidad de países en el mundo, es decir, son de carácter universal y como lo afirma Sachs (2016, 561) “¡Estados Unidos tiene la misma necesidad que Malí de aprender a vivir de un modo sostenible! Los países ricos deben implicarse exactamente igual que los pobres en la promoción de la inclusión social, de la igualdad de género y, por supuesto, en el despliegue de sistemas energéticos resilientes y bajos en carbono.”   En Río+20 se dio origen a la denominada Red de Soluciones de Desarrollo Sostenible SDS por sus siglas en inglés (Sustainable Development Solutions Network), con el propósito de establecer claramente objetivos, impulsar la motivación y fomentar la voluntad política requerida para el Desarrollo sostenible. Para ello, indudable resulta el valor que representa una nueva Gobernanza mundial y unas Políticas públicas multinivel en el marco de regímenes internacionales que converjan por un mundo cada vez más viable para el futuro de la humanidad.

 
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CAPACIDADE GOVERNATIVA E POLÍTICA AMBIENTAL: OS DITAMES DAS INSTITUIÇÕES INFORMAIS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO ESTADO DO PARANÁ/BRASIL (#8649)
Flávia de Faria Gomes 1; Christian Luiz da Silva 1
1 - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR.
Abstract:
A problemática provocada pela má execução de políticas ambientais, transversais a outros setores governamentais, tem demonstrado a existência de uma crise das instituições políticas que as constituem. Como consequência, ocorre o não atendimento de demandas sociais, que em tese seriam asseguradas por estas políticas, e torna-se cada vez mais comum a emergência de conflitos e enfrentamentos – protagonizados por movimentos sociais, dentre outros atores. São conjunturas como esta que fundamentaram o surgimento do paradigma do desenvolvimento sustentável, evidenciado desde a década de 1970; e que promovem uma reestruturação institucional nos ambientes que as utilizam. A fim de contribuir com esse tipo de situação, a base de estudos sobre ciência, tecnologia e sociedade (CTS), busca perceber as implicações negativas associadas aos benefícios de projetos técnicos que, em diferentes setores produtivos, alavancam novas tecnologias – que deveriam ser acompanhadas por políticas voltadas à solução/mitigação dos seus impactos, pois, apesar das inovações e dos benefícios, também promovem conflitos envolvendo a sociedade e o ambiente natural. A Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) é um exemplo desse contexto, pois, surgiu para compatibilizar a economia, com a sociedade e a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico – através de seu instrumento, o licenciamento ambiental, que habilita a localização, instalação e operação de empreendimentos/atividades potencialmente degradantes ao meio ambiente. Diante do exposto, este artigo objetiva investigar o processo de licenciamento ambiental de empreendimentos hidrelétricos de pequeno porte, no Paraná, e demonstrar como as instituições informais, provenientes da comentada crise, tem afetado a capacidade governativa do Paraná. Para tal fim, foram selecionados dois estudos de caso, através dos sites do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL); que, por sua complexidade, se utilizam do Estudo de Impacto Ambiental e de audiências públicas. Como resultado (e através do auxílio do software Atlas.ti, que permitiu a codificação e classificação de diversas manifestações observadas nos sites de diferentes canais de comunicação), observou-se a existência de três dinâmicas: arbitrariedades - desestrutura os processos de licenciamento ambiental; enfrentamentos - (onde inserem-se as instituições informais) promove a criação e/ou o ajuste das normas; desdobramentos - consequências do embate entre as dinâmicas anteriores. Com base nestas dinâmicas, concluiu-se que a crise institucional é proveniente, essencialmente, de uma crise administrativa do governo estado, consequentemente, de sua legitimidade; e intensificada pelas instituições informais, que induzem atores e, consequentemente, a tomada de decisões. Estas instituições enfraquecem e dificultam a atuação de atores políticos e da administração pública, e obstruem a evolução do setor energético paranaense. Ou seja, devido ao seu caráter transversal, a problemática promovida pela má execução da PNMA, tem desequilibrado outras esferas de governo, e desestabilizado o desenvolvimento local (social, econômica, ambiental e politicamente).

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Politica Publica y Medio Ambiente |
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PRINCÍPIOS AMBIENTAIS COMO ESTRATÉGIAS JURÍDICAS E PUBLICITÁRIAS DE CONTROLE SOBRE A VIDA MEDIANTE A BIOPOLÍTICA (#8662)
Rahíssa de Azevedo Gomes 1;
Samene Batista Pereira Santana 2; Micheline Flôres Porto Dias 3
1 - Faculdade Independente do Nordeste - Fainor. 2 - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB. 3 - Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC.
Abstract:
O presente estudo apresenta resultados de uma pesquisa desenvolvida no âmbito do Direito Ambiental e dos Direitos Humanos ao destacar as construções do sujeito possuidor de direitos fundamentais, que podem ser compreendidas por alguns postulados de Michael Foucault, como: posicionamento da descontinuidade histórica, vinculação do binômio saber-poder e noção de Biopolítica. A pesquisa propôs-se analisar os princípios ambientais como estratégias de controle através da transformação nos mecanismos de poder a partir do século XVIII e também entender as (re)configurações jurídicas, políticas, legislativas e publicitárias manifestas nas práticas regulatórias ambientais para o controle da vida, a partir das disciplinas do corpo social e das regulações da população, relacionadas à acentuação dos problemas sociais com a instauração dos modelos econômicos que tem implicações sobre a sociedade e as legislaturas, e as discussões em torno da geopolítica e do ordenamento jurídico. Os métodos utilizados na pesquisa foram o de caráter bibliográfico exploratório e documental, mas também de cunho indutivo, a partir de leituras, sistematizações e análises referentes as obras foucaultianas e aos anúncios publicitários institucionais. Sendo assim, a ênfase da pesquisa se deu no processo de verificação da problemática em torno dos princípios ambientais e o funcionamento destes numa relação da ordem do saber e dos cálculos do poder, na medida em que a vida humana é gerenciada pela proteção ao meio ambiente. Neste processo, fez-se um percurso de análise dos referidos princípios a partir da perspectiva dos postulados foucaultianos – o poder de causar a vida ou devolver a morte – e publicitária com a verificação de que estes, pelo viés do raciocínio constitucional garantista, reconstruíram uma concepção jurídica que aborda, em seu âmago, as noções de direitos fundamentais vinculados às verdades jurídicas e os discursos como caracterizadores da biopolítica. Portanto, esta pesquisa se afirma na medida em que é possível examinar a organização do poder sobre a vida que tem como alicerce o biopoder e a biopolítica. A discussão ambiental postula uma construção de paradigma que tem como base de sustentação uma racionalidade econômica para as crises governamentais e ambientais na sociedade moderna; esses momentos críticos são traduzidos e resumidos pela difícil e complicada relação entre desenvolvimento econômico-social e a busca do ambiente ecologicamente equilibrado. A adoção de princípios e a construção do Estado econômico, assim como, o regime dos legisladores brasileiros e estrangeiros importam para a relação de saber-poder na conjuntura da organização estatal e do jogo político das relações internacionais ao desvelarem para assinar acordos com diversos países.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Teoria y Medio Ambiente |
Jueves 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 09 |
Sinergias discursivas hacía una ´gran transformación´. Propuesta de diálogo entre decrecimiento, desarrollo humano y buen vivir (#0283)
Julien Vanhulst -1; Adrián E. Beling -2
1 - Universidad Católica del Maule. 2 - FLACSO Argentina.
Abstract:
Desde los años 1970, emergieron tres enfoques en el pensamiento sobre desarrollo para criticar y para superar la perspectiva del “desarrollo económico” y “crecimiento económico”. Estos incluyen las ideas de Decrecimiento, Desarrollo Humano y Buen vivir. Los defensores del Decrecimiento proponen crear una sociedad post-crecimiento basado en la suficiencia material, el bienestar individual y colectivo y la sostenibilidad ecológica. En este sentido, el Desarrollo Humano ha hecho hincapié en la multidimensionalidad del bienestar humano y los límites de los indicadores de desarrollo imperante, centrándose en cambio en las libertades reales que disfrutan las personas para lograr una vida humana digna. El Buen Vivir, que deriva entre otro de las cosmovisiones de los pueblos indígenas andinos, trajo puntos de vista alternativos sobre los aspectos críticos de la vida social y en la relación entre las sociedades humanas y la naturaleza (incluyendo los derechos de la Naturaleza). Estas perspectivas han surgido con cierta independencia unas de otras, sin embargo, apunta a un objetivo común de deconstrucción de la idea de desarrollo equiparado con el crecimiento económico. Sorprendentemente, la literatura casi no ha hecho ninguna referencia a la posibilidad de comparación, compromiso mutuo, y fertilización cruzada. Este artículo pretende contribuir a llenar este vacío. A través de una revisión de literatura exploratoria, identificamos el potencial de suelo común, complementariedades y diferencias entre estos enfoques, tanto en términos de las innovaciones que se introducen en los imaginarios sociopolíticos y culturales, así como las posibles sinergias entre ellos. Aquí se abren nuevas vías de investigación para encontrar nuevas formas de concebir una buena vida más allá del crecimiento, contribuyendo a la transformación fundamental de las sociedades modernas hacia un futuro sostenible y digno.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Teoria y Medio Ambiente |
Jueves 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 09 |
 Buen Vivir y Derechos de la Naturaleza en tiempos de Crisis Ambiental ¿Es el ecocentrismo una opción viable en los Derechos Humanos?  El caso de Ecuador (2007-2016). (#0947)
Juan Francisco Acevedo Godinez 1
1 - Pontificia Universidad Católica del Perú.
Abstract:
Existe actualmente, de cara a la Crisis Ambiental, una corriente que postula que los Derechos Humanos deben ingresar aportes ecocéntricos a su matriz antropocéntrica original. En América Latina -y especialmente en la Región Andina- existen dos planteamientos articulados que van en esta dirección: el Buen Vivir y los Derechos de la Naturaleza. Ambos realizan propuestas frente a dos derechos humanos clave en el afrontamiento de la Crisis Ambiental: el Derecho al Desarrollo y el Derecho a un Medio Ambiente Sano. Encarando al primero, la perspectiva del Buen Vivir (Sumak Kawsay) cuestiona el entendimiento del desarrollo como equiparable al mero crecimiento económico y propone que la humanidad debe enmendar su rumbo al propósito de implementar modos de vida alternativos y sustentables en armonía con la naturaleza (rescatando saberes tradicionales indígenas a tal propósito). Frente al segundo, los Derechos de la Naturaleza cuestionan a la noción de un entorno ambiental al servicio del ser humano al postular que la humanidad debe valorar al medio ambiente en sí (y en especial, a la Madre Tierra, la Pachamama), en tanto sustentador y generador de vida. Disertaremos acerca de un modelo en donde se implementan ya las propuestas aludidas: el caso de Ecuador.  Aquí se estructuran desde el Estado a aquellas considerando reivindicaciones de justicia ambiental de parte de los movimientos sociales (entre ellos, centralmente, los movimientos indígenas y campesinos) y se vienen implementando actualmente a tales en sus respectivos esquemas normativos jurídicos (desde el nivel constitucional) y en sus políticas públicas. Analizaremos cómo este modelo y sus planteamientos contribuyen en el seno del debate regional y global por ingresar al ecocentrismo en los discursos socio-políticos de derechos humanos, así como en el cuerpo jurídico del Derecho Internacional de los Derechos Humanos. La metodología a emplear en esta investigación consiste en una revisión hilvanada de documentos que clasificamos en los siguientes campos: Sociología del desarrollo. Sociología ambiental. Sociología de los movimientos sociales. Ciencias socio- jurídicas de los derechos humanos. Ciencias socio -jurídicas de los Estados y las organizaciones internacionales. Filosofía Andina contemporánea. Adicionalmente, exploraremos documentación específica referida a nuestro objeto de estudio: el proceso ecuatoriano de diseño, implementación y ejecución de las nociones de Buen Vivir y de Derechos de la Naturaleza enmarcado en la denominada “Revolución Ciudadana” (años 2007 – 2016).

 
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Representaciones sobre problemas y prácticas ambientales en habitantes del Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA): un abordaje exploratorio. (#1888)
Fernando Grenno 1
1 - Universidad de Buenos Aires.
Abstract:
El trabajo describe y analiza exploratoriamente las representaciones sociales sobre los problemas medioambientales y su relación con comportamientos ecológico-sustentables en habitantes del AMBA. Uno de sus objetivos es indagar cuál es el grado de conocimiento que estas personas poseen sobre la problemática medioambiental actual. A tal fin se testeó la factibilidad de un instrumento de registro que busca identificar si los entrevistados se consideran afectados por problemas ambientales y por cuáles; busca describir y caracterizar las acciones ecológico-sustentables que manifiestan realizar para el cuidado del ambiente, explorar los modos como conciben su propia relación con la naturaleza y con problemáticas como la contaminación ambiental y la acumulación de residuos sólidos urbanos entre otros. Por otro lado, también se buscó indagar qué prácticas de la vida cotidiana la población concibe como interrelacionadas con el cuidado del medioambiente; la existencia de preocupaciones puntuales en torno a las distintas problemáticas; la participación en organizaciones ambientales y políticas; y las imágenes y representaciones colectivas sobre problemáticas como el cultivo industrial de soja y la minería a cielo abierto.

 
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La formación de habilidades para la coproducción de conocimiento en el campo del Desarrollo Sustentable. (#2069)
Carla Sabbatini 1
1 - Universidad de San Andrés.
Abstract:
Este trabajo se enmarca en el campo de la Educación para la Sustentabilidad, en un escenario global en el que diversas voces reconocen y alertan sobre el alcance de las transformaciones ambientales y sus causas antrópicas. La comprensión y resolución de estas problemáticas complejas requiere nuevos modos de coproducción de conocimiento en el sentido del Modo 2 de Gibbons y otros (1994), que involucran a diversos actores en ensamblajes socio-técnicos de características particulares (Latour, 1998). Para ello se requiere pensamiento sistémico, abordajes interdisciplinarios, trabajo y aprendizaje cooperativo, entre otras habilidades, cuya construcción desafía a los sistemas educativos. Partimos de la premisa de que dichas habilidades son educables, aunque las experiencias de aprendizaje pleno (Perkins, 2010) y transformador (Sterling, 2011) que permitan su despliegue son escasas en los sistemas educativos formales. Además, entendemos al Desarrollo Sustentable (DS) como un concepto multidimensional todavía en construcción, del que emanan diversas propuestas tendientes a concebir al desarrollo científico-tecnológico de maneras superadoras del paradigma actual.   Presentamos aquí un avance de una investigación cualitativa, descriptiva, en la que hemos relevado las trayectorias biográficas, institucionales y académicas, y experiencias de conocimiento de una selección intencional de sujetos posicionados como expertos. Fueron elegidos según criterios vinculados a diversidad de disciplinas de formación inicial, recorrido académico, ámbito de desempeño profesional, entre otros. En una etapa posterior de esta misma investigación observaremos el desempeño de estos referentes en equipos de trabajo, teniendo en cuenta las interacciones sociales de los miembros y la estructura de los equipos, integrados también por otros actores. Más precisamente, entonces, en esta primera etapa hemos intentado responder qué habilidades tienen estas personas y cómo las adquirieron, así como también qué condiciones favorecen u obstaculizan su trabajo. Los hallazgos nos han permitido identificar tres regularidades en las trayectorias de los referentes: un posicionamiento ético vinculado a la noción del bien común; una predisposición intelectual y empatía para desplegar modos de relación solidarios que incluyan los intereses de todos los actores involucrados en el contexto de aplicación del conocimiento coproducido; y la capacidad de integrar los diversos marcos epistemológicos (científicos y otros) desde los que los demás miembros de sus equipos abordan el problema en cuestión.   Como conclusiones preliminares, sostenemos que decodificar cómo se formaron y cómo trabajan los referentes que contribuyen desde diversos ámbitos al DS pretende un doble aporte: a la Educación y al propio DS. Ofrecemos una contribución a futuras decisiones orientadas a incorporar prácticas pedagógicas que desarrollen transversalmente estas habilidades en todos los niveles y especialidades del sistema educativo. Esto permitiría formar eficazmente a más personas capaces de contribuir al Desarrollo Sustentable.

 
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El debate de la sustentabilidad en torno a la crisis socioambiental de las comunidades del Municipio de Guadalupe Victoria, Pue. frente al caso de “Granjas Carroll”. (#2171)
María Jaqueline Mora De Jesús 1; Irene Laudet Castillo Arcos 1
1 - BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA.
Abstract:
El presente trabajo tiene como propósito debatir y socializar los aspectos teóricos y prácticos sobre la sustentabilidad en las comunidades del municipio de Guadalupe Victoria, Pue. las “Granjas Carroll” y el gobierno municipal para la atención de la crisis socioambiental que atañe a dicho municipio. Actualmente, la crisis socioambiental que reflejan las comunidades del municipio de Guadalupe Victoria, Pue. es alarmante, ya que a raíz de la llegada de “Granjas Carroll” como empresa estadounidense (Smithfield) y productora de cerdos en México, se han ocasionado problemas de salud en los habitantes (infecciones en la piel, problemas respiratorios y gastrointestinales que han sido resultado de los desechos químicos y los enjambres de mosca que yacen de los residuos industriales de las granjas), además de la alta contaminación ambiental que se registra en los mantos freáticos de la región que evidentemente dañan a los cultivos de maíz, frijol y otros sustentos económicos de los propios habitantes.                Con lo anterior, se toma mano de la sociología para no sólo evidenciar la problemática socioambiental del municipio, sino repensar el papel social de la sustentabilidad dentro de las prácticas  y políticas sustentables que ofrecen las “Granjas Carroll”, así como la participación inmediata que realiza el gobierno municipal y los habitantes de las comunidades ante la problemática, ya que es evidente que el tema de la contaminación ambiental es un entramado complejo de relaciones económicas, políticas, sociales, culturales y socioambientales que deben ser atendidas no sólo en el discurso sustentable sino dentro de una discusión teórica y practica que permita a la comunidad, empresa y gobierno municipal realizar alternativas de participación social que posibilite socializar acciones sustentables que permitan atender a la crisis socioambiental que  enfrentan.                Ahora bien, la investigación social será de carácter cualitativo, ya que se pretende realizar trabajo de campo dentro del departamento de sustentabilidad de “Granjas Carroll”, con el fin de elaborar entrevistas que nos permitan discutir la significación y el uso de la sustentabilidad de la empresa, y así analizar la labor del gobierno municipal ante dicha situación, además de considerar a grupos específicos de habitantes de las comunidades afectadas para recopilar información respecto a cuáles son sus alternativas y reflejar la importancia de su participación ante este tema.  Los resultados obtenidos, se documentaran del año 2009 a la fecha. Palabras clave: Contaminación socioambiental, sustentabilidad, “Granjas Carroll”, comunidades, gobierno municipal y participación social.

 
14. Medio Ambiente, Sociedad y Desarrrollo Sustentable | Teoria y Medio Ambiente |
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O capitalismo periférico na América Latina e o buen vivir (#2722)
Daniel Faggiano 1; Elaine Santos 2; Paulo Lima 3; Sinclair Maleet Guy Guerra 4
1 - PUC-SP. 2 - CES - Universidade de Coimbra. 3 - FATEC - MOCOCA. 4 - UFABC - SP.
Abstract:
Este artigo pretende trazer à tona o pensamento critico acerca da realidade deste subcontinente em face à exaltada teoria do Buen Vivir, que trata essencialmente de um processo proveniente da matriz comunitária de povos (em geral andinos) que vivem em harmonia com a natureza. Os defensores desta premissa assumem que é necessário repensar o Estado em termos plurinacionais e interculturais transitando, assim, para um outro tipo de Estado, distante das tradições eurocêntricas. Trata-se do caso Equatoriano mostrando as contradições de seu ingresso no capitalismo com ênfase no governo de Rafael Corrêa, que, eleito em 2006 trouxe muitas expectativas em relação à instabilidade equatoriana, país que viveu uma década sem que nenhum presidente cumprisse seu mandato até o final. Este novo governo reconheceu a plurinacionalidade, os Direitos da Natureza e Bom Viver na Constituição, que é considerada uma das mais avançadas da América Latina Entretanto não tem respeitado as comunidades atingidas pela exploração petrolífera. Devido a violação dos direitos reconhecidos sofreu diversos protestos nos últimos dois anos. A metodologia que embasa esse texto é do levantamento do arcabouço teórico critico acerca do desenvolvimento periférico latino americano em contraponto com as teorias que visam o Buen Vivir no Equador e o pós-extrativismo como saída económica para este país, que tal como os outros da América Latina se fizeram da matriz económica agroexportadora.