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jueves 07/12 - Fac. Derecho / Sala 14
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
19. Acciones Colectivas y Movimientos Sociales |
Jueves 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Derecho | 14 |
A luta de classes fora de lugar? As interpretações do sindicalismo brasileiro dos anos 1950 e 1960, em Francisco Weffort e Marco Aurélio Santana   (#8324)
Alexander David Anton Couto Englander 1
1 - IESP-UERJ.
Abstract:
Nesta apresentação proponho fazer uma comparação entre interpretações paradigmáticas do sindicalismo no Brasil, que concernem a gerações distintas da sociologia do trabalho nesse país. Os dois autores analisados são Francisco Weffort, autor que construiu a narrativa hegemônica, na década de 1970, sobre a relação entre Estado, sindicatos e classe trabalhadora no Brasil; e Marco Aurélio Santana, um dos principais membros da nova geração da sociologia e da historiografia do trabalho no Brasil, que desde o final do século XX, constroem uma nova interpretação da relação entre Estado, sindicatos e classe trabalhadora no Brasil, distinta da narrativa até então hegemônica, que tinha em Francisco Weffort a sua principal referência intelectual. Para faciltar a comparação, construi o objeto de análise a partir de um tema pesquisado tanto por Weffort quanto por Santana, o sindicalismo brasileiro nos anos 1950 e 1960. Entre os livros estudados estão: a tese de livre docência defendida por Weffort, na USP, Sindicatos e Política (1970) e deste autor também farei referência ao texto Participação e Conflito Industrial: Contagem e Osasco 1968 (1972); de Santana serão usados o livro Homens Partidos – comunistas e sindicatos no Brasil (2001) e o artigo O “novo” e o “velho” sindicalismo: análise de um debate (1998).  O estudo terá como foco as décadas de 1950-60, mas também serão abordadas as análises de Weffort sobre os anos 1930 e 1940 e as pesquisas de Santana sobre os anos 1980. A comparação entre Weffort e Santana foi construída a partir de um tema comum, abordado de modo distinto na obra desses dois autores: a luta de classes. Em Weffort os limites da luta de classes são pensados como um desajuste entre a organização operária e os interesses da classe, o que confere caráter negativo à sua ação coletiva. Já na análise de Santana é destacado o esforço do movimento sindical combativo em defender os interesses da classe dentro das instituições oficiais e paralelamente as mesmas, o que atribui caráter positivo à ação coletiva. Por isso, a obra de cada um desses dois autores será pensada como expressão de momentos distintos da passagem de um paradigma de pensamento que estuda a classe operária a partir de critérios a ela externos - que chamarei de paradigma do “automatismo estrutural” – para outro paradigma que analisa a classe operária a partir de suas próprias ações, organizações e modos de pensar em conjunturas específicas, que denominarei como paradigma do “sujeito político historicamente contextualizado”.  

 
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Movimentos Sociais de Bairro e a Cidade do Recife (#8344)
WILSON ALBUQUERQUE 1
1 - SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE.
Abstract:
A pesquisa em andamento procura historiar a mobilização dos movimentos sociais de bairros no Recife, a partir dos anos 80, período considerado forte das mobilizações, chegando ao atual momento em que eles se encontram retraídos.   Os anos 80 marcou a retomada desses movimentos, pós - ditadura civil - militar brasileira (1964-1985), com forte influência na agenda urbana da cidade. Nesse período, tivemos diversos governos participativos, com orientação progressista e outros considerados de esquerda. Após as experiências desses governos, assistimos atualmente um retraimento dos movimentos sociais. É notório o esvaziamento das associações e conselhos de moradores, considerando que muitos fecharam as portas, incluindo federações de bairros.   Utilizaremos como metodologia entrevistas e debates, além de alguns autores para fundamentar e propiciar o embasamento teórico, são eles: Bauman, Cézar, Gatti e Maricato, levantando informações a partir dos depoimentos recolhidos nas seis Regiões Politicas Administrativas do Recife – RPA's. Para isso, pretendemos realizar um debate com os protagonistas (lideranças de bairros e cientistas sociais), que direto ou indiretamente foram e continuam a serem essa temática sua preocupação.   Palavras chaves: Mobilização Social, Recife, Regiões Politicas Administrativas do Recife – RPA's.   Bibliografia Sugerida:   BAUMAN, Zygmunt, 1925. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi; tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.   CEZAR, Maria do Céu. Movimentos de Bairro no Recife. Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Cadernos de Estudos Sociais, Vol.1 nº 2. 1985.   GATTI, Bernardete Angelina. Grupo Focal na Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília: Liber Livro Editora, 2012.   MARICATO, Ermínia. Cidades Rebeldes: Passe Livre e as Manifestações que Tomaram as Ruas do Brasil...[et al,].-São Paulo: Boitempo: Carta Maior, 2013.  

 
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Disputas por el territorio entre Movimientos Sociales, Empresas y Estado en el yacimiento de hidrocarburos no convencionales de Vaca Muerta (Neuquén, Argentina)  (#8347)
Juan Wahren 1; Tomás Palmisano 1; Lorena Riffo 2
1 - IIGG-UBA/CONICET. 2 - UNCo/CONICET.
Abstract:
En el último lustro con el descbrimiento de yacimientos de hidroacarburos no convencionales en la provincia de Neuquén se han generado una serie de disputas territoriales en torno a la denominada formación de Vaca Muerta entre las distintas empresas petroleras que actúan en la región, comunidades indígenas mapuche, puesteros y campesinos y el Estado en sus diferentes niveles. Asimismo, la población de la provincia (con fuerte tradición en la actividad hidrocarburífera) se encuentra dividida en torno a estas explotaciones lo cual se contrastó públicamente en el año 2013 durante la votación en la legislatura provincial en torno al acuerdo entre la empresa estatal YPF y la multinacional estadounidense Chevron. Mientras la mayoría de los legisladores provinciales votaban a favor de este acuerdo, miles de manifestantes de diferentes movimientos sociales y sindicatos (indígenas, docentes, trabajadores estatales, organziaciones ambientalistas, fábricas recurperadas, estudiantes, etc.) eran duramente reprimidos mientras intentaban frenar el acuerdo que permitiría avanzar fuertemente sobre los territorios en disputa. En este trabajo daremos un panorama general sobre la conflictividad territorial en torno a los hidrcarburos no convencionales (fracking) en Vaca Muerta, analizando las tensiones y procesos de conflicto y negociación entre los diferentes actores en pugna. Tanto de aquellos actores que actuan directamente en el territorio como quienes apoyan o se oponen desde diferentes ámbitos de la provincia de Neuquen. Para ello nos basaremos en entrevistas propias realizadas durante nuestros trabajos de campo, asi como en fuentes periodísticas y documentos producidos por los distntos actores en pugna.

 
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O Morro da Vitória: a constituição de uma comunidade no calor do conflito (#8364)
Igor Pinto 1
1 - Universidade Federal do Ceará.
Abstract:
A pesquisa analisa como um conflito entre o Estado e um coletivo de ocupantes influenciou a constituição espacial e política de uma comunidade. Trata-se da ocupação que deu origem à comunidade Morro da Vitória, próximo ao Farol Novo do Mucuripe, Fortaleza-Ceará, Brasil. O Morro da Vitória nasceu da ocupação de um terreno onde o governo estadual construiria um conjunto habitacional, gerando um grande conflito fundiário que eclodiu no início de 2001. O projeto visava “remover” famílias que moravam próximas à praia, para promover intervenções viárias e paisagísticas numa área de interesse turístico e imobiliário, e reassentá-las no cimo do “morro” (campo de dunas). Porém, outras pessoas de comunidades da região ocuparam as 8 quadras e ergueram suas moradias, pegando de surpresa o governo, que tentou controlar o acontecimento pondo fim à ocupação. Foram quatro dias de despejo - “derrubadas” – mas os ocupantes resistiam e reconstruíam os “barracos”. A repercussão midiática gerou impacto político, fragilizando o grupo (PSDB) que governava o estado há mais de uma década, e negociações foram abertas. Analisamos o contexto do acontecimento, as práticas, estratégias e ações de agentes individuais e coletivos em meio à luta. Como se deu a constituição política da “comunidade” do Morro da Vitória, a criação das suas formas de representação e organização, como a “Comissão” e o “Barracão”, suas agências confrontadoras e mediadoras junto ao Estado, a articulação com seus aliados, a constituição do “grupo” fundador da associação comunitária e a instituição da “liderança”. No contexto de conflitos sócio-espaciais na região, uma peculiaridade: por que no caso do Morro da Vitória, além de ocupar, as pessoas decidiram resistir às tentativas de despejo? E como conseguiram vencer? Para entender tal fenômeno, a pesquisa mobiliza teorias sociológicas sobre práticas e estratégias, agência individual e ação coletiva, bem como analisa a emergência da dimensão moral de luta por reconhecimento. Tais cotejamentos teóricos dialogam com narrativas colhidas através de uma pesquisa relacional e afetiva que busca, além dos relatos, impressões, análises e noções dos agentes envolvidos, a partir de anos de convivência e da realização de entrevistas em profundidade, numa abordagem antropológica da política onde os “nativos”, além de informar, participam do processo de teorização a respeito dos acontecimentos, das agências e das instituições envolvidas.    Palavras-chaves: ocupação; acontecimento; luta; moradia; política; etnografia urbana.

 
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JUVENTUDE E MOVI MENTOS SOCIAIS: Ação Coletiva e Protagonismo na Educação e na Cultura em Mossoró/RN (#8367)
Ana Maria Morais Costa 1; Aline Pereira de Azevedo 1; Daiane Duprat Serrano 1;
Denner Morais Dantas 1; Francisca Jozielle Alves de Morais 1; Pedro Henrique Moreira Dantas 1; Lucas Sullivam Marques Leite 1
1 - UERN.
Abstract:
Apresenta resultados de uma pesquisa iniciada no ano de 2015 e ainda em curso até dezembro de 2017, intitulada de Juventude e Movimentos Sociais: repertórios, performances e estratégias da ação coletiva em Mossoró/RN. Fundamenta-se no instigante debate vivenciado no campo das ciências sociais e humanas, de que as recentes mobilizações protagonizadas pela juventude, sobretudo, o ciclo de mobilizações no Brasil e no mundo desencadeado em junho de 2013 indica uma possível reconfiguração das práticas dos atores coletivos e a emergência de novos sujeitos e ações contestatórias.  Compreendendo que a participação política da juventude em ações contestatórias é recorrente na história da construção e conquista da cidadania no Brasil, essa pesquisa aprofunda o estudo sobre o protagonismo da juventude organizada em movimentos sociais, organizações e redes de mobilização, na constituição, formação e consolidação de conquistas nos âmbitos da educação e da cultura em Mossoró/RN, cidade localizada no Nordeste Brasileiro. Bem como, a identificação de possíveis elos dos repertórios e performances políticas atuais com o protagonismo da juventude da década de 1980.  Para esse fim define como horizonte temporal dois períodos históricos distintos: a década de 1980 e os primeiros anos da segunda década do Século XXI, ou seja, de 2010 a 2015. Esses momentos são relevantes como marcos de expressões das ações coletivas que resultaram em conquistas nos campos da educação, da cultura e na ocupação de espaços públicos.  A pesquisa aprovada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) edições 2015/2016 e 2016/2017 compreende três eixos: 1) Trajetórias e processos de lutas e movimentos sociais nos anos 1980.  Histórias de lideranças jovens, construção da identidade pelos movimentos sociais, identificação das pautas e conquistas realizadas e a relação dessas, com a cultura e a educação em Mossoró/RN. 2)  Práticas  e  ações  coletivas  da  juventude  no  período  de  2010  a  2015.  3)  Cartografia  simbólica  das  aproximações  e distanciamentos dos movimentos da década de 1980 e do período de 2010-2015, quanto às motivações, pautas, impactos  políticos e sociais, conquistas nos âmbitos da educação e da cultura e ocupação dos espaços públicos. Busca-se construir recortes interpretativos-teóricos sobre a natureza, formatos organizativos do associativismo civil e os diversos elos presentes nos repertórios da luta pela cidadania no Brasil bem como, o seu significado em termos de mudanças sociais e para a consolidação de um campo de estudos que coloca a juventude, como sujeito de direitos, com demandas e especificidades próprias em todos os âmbitos da vida social.

 
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Construcción colectiva de conocimiento: la educación popular y la investigación acción participativa como opción político pedagógica de educadores militantes en territorio. Experiencias compartidas entre el noroeste y sureste de la Argentina[1]   [1] Integrantes de Universidad Nacional de la Patagonia Austral (UNPA) –Unidad Académica de Río Gallegos (UARG)  Proyecto de Investigación “Análisis crítico de los sentidos que tienen diversas experiencias pedagógicas alternativas que transcurren por los bordes de una escuela del barrio San Benito de Río Gallegos. Continuidades y resistencias de la cultura hegemónica. Aportes y abordajes desde la Educación Popular y la Investigación Acción Participativa” : MICHNIUK, NATALIA, nataliamichniuk@yahoo.com.ar (Directora) BLANCO, PATRICIA ESTHER; DODMAN, KARINA NOELIA, IBAÑEZ, VANINA SOLEDAD, CIENFUEGOS, CARLA DAIANA, MIÑO, MIGUEL ;ALANI DEL PINO, MARIA FLORENCIA; NAVARRO, ARACELI ROMANELA,; RAMON, MOIRA SILVANA, Integrantes de Universidad Nacional de Jujuy (UNJU) – Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales (FHYCS) Programa “Movimientos sociales, educación popular y formación”. Dirección: Luis Rigal y Mariela Villagra; Proyecto “Movimientos sociales en Jujuy: infancia, trabajo y empleo y procesos de formación. Una mirada desde la educación popular ”:ZINGER, SABRINA, zingers@imagine.com.ar (directora); VILLAGRA, JUANA MARIELA, juanamvillagra@gmail.com (Directora); PATAGUA, EVANGELINA PATRICIA,; CRUZ, ESTER MARIELA, GUEVARA, ANA CONSTANZA,; LÓPEZ, MARÍA,; SOSA, ROMINA LILIANA,; FOYATIER, JUAN PABLO,; BLACUTT, LUCIANA PAOLA,; MAMANI, AMÉRICA VICTORIA; APARICIO, PAULA, COLQUE, ELVIA,; FLORES, ESTELA NOEMÍ,; SALVATIERRA, BLANCA,; LIMA BEVILACQUA, HEBERT VÍCTOR,   (#8371)
NATALIA MICHNIUK 1; JUANA MARIELA VILLAGRA 2; SABRINA ZINGER 2; EVANGELINA PATRICIA PATAGUA 2; ESTER MARIELA CRUZ 2; ANA CONSTANZA GUEVARA 2; MARIA LOPEZ 2; ROMINA LILIANA SOSA 2; AMERICA VICTORIA MAMANI 2; LUCIANA PAOLA BLACUT 2; PATRICIA ESTHER BLANCO 1; KARINA NOELIA DODMAN 1; VANINA SOLEDAD IBAÑEZ 1; MIGUEL MIÑO 1; CARLA DAIANA CIENFUEGOS 1; MARIA FLORENCIA DEL PINO 1; ARACELI ROMANELA NAVARRO 1; MOIRA SILVANA RAMON 1
1 - UNPA UARG. 2 - UNJU.
Abstract:
Pensarnos como educadores militantes implica desde nuestro posicionamiento, hacer educación en y con los sectores populares, supone poner la universidad al servicio y diálogo de las necesidades educativas de las organizaciones y movimientos sociales que de manera activa y trasgresora luchan por construir alternativas humanizantes a las realidades de exclusión que plantea el neoliberalismo y la globalización. Esta tarea conlleva la articulación entre educación popular (propuesta pedagógica – política) y la investigación acción participativa (modo de hacer ciencia de lo social: supuestos epistemológicos y estrategia metodológica) En este escrito pondremos en valor la construcción colectiva de conocimiento, tanto desde las prácticas y reflexiones que como docentes-investigadoras de equipos de trabajo de dos universidades públicas de Argentina llevamos a cabo con distintas organizaciones barriales, sindicatos, grupos y movimientos sociales, como así también desde el proceso mismo de acompañamiento y crecimiento que venimos transitando entre ambos grupos de trabajo (UNPA-UNJU)

 
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Disputando territorios materiales y simbólicos. El caso del Barrio San Martín- Aeroparque. Mendoza 1959-1976. (#8388)
Milagros Molina 1
1 - Facultad de Ciencias Políticas y Sociales.
Abstract:
Título del trabajo: Disputando territorios materiales y simbólicos. El caso del Barrio San Martín- Aeroparque. Mendoza 1959-1976. Autora: Molina Guiñazú, María Milagros. Pertenencia institucional: Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, UNCuyo. Resumen: El siguiente trabajo se enmarca en uno más amplio que aborda la relación entre movimientos sociales y educación. Para ello, estudiamos la experiencia del Barrio San Martín – Aeroparque de Mendoza (que en sus orígenes fue un asentamiento ilegal en terrenos fiscales) e intentamos identificar qué elementos se conjugan para que aparezca como referencia necesaria en los trabajos y documentos que abordan la temática referida a la organización barrial no sólo en términos de “participación popular y de desarrollo desde abajo y desde adentro” sino también en términos de organización, resistencia y lucha popular, constituida a partir de la práctica político-territorial de sus pobladores”. Algunos signos distintivos de esta experiencia son:  - la institucionalización de la organización comunitaria en “Cooperativa Integral” como estrategia desarrollada por sus habitantes para enfrentar los desalojos y dar respuesta a las necesidades de vivienda y servicios básicos.  - La consecución de sus objetivos prioritarios: la vivienda propia en terrenos propios. - Las disputas de sentido en distintos aspectos, tales como nombrar las calles del barrio, promover experiencias formativas, demandar al Estado escuelas y participar activamente en la gestación y en la definición de sus orientaciones.  - Y finalmente la acción de la Cooperativa por fuera de sus límites al acudir en forma solidaria a otros asentamientos en caso de amenazas de desalojos, promoviendo instancias organizativas de los afectados y proponiendo luego, modificar las orientaciones de esa institucionalidad al producir nuevas relaciones con lo legal con efectos que trascendieron las reivindicaciones inmediatas y llegaron a transformar las políticas urbanas vigentes en ese momento. - Las disputas de sentido en distintos  aspectos, tales como nombrar las calles del barrio, promover experiencias formativas, demandar al Estado escuelas y participar activamente en la gestación y en la definición de sus orientaciones. - Y finalmente la acción de la Cooperativa por fuera de sus límites al acudir en forma solidaria a otros asentamientos en caso de amenazas de desalojos, promoviendo instancias organizativas de los afectados y proponiendo luego, modificar las orientaciones de esa institucionalidad al producir nuevas relaciones con lo legal con efectos que trascendieron las reivindicaciones inmediatas y  A partir de fuentes documentales y orales, en este trabajo intentaremos revisar esta experiencia y reflexionar sobre las complejidades metodológicas que conlleva el estudio de la historia reciente. Nuestra indagación está atravesada por un interés fundamental: que esta reconstrucción, aún en marcha, aporte al debate y a la reflexión de las prácticas actuales.

 
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  Juventude rural transformando o presente e costruindo o futuro (#8412)
Ailton Nunes Santos 1; Fabio Assis de Menezes 1; Tânia Olinda Lima 2; Clodoaldo Oliveira Freitas 2; Eliane Silva Leite 2
1 - Federação dos trabalhadores na agricultura de Rondônia. 2 - , Universidade Federal de Rondônia - UNIR.
Abstract:
A juventude rural esta empenhada desde muito cedo na luta pela transformação social, demonstrando extraordinária capacidade de organização e de criatividade, lutando por condições de vida digna e desenvolvimento sustentável e solidário para o campo. A criação de festivais da juventude foi um marco estratégico para o movimento sindical rural em Rondônia. A Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia – FETAGRO foi pioneira na realização destes eventos, constituindo um grande espaço de articulação, de troca de experiências, de resgate da cultura, de revelação dos talentos, de fortalecimento das coordenações de jovens municipais e estadual. Enfim, um espaço reconhecidamente da juventude, proposto e coordenado por jovens agricultores e agricultoras familiares, os festivais se destacam pela qualidade de participação da juventude rurais vinculados ao Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais – MSTTR e participantes de projetos de formação, dentre outros, que vêm garantindo maior visibilidade e fortalecimento da organização da juventude rural, bem como aprofundando processos de elaboração. Por isso o presente trabalho busca analisar a participação dos jovens cursistas do Projeto Agroecológico e Cidadão da Juventude dos Assentamentos da Amazônia no 18º Festival Estadual da Juventude Rural de Rondônia-Brasil, destacando sua contribuição para o objetivo do festival e conquista de autonomia e afirmação do protagonismo dos jovens assentados.   O Festival somente no ano de 2016 contou com a participação de aproximadamente 1.500 jovens oriundos de todas as regiões do Estado de Rondônia, dentre estes podemos destacar a participação dos jovens cursistas do projeto, de modo que engrandeceram o evento com participação nas modalidades esportivas e culturais e também ajudando na organização de todo o festival. Nas modalidades esportivas os jovens assentados participaram de todas as atividades proposta pelo evento, voleibol futebol, salto em distancia e corrida de 100 metros, favorecendo a participação feminina em modalidades esportivas que não tinham espaço até então nas comunidades rurais por serem vistas como práticas masculinas, já nas modalidades culturais contou com as seguintes atividades desfile da garota e garoto rural, musica, poesia, dança. Mesmo este evento ser de abrangência estadual muitos jovens rurais, principalmente assentados, não tinham conhecimento, por isso o projeto oportunizou aos jovens cursistas a viabilidade de participar deste importante evento de massa da juventude rural rondoniense organizado pela FETAGRO. Para tanto destacamos a apresentação de uma poesia por uma jovem cursista que diz: “[...] Para nunca deixar dúvidas, aqui falar a verdade; Com projetos governamentais, chegou oportunidade; Fazendo com que os jovens não pensem em desigualdade; Acreditando em si mesmos, na sua capacidade [...]”. De modo geral o festival estimulou aos jovens cursistas dos assentamentos a busca por novas oportunidades, melhorando o seu convívio familiar e comunitário contribuindo para sua permanência no campo com qualidade de vida.

 
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Experiencias de Trabajo y Educación en Movimientos Sociales de Jujuy. Tensiones y desafíos (#8426)
sabrina zinger 1; juana mariela villagra 2; patricia evangelina patagua 3
1 - Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales-UNJU. 2 - Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales - UNJU. 3 - CONICET.
Abstract:
             El presente trabajo analiza los avances de investigación realizados por el Equipo de Cátedra, Investigación y Extensión de Educación No Formal de la Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales de la Universidad Nacional de Jujuy  en el Movimiento Tupaj Katari y Norte Libre, con los cuales venimos trabajando desde la perspectiva de la Educación Popular y la Investigación Acción Participativa en la construcción de propuestas emancipadoras.                Las políticas neoliberales y neoconservadoras, agravaron la situación de pobreza en nuestro país y particularmente en nuestra región que se constituye en una provincia periférica en muchos sentidos, históricamente postergada y alejada de los centros de producción económicos, políticos y de conocimiento. En este contexto una de las consecuencias más significativas fue el aumento del desempleo y la precarización laboral. En este marco muchos jóvenes y adultos con escaso capital cultural y social, escasa formación escolar e instrucción, no cuentan con la posibilidad de acceder a un empleo.                          Los movimientos sociales representan por una parte un espacio de inclusión, contención y pertenencia de los sectores populares y al mismo tiempo se constituyen como espacios de construcción de propuestas contraculturales. La educación se presenta como uno de los ejes estructurantes de los movimientos sociales, pilares de lucha junto con la demanda de acceso al trabajo y  a la tierra.                                     Las prácticas educativas en los movimientos están focalizadas en la  Educación de Jóvenes y Adultos, con diferentes niveles de formalización: talleres, ciclos de cine, seminarios, comisiones de trabajo, etc.                           La participación en si en el movimiento representa un espacio eminentemente educativo en el sentido de un espacio de aprendizaje de  ejercicio de la ciudadanía: especialmente la presencia de prácticas asamblearias, pero además la participación en las políticas públicas, desde  la demanda y ejercicio de  participación en la definición de la agenda pública donde el Trabajo y Empleo aparece como motivos de movilización de los militantes; a la vez que sus  actividades aparecen ligadas en torno a la satisfacción de necesidades.                                  En el desarrollo del proyecto concretamos  espacios reflexivos, actividades y talleres al interior de las organizaciones que permitió desnaturalizar, develar, movilizar y construir conocimiento en torno a las problemáticas del trabajo y el empleo en movimientos sociales. Se generaron espacios de  interpelación y reflexión, entre estudiantes de la carrera de Cs de la educación, educadores militantes y docentes respecto del lugar que ocupan las problemáticas de trabajo y empleo en los movimientos que pretendemos poner en discusión en esta ponencia.  

 
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Movimentos Sociais e Educação Superior no Brasil: Ação Coletiva e Progonismo na Construção do PNE 2014-2024. (#8428)
Ana Maria Morais Costa 1; José Willington Germano 2
1 - UERN. 2 - UFRN.
Abstract:
Esse trabalho é parte da pesquisa de doutorado realizado no programa de pós-graduação em ciências sociais da UFRN, que resultou na tese defendida em outubro de 2014. Analisou o protagonismo dos Movimentos Sociais no processo de construção e aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), com ênfase nas metas para a Educação Superior. Os questionamentos problematizadores da pesquisa foram os seguintes: Em qual contexto histórico os Movimentos Sociais assumiram o acesso à Educação Superior como direito social? Quais protagonistas se envolveram no debate em torno da política de Educação Superior no PNE (2014-2024)?  Quais os confrontos e antagonismos estiveram ali presentes? Qual o papel dos Movimentos Sociais na Conferência Nacional de Educação (CONAE) e no Fórum Nacional de Educação (FNE)? Para respondê-los, articulou-se a política educacional proposta pelo PNE com as reivindicações históricas dos Movimentos Sociais pelo acesso à educação como direito social, evidenciando o processo de construção das diretrizes, metas e estratégias nos contextos políticos e sociais de articulação, proposição e reivindicação nos quais ocorreu a atuação dos protagonistas para elaboração e aprovação desta política, assim como, os antagonismos identificados. Como aporte teórico/metodológico adotou-se como empiria o estudo dos processos de construção e aprovação do referido PNE, inserido nos espaços de participação coletiva, na construção de acordos e proposições como a Conferência Nacional de Educação, realizada em 2010, em Brasília/DF, as conferências municipais, intermunicipais e estaduais, o Fórum Nacional de Educação (FNE) e a Comissão Especial da Câmara Federal que o precederam. Para análise dos documentos e depoimentos dos protagonistas dos Movimentos Sociais selecionados como sujeitos da pesquisa, os guias teóricos e os fundamentos conceituais foram a sociologia das ausências, sociologia das emergências e o procedimento de tradução propostos por Boaventura Santos (2005; 2006; 2007; 2010), em diálogo com outros guias teóricos, como as noções do confronto político e oportunidade política organizadas por Sidney Tarrow (2009). Partindo-se dessa base conceitual foi privilegiada a relação dos Movimentos Sociais com a pauta da educação brasileira quando direcionados para o PNE, analisada com base nas contribuições de Germano (2013; 2011; 2008; 2007; 1982), Dourado (2011; 2010; 2006); Saviani (2014; 2010; 2009; 2007; 2004,), Gohn (2012; 2010; 1997; 1995), Dagnino (1994) e Scherer-Warren (1993), dentre outros autores que contribuem com o caráter transdisciplinar desta pesquisa. As contribuições desses autores propiciaram o entendimento da diversidade epistemológica encontrada nas experiências desenvolvidas nos Movimentos Sociais - por meio de suas ações em diversos espaços sociais e institucionais, observando-se as conquistas obtidas na política educacional contida no PNE 2014-2024; bem como a compreensão da luta pelo reconhecimento social e suas conexões com os temas emergentes presentes no debate da educação nacional. Desse modo, o estudo apontou elementos que possibilitaram a confirmação da tese de que a Política de Educação Superior aprovada no PNE 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014) representa as ressonâncias das mobilizações e reivindicações dos Movimentos Sociais pelo acesso à educação como direito social inalienável.    

 
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Práticas associativas em periferias urbanas: a participação de mulheres em bairros de Lisboa e  Florianópolis (#8442)
Francisco Canella 1
1 - Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC.
Abstract:
O crescimento das cidades contemporâneas tem ocorrido articulado a questões das mais variadas naturezas, tais como as desigualdades socioeconômicas, violência urbana, informalidades e a questão migratória, tanto internas quanto internacionais. Nas cidades brasileiras as migrações internas, com o deslocamento de grandes levas populacionais para as maiores cidades, embora sejam verificadas há longa data, têm se expandido para cidades de porte médio. Na Europa, muitas metrópoles recebem imigrantes de diferentes regiões do mundo globalizado. O fenômeno migratório, em ambos os casos, expande as periferias urbanas, marcadas por tensões e desigualdades que entrecruzam gênero, raça, classe redesenhando o perfil dessas cidades. Esse trabalho analisa a participação das mulheres em movimentos de luta por moradia em duas localidades de periferia urbana: uma, nos arredores de Lisboa, a Cova da Moura; outra em Florianópolis, no bairro Monte Cristo. Essas localidades foram formadas por migrantes e, em razão de histórias relacionadas as lutas por moradia, as duas localidades apresentam como outro elemento comum o fato de terem desenvolvido práticas associativas ao longo de suas décadas de existência, nas quais as mulheres tiveram importante participação. A partir de dados coletados por meio de entrevistas e observação participante discutimos o protagonismo feminino, buscando elucidar as relações entre gênero, luta pela moradia e a dinâmica de apropriação dos espaços locais.

 
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A intersetorialidade e a violência que envolve os adolescentes (#8470)
Margareth Aparecida Santini de Almeida 1; Dinair Ferreira Machado 1; Ana Soraya Andrade 1
1 - Universidade Estadual Paulista - UNESP.
Abstract:
A violência que transpassa a vivência dos adolescentes é uma questão de saúde pública e requer um enfrentamento de nível intersetorial englobando os atores presentes no cenário de vida destes adolescentes. O presente estudo teve como objetivo conhecer as percepções e experiências de profissionais da rede intersetorial entre saúde, educação e assistência social sobre a violência que envolve os adolescentes. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, em que foram realizados três grupos focais com profissionais que atuam na saúde, na educação e na assistência social de uma comunidade do município de Botucatu/SP.  As falas foram gravadas, transcritas na íntegra e posteriormente sistematizadas para análise segundo o modelo metodológico de análise de conteúdo proposto por Bardin. Foi comum, aos três grupos participantes, a concepção abrangente sobre a violência que envolve o universo do adolescente e suas diversas formas de manifestação, bem como as consequências danosas à este grupo e à sociedade. Apesar da tentativa pelos setores de trabalhar com este público e sua família, notou-se forte despreparo profissional e por vezes, culpabilização das famílias e dos próprios adolescentes, sendo também manifestados sentimentos de impotência no trato diário com adolescentes em situação de risco e/ou vulnerabilidade. Pelas narrativas, obteve-se a percepção do quanto o setor da educação encontra-se à parte da rede, com dificuldades estruturais e sobrecarga de trabalho dificultando o fazer parte do processo intersetorial, e em alguns casos, sem o conhecimento da rede de apoio. A saúde mostrou-se empenhada na questão do trabalho com o adolescente, mas por vezes sucumbida pela demanda da atenção básica e engessada pelas burocracias envolvidas pelos órgãos de apoio. O grupo da assistência social mostrou-se mais familiarizado com as ações de prevenção e fortemente engajado na construção de redes de apoio com os demais setores. Todos apresentaram diversas sugestões além da capacitação profissional, como contratação de profissionais, diminuição da sobrecarga e importância de trabalhar a família, não só o adolescente. Considera-se que além das capacitações necessárias, haja envolvimento dos gestores de cada serviço e dos gestores municipais, a fim de fomentarem e comprometerem-se com as ações intersetoriais, objetivando a prevenção e promoção à saúde dos adolescentes e de suas famílias.